sábado, 30 de maio de 2015

Vale tudo para crescer numericamente?

 
"A Ordem é Crescer!"
 
Mas será que vale tudo pra alcançar este objetivo? 

Não haveria nada de errado nesta máxima do ponto de vista bíblico inclusive a Bíblia sempre deu a entender que a Igreja cresceria e muitos seriam alcançados pelo Evangelho de Cristo, “As Boas-Novas”. O grande problema desta máxima é de que forma a Igreja deve crescer e para que.
O que vemos hoje é que muitos desejam o crescimento da Igreja a qualquer custo, não importando a forma como se faz isso.
Vale tudo para encher os templos.
O importante é ter-se megas-Igrejas com milhares de membros, se são atendidos não importa, se estão salvos não importa, se estão crescendo espiritualmente não importa, se vieram a Igreja buscar a Deus não importa, se entenderam o Evangelho não importa. O que importa é o templo estar lotado, abarrotado de pessoas.
E para isso usa-se toda forma de atrativos para chamar e manter a atenção das pessoas. Os cultos têm que ser agradáveis a eles, nada pode entristecê-los ou chateá-los.  Não se pode confrontar os seus pecados com a verdade da Bíblia, não se fala em inferno muito menos em diabo. O sermão tem que ser sempre para motivar, para falar de bênçãos, nunca para que a pessoa tome uma posição ao lado de Deus, nunca para modificar e transformar vidas. Dizem eles: “Não, isso não pode, eles podem não gostar, afinal de contas a vida já nos proporciona tantos problemas, não é mesmo?”
Tudo tem que ser feito para entretê-los e mantê-los felizes. Ora, isso não é uma Igreja evangélica, isso no máximo é um clube ou um teatro, nunca uma Igreja que prega a Cristo.
O que esses não entendem é que o crescimento numérico é conseqüência do andar da Igreja, é algo natural, pois é dado por Deus. Não podemos de forma alguma achar que isso depende do que fazemos ou do que inventamos. Isso depende de Deus. Façamos nossa parte  pregando o Evangelho, indo buscar  os perdidos, e veremos como Deus é fiel para acrescentar a Igreja novas pessoas salvas. Quantas vão ser salvas? Não sei, mas estas verdadeiramente serão salvas  porque se seguiu a metodologia bíblica a qual nos foi ensinada por Deus, elas não virão a Igreja atrás de outras atividades e ficarão por causa delas, virão atrás de Deus e ficarão por causa dEle.
É triste ver tanto tempo e dinheiro gasto para lotar templos e quando estes estão lotados, não se aproveita para pregar o verdadeiro Evangelho de Cristo. Apenas se organiza e planejam-se atrações para divertir e entreter o povo.
Creio que isso acontece porque já no princípio destes trabalhos, a motivação não foi a de levar pessoas perdidas e condenadas a presença de Deus para então segundo Sua vontade serem transformadas, restauradas e salvas do inferno. Então o que acontece é o que já havia sido planejado, uma grande farsa usando o nome de Cristo.
Você, caro leitor, pode estar pensando que estou sendo muito radical e duro em minhas palavras, mas quero que você raciocine comigo um pouco sobre este assunto. Veja, o Senhor Jesus Cristo deu Sua vida, e sofreu muito para isso acontecer, deixou-nos Sua Palavra escrita para que pudéssemos saber o que fazer e como fazer, deixou-nos o Espírito Santo que habita em todo salvo para termos condições de realizar a missão que nos determinou e manda que obedeçamos suas orientações e preguemos o Evangelho a todos que tivermos contato. Bem, este é o plano de Deus e a parte que cabe ao crente neste plano. A Igreja foi criada para esta missão.
O que acontece então em muitas Igrejas hoje ?
Não pregam, não ensinam, não educam, não advertem, não repreendem, não discipulam, apenas reúnem multidões para divertimentos, entretenimentos, apresentações, desfiles, marchas, shows, e tantas outras coisas. E esquece-se do principal, a pregação da Palavra de Deus, esta é que desperta a fé do ouvinte (Romanos 10: 16,17).
Se utilizam de métodos anti-bíblicos para atrair as pessoas e ao atraí-las, se utilizam de outros métodos anti-bíblicos para conseguirem mantê-las vindo regularmente aos seus templos.
Vou  exemplificar o que estou afirmando:
 
Um método muito usado é o de atingir as necessidades das pessoas com promessas de curas, prosperidade financeira e  sucesso em todas áreas da vida.
 
