quinta-feira, 5 de março de 2015

Pastores divorciados são pastores reprovados ?

Pela relevância do tema, preciso antes de analisá-lo, lembrar o contexto e a realidade  de desconfiança e incredulidade que se encontra a Igreja Cristã em nossos dias.
Hoje observamos que as pessoas, mesmos as cristãs, já não acreditam na eficácia e eficiência da Igreja como uma organização abençoadora e participante dos propósitos de Deus neste mundo. Antes, a consideram “falida” e ineficaz para propagar a Palavra de Deus e para cuidar de vidas.
Por que isso ocorreu? O que levou as pessoas a pensar desta forma?
Bem, são várias as respostas para estas questões, mas a que considero mais chocante é que a maioria dos cristãos perdeu a confiança em seus pastores e líderes, e não os consideram mais um “padrão” (exemplo) para os fiéis. Essa desconfiança fez com que não os respeitassem mais e não os considerassem como conselheiros e guias adequados para ajudá-los em seus dilemas e problemas diários.
E como os pastores e líderes perderam a confiança do rebanho de Cristo?
A resposta é que simplesmente não fizeram, não praticaram em suas vidas, o que ensinavam e pregavam aos demais irmãos. Foram incoerentes e inconseqüentes, e mais, foram infiéis ao que nos ensinam as Escrituras. Negaram com suas ações tudo aquilo que a vida inteira afirmaram ser a verdade bíblica, a verdade de Deus para a Igreja.
Uma destas incoerências se deu e se dá pela epidemia de pastores e ministros evangélicos que se separam e se divorciam de suas esposas e se casam com outra.
O divórcio e o adultério invadiram a igreja, enquanto ovelhas e pastores igualmente demonstraram pouco ou nenhum interesse para com esta contaminação, mais e mais ministros entraram para o sistema mundano do “casa-separa-casa-separa”, criando uma atmosfera de epidemia na igreja. A racionalização reinou suprema em detrimento da Palavra de Deus.
E aí então, entramos propriamente no assunto e questão principal deste artigo, ou seja, podem estes pastores e ministros prosseguirem pastoreando e liderando o povo de Deus após terem essas atitudes e postura?
A resposta é rápida e simples: NÃO !
E porque digo isso? Porque a Bíblia os considera repreensíveis para o ministério pastoral.
A seguir demonstro biblicamente, porque afirmo isso, enumerando algumas razões que impedem um pastor de continuar com seu ministério após se separar, se divorciar de sua esposa:


1ª RAZÃO:
Porque Ele passa a NÃO ser um exemplo dos fiéis.
Em I Tim. 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o padrão (exemplo) dos fiéis..." O homem que está no segundo, ou até no terceiro casamento, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal. 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de os seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O Cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo" (I Cor. 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo (Heb. 13:7).

2ª RAZÃO: Porque ele NÃO é mais irrepreensível.
Em I Tim. 3:2 temos as qualificações para o pastor: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é do grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: I Tim. 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa, inacusável. Independente de ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas, e será usado pelo diabo para escandalizar e envergonhar o Evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3ª RAZÃO: Ele Não é mais marido de UMA SÓ mulher.
"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher..." (I Tim. 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar e não é como alguns afirmam equivocadamente “uma esposa de cada vez”. Ora, isso seria um convite e uma motivação para vários casamentos, e não penso que a Palavra de Deus concorda com esta teoria. O ensino é que a mulher com quem o bispo, pastor é casado é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. Entretanto, existe uma linha de interpretação aqui defendida por muitos, que situa esta orientação baseado numa suposta condenação da poligamia. Penso que seria um absurdo tão redundante e flagrante o pecado da poligamia que Paulo não precisaria se referir a ela para uma pessoa especial como o bispo. O que realmente está em jogo aqui é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Em algumas versões bíblicas, o texto fica ainda mais claro e aparece assim: É preciso, porém, que o dirigente seja irrepreensível, esposo de uma única mulher... ou ainda, diz: É, porém, necessário que o inspetor seja irrepreensível, que não tenha sido casado senão uma vez...
Veja o verso afim em I Tim. 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em I Tim. 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

3ª RAZÃO: Ele Não tem mais autoridade para orientar nem aconselhar.
Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento... Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" (Mat. 7:5). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado.
Como um pastor divorciado poderá aconselhar um casal que está com problemas no casamento? Com que autoridade ele dirá para lutarem pelo seu casamento, para se perdoarem e buscarem a reconciliação se ele mesmo não conseguiu fazer isso? Como esse pastor aconselhará um jovem casal prestes a se casar orientando-os que o casamento é um compromisso até a morte se ele mesmo não cumpriu isso?
Não tem jeito, o Cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado, pois não conseguiu, falhou, fracassou em “governar sua própria casa”.

4ª RAZÃO: Ele contradiz a própria Palavra que prega, por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permite mais...
Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem poder. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (I Cor. 3:13-15).
A verdade é que ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a Igreja que o aceitar. Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a Palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo, nem status de liderança para encobrir pecados pessoais.
Se os padrões são decadentes, pode-se esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local também não deve aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a Palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).


5ª RAZÃO: Ele desonra o gesto prudente de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.
Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

6ª RAZÃO: Ele destruiu o modelo de compromisso indissolúvel entre Cristo e sua Igreja.
O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Efésios 5:22-33). Cristo sempre teve a Sua igreja no mundo, e em certos períodos, sobraram apenas poucos, que foram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra, mas continuaram guardando os mandamentos de Seu Pai.

7ª RAZÃO: Ele Não pode celebrar casamentos: “Até que a morte os separe” (Rom. 7:2-4, I Cor. 7:39)
Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos, se ele mesmo não cumpriu na sua vida? Ou teremos que mudar os votos matrimoniais para: até que o divórcio os separe?

8ª RAZÃO: Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares.
Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias dos membros, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).
O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As suas consequências são devastadoras para a família. Por esse motivo "... o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal. 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a Palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do Evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação.


Considerações Finais.

Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a Graça do Senhor (I Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.
O pecado sexual geralmente se faz acompanhar de outros. Ao se divorciar (cometendo adultério ou não), uma pessoa quebra pelo menos cinco princípios bíblicos: Coloca o desejo pessoal acima de Deus, rouba, cobiça, dá falso testemunho e quebra a aliança: “até que a morte os separa”, ou o “que Deus uniu, não separe o homem”.
Em razão da vergonha decorrente do pecado sexual, há a forte tendência de cometer pecados para encobri-lo. Se alguém tivesse dito ao rei Davi que embebedaria um homem e depois o mataria, ele não acreditaria. O pecado sexual, porém, o tornou mentiroso, ladrão e assassino."
Penso sinceramente que pastores que se divorciaram não precisam e não devem estar pastoreando, eles precisam sim é de ajuda, pois estão fragilizados e necessitados de atenção e amor da irmandade. Mas, essa ajuda não pode ser exercida em sua integralidade se teimarem em prosseguir pastoreando. Precisam, reconhecer que fracassaram e que precisam continuar agora servindo a Deus de outra forma e em outras áreas. Essa é a verdade, uma triste verdade, mas a pura verdade.
Portanto e finalmente, afirmo sem medo de errar que um pastor que cai em adultério, ou que se divorcia por outras razões, casando ou não novamente, pode e deve ser restaurado no Corpo de Cristo, o perdão de Deus também alcança pastores, mas para o ministério pastoral se tornou reprovado!



Pr. Magdiel G Anselmo.

87 comentários:

  1. A paz.
    Tema muito interessante, eu tive um pastor que comentou sobre esse tema comigo quando me ensinava a escrituras.
    Ele me disse que tem dois casos que está na bíblia que a pessoa poderia se casar novamente.
    1° Seria quando a pessoa fica-se viúva e poderia se casar porque não tinha mais o seu esposo (a) aí sim estaria livre para se casar.
    2° A pessoa poderia se separa e casar novamente no caso de traição no casamento a pessoa que foi traída poderia se separar do seu conjugue e se casar novamente.
    Nesse caso a pessoa sendo pastor poderia exercer o seu chamado pastoral??

    Ah eu tenho duas dúvidas também sobre isso você poderia me orientar??
    1°Caso:
    Eu conheço um pastor que antes de ser pastor ele te se casou com uma moça que já era separada (OBS: não sei qual o motivo que levou ela se separar no seu 1° marido). Então prosseguindo depois de caso ele como a pastorear seguindo o seu chamado ele estaria fora da palavra de Deus??

    2° Caso:
    Eu conheço uma moça que ela se separou do seu marido por causa de traição, depois de algum tempo ela deu mais uma chance para ele e novamente foi traída aí ela se separou de vez.
    Hoje ela pensa e namorar e se casar com um conhecido que tem o chamado para pastor e isso poderia afetar o chamado desse meu conhecido?? E de qual forma isso iria afetar o seu chamado?

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    1. Graça e Paz Leandro, como suas perguntas são extensas e exigem mais espaço, já lhe enviei através da rede social que somos amigos ok? Espero ter lhe ajudado com as explicações. Deus abençoe sua vida.

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    2. Paz do Senhor pastor Anselmo eu tenho as mesmas duas primeiras duvidas do irmao Leandro Machado. O senhor poderia me enviar a resposta que o senhor enviou para ele por email? Eu ficaria muito agradecido se o senhor me enviar. Meu email é pralexandre1971@gmail.com. Deus lhe abençoe e recompense

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    3. O APOSTOLO PAULO NÃO TINHA MULHER, ELE FICOU INACREDITADO?

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  2. Caro Pastor, gostaria de saber se o Pastor so e reprovado se divorciar? ou ele tambem e reprovado por maltratar sua esposa? nao ser um bom pai? ter um mal caracter? dever e nao pagar? mentir? receber salario de sua igreja e nao ser digno de seu salario? O versiculo mencionado do Ap Paulo nenhum ser humano e aprovado eu te garanto sem medo de errar o Sr. Pastor nao passa no criterio de Ap Paulo, Deus detesta o divorcio eu tambem, Deus detesta o mentiroso e o enganador eu tambem, Deus detesta o preguicoso eu tambem, a lista e enorme por favor desca do seu trono e vai ler a bilblia e orar e Deus talvez possa lhe dar um pouco de humildade e vc podera ver que tambem e um grande pecador assim como o nosso amado Apostolo Paulo quer varias vezes confessa nas escrituras. Qualquer pergunta estou a sua disposicao...em Cristo

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    1. Caro Eli, é óbvio que um pastor não é somente reprovado ao se divorciar, a questão é que o artigo diz respeito ao tema "pastores divorciados" e por isso me restringi a este tema ok? Já a questão de "eu descer do trono" e ser "humilde" como menciona em seu comentário, penso que não mereça resposta, pois não me conhece para afirmar isso. Quanto a orar e ler a Bíblia, destas coisas me ocupo diariamente a pelo menos 30 anos (novamente afirma algo sem me conhecer). Com relação a ser pecador, obviamente concordo contigo, somos todos pecadores. Entretanto, o artigo traz o que Deus pensa sobre o tema, ou seja, me fundamentei na Palavra de Deus não em minhas opiniões ou suposições. Se a exposição lhe trouxe "indignação", por favor, reclame com o autor (Deus) não comigo, pois sou somente um servo a serviço do Mestre. Lhe sugiro que reflita mais sobre a questão do ponto de vista bíblico e, por fim, não tenho perguntas a lhe fazer. Deus abençoe sua vida.

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    2. Querido Pastor, eu simplesmente quiz fazer com que vc entendensse que extamente do ponto de vista biblico. Primeiro que o seu artigo foi muito generalidado e radical. Eu tambem sou contra o divorcio por simples desejos carnais. Sem entrar em muitas referencias biblicas o proprio Jesus permite o divorcio por adulterio e o Ap Paulo por abandono do/a esposo/a nao cristao e igualmente eu nao conheco vc vc nao conhece todos os pastores que infelizmente tiveram a experiencia de fazer parte de um divorcio por isso o seu artigo deveria ter qualificado, claro o artigo e seu e vc escreve com quizer eu quero simplesmente lembrar o querido que cada caso e um caso e proprio Deus nao e radical quanto aos seus lideres, lideres esses que realmente foram escolhidos por Deus, entre eles temos o mais lido de todos eles que e o nosso amado Salmista Davi e numa situacao totalmente diferente do nosso contexto, mas Deus de forma alguma o desqualificou. O quanto eu dizer desca do trono nao e questao de lhe conhecer foi para o seu proprio beneficio, e ainda eu coloquei o proprio Ap Paulo nao eu, se considerava um dos maiores pecadores, e ele realmente como nenhum outro teve uma experiencia impar com o nosso Senhor Jesus Cristo e mesmo assim teve a humildade em entender sua pequenez. Meu objetivo foi somente em apontar a sua generalizacao quanto ao divorcio e ao ser lider, sim e realmente me indignei e me indgno por pseudo santos, claro que nao e o seu caso porque serve a Deus por 30 anos... Nao posso deixar de parabeliza-lo pelo seu trabalho e mais uma vez como servo do Nosso Senhor Jesus Cristo peco -lhe que antes de escrever qualquer coisa pense naqueles queridos pastores que tiveram suas vidas arruinadas por decisoes proprias ou de outrens e que realmente creem e querem serivr ao nosso Deus, nao digo para nao escrever aquilo que esta escrito na palavra mas faca-o com sabedoria e amor.