Quando atraídas por estas promessas as pessoas vão até estas Igrejas e são então ludibriadas e atingidas em  suas emoções e levadas a acreditar que para conseguirem o que querem tem que cumprir uma lista de campanhas, rituais místicos e contribuições além de suas posses. Ficam presas pela ilusão de ter o que é prometido. Com certeza, os templos destas Igrejas vão sempre estar lotados, quem não quer ser rico, sadio e bem-sucedido em tudo? Mas a que preço? 
                                 
Outro método também muito usado para encher templos é o de venha ser feliz conosco. É o conceito de igreja agradável, confortável.
 
Não precisa mudar sua vida, seus costumes, seu jeito, seu linguajar, sua roupa, sua forma de viver, não precisa mudar nada, venha ser feliz aqui. E dizem estes: “além de não precisa mudar nada, aqui  você estará agradando a Deus e servindo-o”.
Quem não  aceitará um convite destes? Muitos jovens vão a estes lugares e encontram lá tudo que esperavam, shows, muita música do jeito que gostam (heavy metal, funk, rap, samba, etc), gente bonita, danças, bandas, artes cênicas, enfim tudo que gostam.
E assim ficam ali e freqüentam regularmente e convidam outros a virem também.

Infelizmente o principal é também esquecido, muitos daqueles que foram para uma Igreja assim e ficaram durante muitos anos chegam a triste conclusão que perderam tempo precioso pois podiam ter aprendido muito sobre a Bíblia e ter convivido mais com Deus e apenas ficaram se satisfazendo durante anos. Mas este tipo de Igreja sempre vai  estar lotada de pessoas.
Quero mais uma vez ressaltar que não sou, a princípio, (com algumas exceções como funk e similares), contra este tipo de atividade nas Igrejas evangélicas. Sou sim contra a inversão de valores que infelizmente é gritante nestes casos. Podemos como povo de Deus, nos divertir prudentemente e também termos atividades em nosso meio para confraternização de uma forma geral, sempre com critérios bíblicos bem firmados, obviamente.
Porém, essas confraternizações e tudo o mais que venha a partir delas é secundário, o importante, essencial e prioritário é cumprir a missão da Igreja. O culto é para Deus, não para as pessoas, sou  obrigado a repetir. Não temos o direito de encher nossos templos nos utilizando de formas e métodos que não são coerentes com esta missão. Não estamos aqui nessa terra para entreter os perdidos, mas sim apara advertí-los do perigo que correm e pregar-lhes a salvação em Cristo.

A pregação evangélica não é para divertir, é para advertir!

Os nossos templos não são construídos para encontros sociais ou desfiles de talentos! Somos embaixadores de Deus com uma missão a cumprir. Estamos inseridos no plano de Deus como peças atuantes aqui na Terra. Devemos fazer nossa parte ou sofrer as conseqüências de nossa negligência.
Encher os templos não é nossa missão, inventar métodos para isso não é nossa missão, enganar  as pessoas para voltarem a nossos templos não é nossa missão e é pecado inclusive, e por fim agradar as pessoas não é nossa missão.
 Em nenhuma passagem bíblica, encontramos a orientação para enfatizarmos o número de pessoas ou  o crescimento numérico, mas sim todo o contexto bíblico ensina a dar ênfase  à pregação da Palavra de Deus para salvação do perdido, a  edificação do já salvo e a evangelização pessoal dos incrédulos. 
Vamos cumprir nossa parte, deixemos os números para Deus administrar, Ele sabe bem como fazer isso.
“Que  sejamos cheios do Espírito Santo e que nossos templos sejam cheios de pessoas ávidas a ouvir a Deus e levadas por Ele a crer, não por que usamos métodos para atraí-las mas porque  o próprio Deus as atraiu, usando-nos conforme Seus métodos já revelados na Bíblia, desta forma a Igreja estará cheia da Glória de Deus”
 
“... e o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos.” (Atos 2: 47b)
 

Pr. Magdiel G Anselmo.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A Verdade Bíblica fere os que teimam em viver na mentira.