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    3. Caro Eli, a questão tratada no artigo é: O texto bíblico (as Escrituras) que devem ser nosso guia em todas as situações, reprova ou não pastores divorciados no e para o pleno exercício do ministério pastoral. Esta é a questão, não propriamente o divórcio e novo casamento (que concordo contigo que existe a exceção do adultério).
      O artigo analisa e se fundamenta nos critérios e qualificações revelados e estabelecidos na Palavra de Deus (1 Timóteo 3) e não em minhas opiniões e suposições pessoais. O grande ponto aqui é se o pastor se qualifica diante desses critérios ou não, esse é o ponto. No artigo busquei trabalhar itens desta lista de qualificações que dizem respeito ao tema que me propus analisar e escrever como: "ser marido de uma só mulher", "ser padrão (exemplo) dos fiéis", que governe bem a sua própria casa" e que "seja um bom testemunho". Além disso, busquei também demonstrar rapidamente que na prática a não observância deste itens pelo pastor de uma igreja trará sérias dificuldades para seu trabalho e desconfiança e incredulidade do rebanho com relação a sua integridade e submissão a Palavra que prega, ensina e aconselha.
      Por isso, baseado e fundamentado na Palavra entendo que pastores divorciados não devam exercer o pastorado, mas podem e devem servir a Deus em outra áreas e ministérios da igreja.
      Lembrando que o artigo diz respeito a pastores que no exercício de seu ministério por alguma razão, se divorciaram e não a vida antiga antes da conversão, que sabemos, pela Palavra, que os tempos de ignorância são perdoados e mesmo não lembrados por Deus. Veja que não há generalização, mas a especificidade de casos como estes que me refiro no artigo. Novamente, repito, me refiro a pastores (este é o tema do artigo).
      Com relação ao rei Davi, devo lhe lembrar que Davi não era uma liderança espiritual mas uma liderança política. A liderança espiritual era exercida pelos sacerdotes e se buscar no AT nos tempos de Davi, verá que as exigências para um sacerdote eram ainda muito mais duras do que para pastores no NT. Lembre-se que sacerdotes (1 Samuel 2,3, 4 - Eli) morreram simplesmente porque seus filhos não honravam e respeitavam o sacerdócio e as orientações de Deus para este fim e ofício. E mesmo Davi não sendo sacerdote e não tendo a responsabilidade espiritual, como poder político foi desqualificado a ponto de não poder construir o templo e Salomão, seu filho, ter esta honra.

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    4. Com relação a ser radical, novamente ressalto, que não são as minhas opiniões e suposições que analiso, mas sim a Palavra de Deus e se Ela é radical nesta questão, só me resta também o ser. Isto não é sinônimo de ausência de amor, mas de valorização deste amor, pois somente adverte quem ama, quem não ama deixa que irmãos vivam "tranquilamente" em pecados. Este não é meu caso, jamais pecarei por omissão.
      Com relação ao apóstolo Paulo, analisando suas cartas e escritos, observamos que ele jamais se acovardou diante da exposição e ensino da verdade e mesmo se considerando o menor dos pecadores (o que não era, pois todos somos pecadores igualmente), ainda assim, nunca se negou a repreender, advertir e ensinar a Palavra. Será que não amava os irmãos quando assim fazia? Devemos imitá-lo neste aspecto, como ele mesmo incentivou.
      E se não me considera um "pseudo santo" como menciona, porque então se indignou com o artigo? Há uma incoerência aqui não é mesmo? Ou eu sou um "pseudo santo" como afirma ou não sou e então, deveria refletir mais profundamente sobre a questão não é mesmo?
      E por fim, foi pensando nos pastores que se encontram nesta situação que escrevi o artigo e que me posiciono tendo a Bíblia como meu apoio, respaldo e guia. A verdade deve ser dita mesmo que a princípio, provoque feridas. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos (Prov. 27:5, 6).
      Mas, agradeço seus comentários aqui em blog e espero, sinceramente, que de alguma forma, estes nosso diálogo leve-o a uma reflexão mais profunda e bíblica sobre esta questão que tanto traz prejuízo, desconfiança e incredulidade no seio da igreja hodierna.
      Em Cristo,
      Pr. Magdiel G Anselmo.

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    5. Solomão é filho de Davi com Betsabeia, como conta 2Samuel 12.

      A relação entre Davi e Betsabeia é causa de pecado, pois Davi provoca a morte do seu marido, Urias, para que possa casar com ela.

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    6. concordo com o Eli não podemos generalizar, cada caso é um caso se a pessoa sobre adulteiro e prostituição da parte de um dos conjugues não deve ficar no pecado porque o pecado gera outro pecado e quando um esta em adulterio leva varios demonios para seu leito inclusive até doenças sexualmente trasmissiveis que podem leva-los a morte.

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    7. Concordo com o irmão Eli.obs sou casada e não penso em divorciar..porem conheço um pastor que é uma bênção nas mãos do senhor mas um dia sua esposa lhe pediu divorcio depois de conversarem muito, ela não sedeu, se divorciaram, ele continuou fazendo a obra do Senhor visita as ovelhas mas ilhas do interior de barco correndo riscos de naufrágios mas ele não se importa ele diz ( não posso parar..pois estou em uma grande obra) passou algum tempo uma moça dé interressou por ele é depois de muito conversarem casaram- se....mas depois alguns anos não sei se dois ou três anos a moça foi embora ele conversou com o pastor presidente e disse ( pastor ela foi embora pq a repreendi, ela queria corta os cabelos fazer chapinha tomar banho no Rio de short junto com os jovens que minhas ovelhas e ela dando esse mal testemunho) o pastor presidente ligou pra ela...ela falou ( quero o divórcio ele é muito injoado, tudo é pecado PRa ele ele so quer viver na igreja quero o divórcio e depois de muitas conversa não teve acordo ele deu o divórcio afinal ela queria, hoje ele continua pastoreando um campo em um interir com 8 congregações as ovelhas amém ele pq dizem nunca vimos um homem tão cheio de amor como esse ele ama suas ovelhas visita aconselha leva pra igreja ajuda financeiramente não dá pra escrever aqui todas as duas qualidades...mas afirmo. Cada caso é um caso.

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    8. Cara irmã Maria Alice, está equivocada. Não devemos nos pautar ou orientar por experiências pessoais ou coisas semelhantes mas pela Palavra de Deus. É Ela que nos ensina o que é certo e o que não é e esta Palavra nos revela como devem se portar e quais devem ser as qualificações das pessoas (cristãos) aprovados para o pastorado e pelo que expôs e segundo o que afirma a Palavra de Deus, este irmão está reprovado. A questão é que se desejamos obedecer a Deus só nos resta uma opção, obedecer a Palavra de Deus. Esta é a verdade aceitando ou não. Deus a abençoe.

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    9. Prof. Magdiel Anselmo
      Querido, pastor o irmão não poderia ser mais feliz, em sua exposição, O senhor ensina pautado nas escrituras.
      E isto fere o ego, das pessoas que não vive as escrituras, e querem encontrar algo, que lhes alivie a consciência pesada pelo pecado.
      Não se importe com as besteiras do Eli, sua infantibilidade espiritual o impede de ser, um tesouro que este bem diante dele.
      E não se esqueça que o pior cego é aquele que não quer ver.

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  3. Amei o artigo.. E sou contra o divorcio e pra mim e creio pra Deus nao existe caso e caso porque o verdadeiro amor de Deus perdao de Deus ele supera tudo ate traicao mentiras porque ele nao cansa de nos perdoar todos os dias quando nosso Deus e o centro das nossas vidas o verdadeiro perdao pode restaura um casamento destruido em quanto nos nao vemos que nossa luta nao e contra carne mas sim contra as entidades do demonios vai aver muitos DIVORCIOS entao meus caros irmaoa em cristo pesa o senhor para tira todo eu toda venda dos seua olhos ele nao pediu para niguem casar e quando veio casar foi ate que a morte o separe entao vamos fazer seu que imagina se ele cansasse se nos perdoa e ai como seria entao todos casamentos tem jeito depende de nos clame o verdadeiro perdao de Deus.. Ele nos ama tanto.

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  4. A Paz pastor, conheço um pastor na situação que vou descrever, um casal que não conhece a palavra se separa, após um tempo ele se converte e entende que tem o chamado pastoral, se casa novamente
    Isso será um impedimento, é contra a palavra?

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    1. Paz irmã Elaine Soriano.
      Sim, será impedimento e muitos problemas e dificuldades ocorrerão se este irmão se tornar pastor. Melhor seria se ele servisse a Deus em outras áreas e ministérios. Abçs e Deus o abençoe.

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    2. concordo plenamente Pastor se na bíblia está dizendo ser irrepreensível e ponto final. não tem emendas não é uma constituição do homem,não adianta tentar colocar algo onde não existe,a palavra de Deus é sim sim não não,não tem meio termo ,aaa mas se ele já veio assim, se ele já veio assim antes de conhecer a Cristo não pode ser pastor e ponto,Deus não escolheria ele pra Pastor então se uma pessoa dessa é pastor não foi Deus quem deu esse título a ele mas o próprio homem que por sua desobediência tenta da um jeitinho,isso não está correto ,é o famoso( Deus entende),mas a palavra de Deus não volta atrás ele é e sempre será o mesmo o que tem acontecido é falta de discernimento espiritual,tem gente em certas igrejas que são amantes e diz que Deus usa ela para revelar para outras pessoas eu conheço ,mas elas acreditam de todo o coração sabem que está errada mas acredita que Deus vai fazer a obra na hora que ele quiser é no tempo de Deus,olha só,veja se isso está correto.Temos que entender se na Blíblia diz não simplesmente essa é a resposta e fazer o que está lá.mas o homem com sua astúcia e usado pelo diabo é o único que tenda distorcer a palavra, Pastor Deus seja louvado pela sua vida pelo seu discernimento e pela sua sabedoria,pois não veio do homem mas de Deus

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  5. Se a mulher de um pastor for flagrada em adultério, biblicamente o pastor pode se divorciar dela e não vejo impedimento em que ele reorganize a sua vida casando-se com outra .
    “Em I Tim. 3:2 no texto em epigrafe, temos as qualificações para o pastor: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é do grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: I Tim. 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa, inacusável.”

    Seguindo o raciocínio do articulista, infiro que o fato de a mulher ser pega em adultério, torna o seu marido alguém de quem se pode falar, que se tem algo contra, com mancha, com culpa e acusável. Ora, se foi a mulher quem errou (e aí eu não estou querendo saber se teve ele alguma responsabilidade na atitude que ela tomou de trai-lo) ela é a responsável pelo fato e não ele, visto que poderia ela antes de qualquer coisa, dialogar com seu marido, tentando achar um denominador comum para solução da pendenga que por ventura existisse. Se seguirmos por esse caminho, estaremos voltando ao Velho Testamento tentando reviver aquela máxima de que os país comiam uvas verdes e embotavam-se os dentes dos filhos e que foi condenada por Deus, segundo vemos no livro do profeta Ezequiel (18:2,3).

    É mister que nos lembremos que as recomendações de Paulo a Timóteo, são recomendações “Paulinas”. São recomendações dele Paulo, dentro de um contexto no qual era observado o dia a dia dos judeus e seus costumes que diferiam dos costumes dos demais povos, dai a preocupação de Paulo quanto ao divorcio do pastor.
    De igual maneira, podemos trazer à memória uma outra recomendação paulina de que a mulher deve ficar calada na igreja. 1 Timóteo 2:11-13.
    11 A mulher deve aprender em silêncio, com toda a sujeição.
    12 Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio.
    13 Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva.
    14 E Adão não foi enganado, mas sim a mulher que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora.

    Pergunto: Agem assim hoje os pastores e Igrejas? Claro que não! Esta é uma orientação esdruxula e que não cabe em nosso contexto ocidental. Existem mulheres que são muito mais sábias do que certos homens que pregam o evangelho. O que dizer dessa citação paulina ? “Não inclua nessa lista as viúvas mais jovens, pois, quando os seus desejos sensuais superam a sua dedicação a Cristo, querem se casar. Assim elas trazem condenação sobre si, por haverem rompido seu primeiro compromisso”. Casar para uma viúva era errado? (Leia-se todo o capítulo 5 de I Timóteo).
    Mais uma vez entramos no contexto cultural no qual Paulo vivia.