 
 
Inicio afirmando:
Não me perturbo com os medrosos, prosseguirei um amante da verdade.
E ainda, aconselho a todos que amam a Deus e Sua Palavra (ressalto que não há como separar uma coisa da outra), que se a verdade a ser dita é aquela que está fundamentada e respaldada pelas Escrituras, diga sem medos ou receios de contrariar esse ou aquele.
Se alguém se ofender com ela, que se ofenda, se alguém lhe achar mal educado, estúpido, grosseiro, etc, que assim continue pensando pois os que não desejam mudar sua vida ou se arrepender e deixar os seus pecados ocultos, sempre encontrarão uma desculpa ou justificativa pra não "encarar a verdade de frente".
Por mais que você seja bem educado e cordial com as pessoas haverão momentos que a franqueza e a sinceridade aliadas a firmeza e a contundência serão necessárias e fundamentais. Abraçar, beijar, dar tapinhas nas costas, falar coisas agradáveis, etc é muito fácil (mesmo muitas vezes não sendo sinceros), mas falar a verdade, ser franco, sincero é pra quem entende a Palavra e realmente ama as pessoas a ponto de "dar a cara a bater" para advertir do erro e do caminho errado que trilham. Isso é amor, o resto é conversa fiada de crentes medrosos e sem conhecimento bíblico.
Não tenha medo de aborrecer a alguém quando está obedecendo a Palavra. Faça a sua parte e, certamente, o Espírito fará a Dele.
Muitas pessoas somente entenderão se forem "chacoalhadas", "impactadas", e mesmo. "feridas" com a verdade para que acordem do seu sono da morte.
Prossiga firme de braços dados com a verdade, a Verdade Bíblica.
Mil vezes ser considerado sem educação, fariseu e "chato" do que ser um omisso e cúmplice do pecado alheio. Seja obediente, sempre, a Palavra.
Até porque a Verdade Bíblica não é o que nós pensamos ou entendemos sobre tudo e todos, mas sim a posição de Deus.
Portanto, fale, pregue, repreenda, ensine, aconselhe e viva a Verdade de Deus em sua vida.
Com relação aos descontentes, melindrosos, omissos e covardes, deixe-os para Aquele que um dia prestarão contas.
É isso..
PrMagdiel G Anselmo.



 

Quem não aprende não é apto para ensinar.


 
A falta de respeito com os mais experientes (idade mesmo) é sinal característico dos tolos e insensatos e uma marca triste das novas gerações. Não aprender com as experiências dos mais "velhos" é no mínimo, uma grande irresponsabilidade com a própria vida. 

Quem pensa que a história ou o passado não servem pra nada é, sem dúvida, uma vítima da arrogância e da presunção que permeiam e contaminam a sociedade pós moderna.

Mesmo aqueles que muito erraram na vida, têm muito a ensinar, pois aprendemos muito mais com os erros cometidos do que propriamente com os acertos.

Feliz e sábio é o jovem que aprende e ouve os mais experientes e avançados em idade. Inteligente e prudente o que se aconselha com os sábios. Será poupado de muito sofrimento e frustração. Humilde é aquele que analisa o passado, aprende com ele e ruma ao futuro com a convicção do acerto no presente.

A sabedoria e a experiência sempre acompanharão o passar dos anos. A maturidade é uma virtude dos que decidem serem aprendizes. Quem não entendeu isso ainda, é porque AINDA não viveu o suficiente para aprender ou não compreendeu que sempre somos aprendizes, uns mais, outros menos...

Mas sempre aprendemos, mesmo quando ensinamos.
 
Pr. Magdiel G Anselmo.
 
 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como identificar uma seita pseudo cristã?