    Em I Tm 3.12 "O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar bem seus filhos e sua própria casa..." , não creio que seja esse o entendimento ao qual se refere o articulista. Entendo que a referência seja ao fato de o homem ter duas mulheres, como era costume dos povos com os quais os judeus conviviam naquela época.

    Interpretações literais de textos bíblicos são perigosas pois podem levar a entendimentos que fogem do contexto, desvirtuando o sentido.

    Transcrevo aqui o que escreve JND Kelly em seus comentários às cartas de Paulo a Timóteo:
    “Timóteo deve expor estas coisas aos irmãos. O verbo usado (Gr. Upotitheesthai) não contém nenhuma nota de autoridade ou mandamento peremptório. Conforme observa João Crisóstomos: “Não escreveu “ordenando”, não escreveu “instruindo”, mas , sim, “sugerindo”, ou seja: como se desse conselho”. As “sugestões” (estas coisas) são os princípios resumidos... e reafirmados em termos mais gerais...” (N.D. Kelly,Jonh; A Commentary on the Pastoral Epistles, 1963).

    Em suma, este é um resumo do que penso sobre este assunto. Prometi que evitaria debates sobre assuntos religiosos on line, mas resolvi quebrar essa promessa .

    Forte abraço aos participantes da discussão.

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    1. Ok, agradeço seus comentários Jesser Medeiros, mas comete alguns equívocos com relação as orientações paulinas nas cartas pastorais que se referiu, pois ali a interpretação não é cultural como nas outras menções que faz (mulheres de Corinto), mas literais e outro equívoco que comete, é entender como uma visão exclusiva de Paulo e não de Deus, ou seja, direcionado pelo Espírito Santo (aqui corre-se o risco e o perigo de questionar a credibilidade, inerrância e sem dúvida, a inspiração divina nestes textos). A verdade é que as recomendações e exigências para o episcopado, são para a Igreja em todas as épocas e não apenas ali e no contexto cultural daquela época e local (mesmo que levem em consideração questões daquele momento), Não são apenas princípios, mas normas claras e objetivas para o exercício pastoral.
      Temos que compreender que existem textos normativos como este a respeito dos critérios para alguém exercer o pastorado (ou episcopado) e outros, como bem acentua, onde temos que extrair os princípios ali contidos.
      Sou professor de exegese bíblica e busco sempre a correta interpretação e entendo que fui coerente e alinhado com a intenção do autor bíblico.
      Com relação as posições que menciona a respeito de "marido de uma só mulher", são opiniões conhecidas que respeito mas discordo. O entendimento que tenho do texto bíblico e do tema são aqueles que menciono no artigo em questão e lá fundamento estas posições biblicamente, as quais refutam suas argumentações, que repito, respeito.
      E por fim, quando introduz o seu comentário menciona um caso específico como ilustração e questiona se o marido ali em questão "pagaria" a culpa pelo pecado (adultério) da esposa. Concordo com sua argumentação até o ponto em que o pecado da esposa não torna o marido pastor repreensível. O entendimento bíblico é de que mesmo não sendo o marido pastor, o adúltero ou o causador dos males, ele não é mais "padrão" (exemplo) para os fiéis pois o seu próprio casamento ruiu e fracassou, não tendo tido governado bem sua própria casa.
      Devemos entender que para aqueles que é dado muito, muito também é cobrado. Não falo em perdão de Deus mas em exercer o pastorado (aqui ressalto a aplicação das recomendações claras e objetivas neotestamentarias) O pastor deve ter uma vida ilibada, sem motivos que escandalizem ou que façam que perca a credibilidade como líder.
      Portanto, o caso que menciona torna, sem dúvida alguma, o pastor reprovado para o ministério pastoral.
      Abçs e Deus o abençoe.

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    2. Muitas pessoas fracassam antes de serem ministros, ou antes da conversão, a palavra no texto diz que "convem" que seja, não é de forma alguma uma ordem absoluta, antes é um conselho... Não há dúvidas portanto que poderiam haver exceções lúcidas para alguns artigos, como o vinho por exemplo que é aconselhado a Timoteo. E sabemos que marido de uma só mulher, se referia aos casamentos poligamicos que haviam na época entre os gentios convertidos. Se não, mesmo os viuvos seriam maridos de mais de uma mulher o que seria inaceitável. Quanto a irrepreensível isso é completamente relativo, uma pessoa que é irrepreensível para você pode não ser para mim e vice-versa. Os fariseus e saduceus eram considerados irrepreensíveis para o povo da época de Jesus, mas para Jesus não eram. Os discipulos de Jesus foram considerados repreensíveis por colher milho no sábado, não jejuar e comer sem lavar as mãos, mas para Jesus isso não foi considerado repreensível. O próprio Jesus foi considerado reprovado neste quesito pelos fariseus que não o aceitavam comendo e bebendo com publicanos e pecadores... E o apóstolo Pedro deveria ter entregado seu ministério após ser repreendido por Paulo por preconceito contra os gentios? Ser repreensível ou não deve ser analisado a luz da cultura moderna.

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    3. Caro irmão (ou irmã)
      Algumas obs. são necessárias:

      a) o caso do vinho a Timóteo nada tem a ver com o tema em questão e não serve nem como ilustração ou princípio a se seguir, pois se trata de outro contexto e assunto.
      b) Penso que um conselho bíblico (e não é o caso, mas supondo-se que seja), é sim um princípio a ser seguido. obviamente existirão aqueles que não seguirão e neste caso, cometem um erro, o que a Bíblia chama de pecado.
      c) As exigências são feitas a cristãos e mais, a cristãos que desejavam o episcopado e não a gentios não convertidos. Claramente estes gentios convertidos já sabiam que a poligamia era um erro e os candidatos ao episcopado, sem dúvida, já sabiam disto também. A exigência aqui é para ser marido de uma só mulher (não ocasionalmente, mas permanentemente). O artigo explica tal questão.
      d) A questão de ser "irrepreensível" e o seu conceito do relativismo tão propagado atualmente na pós modernidade não se sustenta, como também o próprio conceito de uma forma geral, frente as Escrituras.
      A questão não é o que eu ou outros entendem sobre ser irrepreensível, mas sim o que o Deus da Bíblia entende sobre isso (há um absoluto aqui), e concordo que ser irrepreensível não se resume a esta questão de adultério, divórcio, novo casamento, exigências para o pastorado, etc, claro que não, existem inúmeros outros pecados que tornam o pastor repreensível e reprovado para o ministério. Um destes pecados, menciono, é a não aceitação e obediência a verdades bíblicas claramente reveladas na Palavra.
      E finalizando, a sua observação final de que devemos aplicar o texto bíblico segundo a cultura moderna é verdade, entretanto, os princípios bíblicos sempre são e devem ser aplicáveis em todas as culturas, épocas e locais onde situações e circunstâncias semelhantes as da passagem bíblicas de onde foram extraídos, ocorrem. Desta forma, as exigências para o pastorado são aplicáveis hoje em nossa cultura, época e contexto..
      Deus abençoe sua vida.