 
A cada dia novas seitas e grupos pseudo cristãos surgem com a intenção de iludir e enganar as pessoas. É relevante que todo cristão entenda esta questão e procure conhecer as artimanhas de satanás que visa roubar, destruir e matar.  Desta forma, resolvi postar este texto que ajuda na identificação de uma seita pseudo cristã. Espero assim auxiliar na reflexão e ação neste contexto mencionado de engano e destruição.
Boa leitura, reflexão, estudo e ação.
 
COMO IDENTIFICAR UMA SEITA
 
O método mais eficiente para se identificar uma seita é conhecer os caminhos seguidos por elas, ou seja, as características que as distinguem das demais, vejamos as principais:

 2.1. O grupo adiciona ou acrescenta algo a Bíblia, ou seja, sua fonte de autoridade não leva em consideração somente a Bíblia.

Por exemplo:

 Adventistas do Sétimo Dia: Seus adeptos têm os escritos de Ellen White como inspirados tanto quanto os livros bíblicos.

Testemunhas de Jeová: Crêem que somente com a mediação do corpo governante (diretoria formada entre nove e quatorze pessoas nos EUA), a Bíblia será entendida, além de a Bíblia ficar em segundo plano nos estudos do grupo, a referência maior são as publicações oficiais, principalmente a revista Sentinela.

Os Mórmons: Crêem que o “Livro de Mórmon” é mais perfeito que a Bíblia, além de outros livros do grupo também serem considerados inspirados.

Os Meninos de Deus (A Família): Asseveram que é melhor ler os ensinamentos de David Berg, seu fundador, do que ler a Bíblia.

A Igreja da Unificação (Rev. Moon): Julga ser seu “Princípio Divino” de inspiração mais elevada do que a Bíblia.

Refutação bíblica: O apóstolo Paulo afirma que as Sagradas Escrituras tornam o homem sábio para a salvação pela fé em Jesus (2 Tim. 3:15). Logo, se alguém ler a Bíblia, descobrirá que nela existem respostas para os dilemas e conflitos da vida, e mais do que isso, respostas que direcionam para a vida eterna. A Bíblia relata a história do Homem desde a antiguidade (sua criação) e mostra como ele caiu no lamaçal do pecado. Não obstante, declara que Deus já havia arquitetado um plano de salvação que se concretizou enviando Seu único Filho para salvar os que cressem Nele.

Assim sendo, lendo a Bíblia, o Homem saberá que está condenado, porque está condenado e que sem Jesus não há salvação (João 1:45; 5:39-46; Lucas 24:27,44; Atos 4:12; 10:43; 16:30; Rom. 10: 9,10). Portanto, não existe nenhum outro livro ou escrito que tenha o mesmo valor e autoridade da Bíblia.

2.2. O grupo tira ou subtrai algo da pessoa de Jesus

Por exemplo:
 
A Maçonaria: Vê Jesus como mais um fundador de religião, ao lado de personagens mitológicas, ocultistas ou religiosas, tais como: Orfeu, Hermes, Trimegisto, Krishna, Maomé, entre outros.

A Legião da Boa Vontade (LBV): Afirma que Jesus possui apenas um corpo aparente ou fluídico, além de negar sua divindade.

Os Kardecistas (Espíritas): Ensinam que Jesus foi apenas um médium de Deus.

Refutação bíblica: A Bíblia ensina que Jesus é Deus (João 1:1; 20:28; Tito 2:13; 1 João 5:20, e outros...). Assim sendo, Jesus não pode ser equiparado ou comparado a seres humanos ou mitológicos, nem mesmo a anjos, que o adoram (Heb. 1:6). A Bíblia atesta tanto a humanidade como a divindade de Jesus (Lc. 2:7, 52; Mat. 4:2; João 19:28; Mat. 11:19; Luc. 7:34; Mat. 8:24; Luc. 22:44; Heb. 7:26; João 5:18; 10:29-33; 1 João 5:20; Luc. 19:10).

 
2.3. O grupo prega a auto-salvação. Crer em Jesus é importante, mas não é tudo. A salvação é pelas obras, e em certos casos, repudiam publicamente o sangue de Jesus.