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  6. Antes de mais nada... nao conheco pastores irrepreensiveis. Na maioria da minha experiencia eclesiastica conheci mais "ovelhas" exemplos para seus pastores do que o contrario. Agora qua ndo a biblia fala de ser marido de uma so mulher nao se trata de divorcio e sim de poligamia, que era pratica do publico pra quem a carta foi dirigida. Outra coisa e que a logica varias vezes empregada no texto leva a crer que pastores que se casaram de novo nao tem autoridade para falar do tema, e com isso entendo que pastores que pecam em todas as outras coisas nao podem pregar sobre nada a nao ser casamento. Prefiro ouvir pregacao de um pastor divorciado ao que nao entende de exegese. Deve ser por isso que nao tenho saido muito de casa aos domingos.

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    1. Será que Deus se equivocou então ao usar este termo (irrepreensíveis) quando nos ensina os critérios e exigências para o pastorado, caro Ayosunu Oliveira?
      E somente mais algumas observações ao seu comentário são necessárias:
      1. Sua experiência com pastores deve ter sido a pior possível segundo o que menciona, mas isso não significa que não existam pastores fiéis as Escrituras e tementes a Deus.
      2. A questão da poligamia que menciona, é tratada no artigo. Penso que não leu atentamente.
      3. Realmente entendo que pastores que optaram por um segundo casamento estão reprovados para o ministério pastoral (não é a lógica do artigo, é minha clara posição e entendimento bíblico).
      4. Muitos outros pecados impedem que um pastor prossiga ou um candidato seja encaminhado ao pastorado, mas o artigo se refere as exigências específicas, claras e objetivas postas e reveladas por Deus em Sua Palavra.
      5. Se prefere ouvir uma pregação de alguém que se tornou repreensível para o pastorado, fez sua escolha e juntamente com ela colherá suas consequências.
      6. Com relação a exegese bíblica que menciona, apenas lhe informo que sou Mestre em Teologia, formado no Mackenzie e professor titular desta cadeira e disciplina. Penso que entendo razoavelmente sobre isso.

      Por fim, observo que seu comentário está muito impregnado pela emoção, talvez por problemas que tenha ou esteja vivendo e/ou por não estar congregando regularmente em uma igreja, ouvindo, aprendendo, comungando com seus irmãos. Sugiro humildemente que invista mais na reflexão bíblica e menos na paixão que nos engana.
      Deus abençoe sua vida.

      Em Cristo,
      Pr. Magdiel G Anselmo.

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    2. Ele não errou. Alguns divorciados continuam irrepreensiveis, pois em nada deram causa ao divórcio. Você não pode culpar a Deus pelas falhas de seu povo e não pode culpar uma esposa ou marido pela culpa de seu conjuge.

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    3. Verdade. Eu não posso culpar ninguém. O juízo pertence a Deus. Apenas expus o que a Palavra de Deus nos revela. Deus o ilumine para entender.

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  7. http://m.adoracaototal.webnode.com.br/divorcio%20e%20repudio%2c%20%20qual%20a%20diferença-/

    Sou divorciado de uma filha de pastor. A mesma no namoro era uma santa, após o casamento não queria compromisso, queria festa, bebedeira, me desrespeitava e diversas vezes me incitou para agredi-la. Teve intervenção da família, nosso pastor, etc. E a afirmação da mesma foi que o casamento foi a fuga da rigidez que ela vivia... e que nunca houve amor. Agora lhe pergunto, é a vontade de Deus que eu fique solitário e infeliz para o resto da minha vida? Devo ficar correndo atrás e me humilhando a uma pessoa que não quer saber de nada? Eu creio no poder de Deus e na restauração.. mas creio que Deus respeita o livre arbítrio, Sr a pessoa não quer, Deus não obriga. Senão não existiriam desviados. Enfim, estou proibido de casar e ter uma vida feliz e completa? Ter a chance de ser amado de verdade e realmente amar alguém que seja merecedor do meu amor? Desculpe, mas não posso concordar com essa mensagem.

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    1. Até entendo seus questionamentos e inconformismo caro irmão, mas na verdade, a mensagem do artigo é fundamentada na opinião de Deus revelada nas Escrituras sobre a questão. Sendo assim, não é minha opinião e mensagem, mas de Deus.
      A Palavra de Deus em inúmeras questões e temas não é pra ser entendida ou para nos agradar, do contrário, é para crermos e obedecermos.
      Sugiro, humildemente, que estude e analise a Palavra mais profundamente para encontrar respostas e paz para aceita-las pela fé.
      Abçs e Deus o abençoe.