Por exemplo: 

A Seicho-No-Ie: Nega a eficácia da obra redentora de Jesus e o valor de seu sangue para remissão de pecados, chegando a dizer que se o pecado existisse realmente, nem os budas todos do universo conseguiriam extingui-lo, nem mesmo a cruz de Jesus Cristo conseguiria extingui-lo.

Os Mórmons: Afirmam crer no sacrifício expiatório de Jesus, mas sem o cumprimento das leis estipuladas pelo grupo não haverá salvação.

Os Adventistas do Sétimo Dia: Ensinam que a guarda do sábado implica salvação e que os benefícios da morte de Cristo nos serão aplicados desde que estejamos vivendo em harmonia com a lei, que no caso, é guardar o sábado.

As Testemunhas de Jeová: Ensinam que redenção de Cristo apenas dá a oportunidade para alguém alcançar a sua própria salvação por meio de obras. Jesus simplesmente abriu o caminho, o restante é com o Homem.

Refutação bíblica: A Bíblia declara que todo aquele que nega a existência do pecado está mancomunado com o diabo, o pai da mentira (João 8:44; 1 João 1:8). A eficácia do sangue de Cristo para cancelar os pecados nos é apresentada com a mensagem central bíblica e a base do perdão dos pecados (Ef. 1:7; 1 João 1:7-9; Apoc. 1:5). Já com respeito a salvação pelas nossas obras, as Escrituras são claras em Efésios 2: 8,9. Praticamos boas obras não para sermos salvos, mas porque somos salvos por Cristo Jesus, nosso Senhor. Portanto, as obras são o resultado da salvação, não o seu agente (Heb. 12: 5-11; 1 Cor. 11:31,32; Colos. 2: 14-17; Mat. 11:28-30).

 
2.4. O grupo ensina que não existe salvação fora do sistema religioso da própria organização ou igreja.

Quase todas as seitas pregam e ensinam isso, sobretudo as pseudocristãs, que se apresentam com a restauração do Cristianismo primitivo, que segundo ensinam, sucumbiu à apostasia, afastando-se dos verdadeiros ensinos de Jesus.

Acreditam que, numa determinada data, o movimento surgiu por vontade divina para restaurar o que fora perdido. Daí a ênfase na exclusividade.

Outras, pregam que todas as religiões são boas, e que somente são responsáveis por unir todas as demais. Afirmam que esse é o propósito de Deus e foram criados para esse cumprimento.

Refutação bíblica: O ladrão arrependido ao de Jesus na cruz entrou no Céu (paraíso) sem ser membro de nenhuma seita ou mesmo grupo religioso (Luc. 33:43), pois o pecador é salvo quando reconhece que é pecador e se arrepende (Luc. 13:3) e reconhece a Jesus como seu único e suficiente Salvador (Atos 16: 30,31). Desse modo, ensinar que uma organização religiosa pode salvar é pregar “outro evangelho” (2 Cor. 11:4; Gál. 1:8). Isso implica dividir a fidelidade a Deus com a fidelidade à organização e tira de Jesus a sua exclusividade de conduzir-nos ao Pai (João 14:6). Não há salvação sem Jesus (Atos 4:12; 1 Cor. 3:11).

 
2.5. O grupo possui falsas profecias.

Exs:

Os Adventistas, os Testemunhas de Jeová, os Mórmons e outros já proclamaram o fim do mundo para datas específicas, e obviamente nunca acertaram.

Refutação bíblica: A Bíblia nos adverte contra os que marcam datas para eventos como fechamento da porta da graça, a vinda de Jesus, o fim do mundo, etc... (Deut. 18: 20-22; Mat. 24:23; Ezeq. 13: 1-8; Jer. 14:14).
 
 
 CONSIDERAÇÕES FINAIS
 
 Diante do quadro que vivemos todo cuidado é pouco. Por isso a importância de estar alerta sobre esta questão das seitas. Aqui, sem dúvida, o ditado popular:  "as aparências enganam", deve ser aplicado.
 Deus abençoe a todos na tarefa sublime de proclamar a Palavra de Deus e na missão, sempre atual, de advertir contra as falsas doutrinas, falsos mestres e falsas igrejas.
 
Pr. Magdiel G Anselmo.
 
 
 
 
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