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    2. Essa é a opinião de Deus? E qual a opinião de Deus para adulteros dentro do casamento? Que devemos continuar com a pessoa? Deus continua com seu povo se este se tornar adultero? Se por exemplo eu me tornar um feiticeiro e cometer adultério espiritual contra Deus ele continuará comigo? Me levará ao Céu? Ou vai me abandonar aos meus pecados e continuar abençoando outros que não erraram? Qual a opinião de Deus acerca do adultério de Israel? Agora te digo uma coisa, não é bom que o homem fique só. Essa também não é a opinião de Deus? E digo mais como andarão dois juntos se não estiverem de acordo? E melhor é serem dois do que um? Porque Deus permitiu o divórcio no Antigo Testamento mesmo odiando? Permitiu pela dureza do coração? Então posso viver em adultério espiritual para sempre, adorar outros deuses pois Deus não pode se divorciar de mim afinal o casamento é eterno? Não! Mil vezes não tal ideia é completamente fora do contexto da realidade. Sim Deus odeia o divórcio, mas ama os divorciados. E se o sangue de Jesus não é poderoso para purificar de todo o pecado e limpar a consciencia do homem, de restaurar o divorciado e fazer dele uma nova criatura, com uma certidão de nascimento novinha que o libere inclusive para um novo casamento, que Deus é este? Que sangue é este? Sim, Deus perdoa o arrependido e o purifica e permite uma nova vida. Agora existem pastores que já foram estupradores, ladrões, pedófilos, assassinos, mentirosos e mudaram de vida pelo sangue de Jesus. Vocês acham mesmo que alguém que se divorcia e nem queria se divorciar, mas foi obrigado, não pode ser limpo pelo mesmo sangue? E que tipo de igreja maldita é essa que não perdoa e recebe o pastor que teve problemas em seu casamento, que sofreu mas não conseguiu salvá-lo? Não gostaria de fazer parte de uma igreja dessas. Os pastores muitas vezes perdem dias e noites ajudando os irmãos em suas fraquezas e dores, mas quando ele passa por uma luta e perde a igreja vira as costas para ele... Não queria fazer parte de uma igreja assim. E digo mais, apenas quem passou pela dor de um divórcio não querendo divorciar, mas sendo vítima da ação, é que sabe a dor que é, e se numa hora como essas o pastor se vê forçado a perder alem da sua esposa, também seu ministério e essa é a opinião de Deus, francamente eu discordo dela. Mas não acho que seja. Acho que é a opinião do clero e do povo insensível, o sangue de Jesus perdoa, purifica e da nova vida. Nós não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça, todos pecaram e todos carecem de perdão. Os pastores e membros divorciados também.

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    3. Entendo sua dor e seu sofrimento e também entendo que sua indignação se deva a isso. E penso que seus questionamentos "que Deus é esse?" "Que sangue é esse?" deve ser direcionado ao próprio Deus e não a mim. Por fim, é compreensível sua emoção, mas continua equivocado. Eu não posso e não devo mudar o que a Palavra nos revela sobre a questão de divórcio e novo casamento, e sobre os critérios exigidos para o exercício do pastorado porque irmãos sofrem e não aceitam a verdade bíblica.
      Esta é a verdade meu irmão, aceitando ou não.
      Deus o ilumine.

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  8. Meu amado, quando é que Deus vai ODIAR, algo que Ele na Lei e em Jesus permitiu, mesmo com restrições e não como regra? Ainda que não conhecesse hebraico ou grego, já seria motivo para refletir... Ml 2:16 não diz em tradução restrita que Ele abomina DIVÓRCIO e sim o REPÚDIO... um é bem diferente e distante do outro e não cabe a mim entrar em detalhes...

    Vc nunca viu Deus permitir coisas que Ele sempre abominou... matar é proibido, mas Davi não foi desqualificado pelo adultério e assassinato, etc,,, Se Jesus abriu exceções e Paulo tambémm percebo que as vezes queremos ser mais realistas que o Rei¹

    Aliás, vc disse que se fundamenta na Palavra, mas não fez isto... apoiou-se em pressupostos de interpretações. Deus tenha misericórdia de vc ao tratar algo tão delicado e profundo de maneira tão superficial!

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    1. Caro ????
      A interpretação do texto que menciona em seu comentário é totalmente equivocada, e como não entrou em detalhes, também não entrarei, mas apenas lembrando que muitas vezes somente o termo literalmente na língua original não é a forma mais honesta com o campo semântico (sentidos) que o cercam, por isso e para isso que existem a exegese e a hermenêutica bíblica.
      Davi não foi desqualificado pelo adultério e assassinato??? Não houve consequências ???Precisa rever esta observação, mas também lembro que Davi não era autoridade ou liderança espiritual, mas sim política (rei), os sacerdotes e por vezes, os profetas que exerciam este ofício.
      E se mesmo depois de ler o artigo, ainda diz que não me fundamentei na Palavra e sim em pressupostos de interpretações (não entendi esta observação pois a Palavra só tem uma interpretação), penso que realmente fica difícil dialogar aqui pois analiso textos bíblicos e não suposições de pessoas.
      E por fim, sem dúvida, preciso da misericórdia de Deus (assim como também o sr), por isso, que sempre busco estudar e praticar o que Deus nos revela em Sua Palavra sem buscar atalhos que somente defendem minhas opiniões ou vontades.
      E por fim, apenas lhe informo que sou professor de Grego e Hebraico Bíblico e penso que conheço um pouco deste tema (não seria leviano de postar algo que não tenha convicção bíblica).
      Mas enfim... agradeço seus comentários em meu blog pessoal.
      Deus o abençoe.


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    2. E somente mais uma observação, a pelo menos 20 anos trato com casais com estes problemas mencionado no artigo. Não sei se alguma vez aconselhou casais ou buscou ajudar pessoas afligidas por adultério, divórcios e outros problemas conjugais, mas eu sei bem da delicadeza e profundidade do tema pois lido com isso constantemente e vejo Deus agir e restaurar casamentos e vidas e não considero o que a Bíblia revela (e foi isto que expus no artigo) como sendo uma forma superficial. A Bíblia é a Palavra de Deus e é nela que pauto e fundamento minha vida, meu casamento, meu ministério e meu aconselhamento pastoral.
      Sugiro que tenha mais reflexão bíblica e menos paixões carnais.

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  9. Boam dia.

    Fui pastor e missionário trasncultural por varios ano, minha mulher me abandonou, abandonou a fé e se juntou a outro homem, Pediu o divorcio, e depois de longos 12 anos de abstinência e espera, conheci uma mulher e nos casamos, Minha ex mulher continua com amante dela, e eu e minha esposa, nos preparamos para retomar o ministério, depois de 14 anos apos meu afastamento do serviço ministerial.

    Qual a sua opinião sobre este caso?

    Obrigado.

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    1. Minha opinião já expus em meu artigo e as reitero aqui. Não há exceções. As recomendações bíblicas que descrevi abrangem todas as situações que possam existir acerca do assunto.
      Penso que pode, e deve, servir a Deus juntamente com sua esposa, mas para o ministério pastoral não mais. É o entendimento honesto das Escrituras sobre este tema.
      Deus o abençoe.

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    2. ACREDITO ,QUE HA UMA FESTA NO INFERNO AO VER TANTOS IRMÃOS DEFENDENDO SEU PONTO DE VISTA,SOMOS O ÚNICO POVO QUE ESQUECEMOS DE LUTAR PELOS NOSSOS AINDA QUE ATINGIDOS PELO MAL ,VAMOS ORAR POVO DE DEUS SE FOR PARA LEVANTAR QUE O SENHOR LEVANTE PELO SEU ESPIRITO ,MAIS PARA COM ESSA MENINICE DE ACHAR QUE SEU PONTO DE VISTA E MELHOR ,FAÇA COMO ELIAS VAMOS ORAR PELA SAUDE DA IGREJA E DEUS NOS RESPONDERA COM FOGO .CONHEÇO PASTORES QUE PASSARAM POR ISSO E HOJE ESTAO NAS RUAS MENDIGANDO,CULPA NOSSA TEMOS FALSA PIEDADE DANDO SOPAO PARA OS DE FORA MAIS SOMOS INCAPAZ DE ESTENDER A MAO PARA UNS DOS NOSSOS PARA COM ESSE NEGOCIO DE MATERIA VAI VIVER O VERDADEIRO EVANGELHO ,SE DAR POR ALMAS SEM SABER QUEM É .

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    3. Com todo o respeito (algo que não teve em seu comentário) não sabe o que ou do que está falando. Sequer se identifica. Mas, enfim, eu li suas sugestões e observações, mas prefiro ficar com as orientações contidas nas Escrituras acerca deste tema e de outros. Penso que sua indignação com as orientações de Deus que expus no artigo devem ser porque elas lhe atingiram. Que bom. Que seja um início para uma reflexão mais profunda acerca do que realmente é servir e seguir a Cristo (obedecer), algo que ainda, tendo seu comentário como base, vejo que não aprendeu. Deus o ilumine pra entender. Graça e Paz.

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  10. Gostaria de tecer algumas considerações sobre esse assunto tão em voga nos nossos dias, é um tema que nunca chegará a um consenso, pois se formos discutir Exegese e outras matérias teológicas ficaríamos para sempre falando e ainda assim não chegaríamos a lugar nenhum.O debate bíblico é sempre bom e enriquece o conhecimento, mas nossa fragilidade diante de um Deus tão Absoluto em tudo, nos restringe a meras especulações próprias de idéias sobre o assunto. Só pra exemplificar o que quero disser : Em Ec 3.3a está escrito que há tempo de matar, enquanto o próprio Decálogo faz tal proibição.Eu chego a conclusão de que quem está trabalhando pro Senhor sem dolo e de boa mente, vai receber sua recompensa naquele Dia. E há demandas que só geram discussões inúteis e que em nada acrescentam a nossa fé.Há pessoas ¨qualificadas¨ para realizarem tal tarefa mas não fazem e há pessoas ¨desqualificadas¨que acabam realizando a tarefa com afinco, então, prefiro deixar Deus que é muito mais sábio do que todos nós essa parte do julgar se está certo ou não essa atitude. Obs , Um casal só vive até que a morte os separe quando eles entendem o que é uma Aliança verdadeira. Pr Nilton

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    1. Caro Pr. Nilton, o tema em questão não tem a necessidade de ter consenso, ou seja, ou se aceita o que as Escrituras claramente nos revelam ou não se aceita. É simples assim. Não vejo o meu artigo como especulações mas como a constatação de uma verdade bíblica, repito, claramente revelada nas Escrituras. Com relação a exegese bíblica e disciplinas teológicas penso que nos ajudam a entender e interpretar corretamente a Bíblia, nunca o contrário. E somente como observação quem julga é a Palavra e não nós. Não houve em meu artigo qualquer julgamento meu pessoal, simplesmente expus com honestidade e diria, coragem, o que Deus pensa acerca do tema, pois considero as Escrituras a Palavra de Deus, manual de regra e fé cristãs. Com relação a Aliança verdadeira, veja que trato no artigo de casamento entre cristãos que sabemos deve ter esta conotação e ideal sempre, do contrário não seria um casamento cristão. Mas agradeço seu comentário mesmo que este não tenha tratado especificamente do tema do artigo. Deus o abençoe.

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  11. Sim, plenamente de acordo! O pastor divorciado, foi reprovado por Deus! Com exceção dos motivos elencados por Jesus, adultério, prostituição da outra parte, desde que, o pastor, não tenha dado causa ao adultério. Muitos maltratam suas esposas, as desprezam no relacionamento intimo, humilham-na com palavras (Gorda, fria, etc...), nestes casos, ele é tão culpado, quando a adúltera. O pastor divorciado, perde a autoridade para ajudar uma família que está com dificuldade no relacionamento, pois como vou receitar um remédio que não serviu para mim? Assim como reis ungidos, eram rejeitados por Deus, assim também os pastores o são, foram reprovados. Não estamos falando de salvação, pediu perdão a Deus, o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado, porém, não tem mais autoridade para estar a frente de um rebanho.

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  12. Li o artigo e considero-o merecedor de atenção e respeito pelo seu autor que não dá ares de "todo poderoso", restringe-se a analisar a questão "divórcio" à luz da Bíblia e vi que tem até pouco ou nada da "razão humana", assim, é preciso levar a sério porque, não podemos mudar o que está escrito para adequá-lo a nossa realidade social. Tenho um coração altamente quebrantado e respeitoso com quem entrou pela via errada e não acha o retorno, todavia, a Palavra de Deus fica firme e não muda.

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  13. TA DE PARABÉNS, O PASTOR MAGDIEL ANSELMO.
    ÓTIMO, TEMA ,COMO FALA A PALAVRA NAO ESTAMOS AQ PR CONFORMA COM AS OBRA DA TREVAS MAIS CONDENÁ-LAS EFÉSIOS 5,11
    DEUS TE ABENÇOA AMADO .

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  14. Pastor Magdiel, entendi perfeitamente sua explicação e concordo plenamente, os pastores que se divorciam não perdem sua salvação havendo arrependimento, mas não se encontram mas aptos para estarem a frente de uma liderança, fácil de entender, parabéns pela sua explicação. A paz do Senhor Jesus.

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  15. PR uma dúvida sou pastora e fui traída pelo meu marido que não era evangélico.Eu estou errada por ter entrado c o pedido de divórcio pois, ele me traiu 3 vezes em 17 anos de casados.

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    1. Há três questões aqui, o pastorado feminino, o casamento com ímpio e o divórcio. Mesmo tendo convicção formada a respeito, não vou entrar no mérito da primeira questão pois o artigo não trata disso, com relação a segunda e a terceira questões, veja que um pastor não pode estar no exercício do pastorado casado com alguém que não seja reconhecidamente convertida, pois seria contra tudo aquilo que a Bíblia nos ensina e exige com relação a casamento, jugo desigual, etc... Com relação a ter pedido o divórcio, sendo traída, existe a possibilidade bíblica de um cristão se divorciar no caso que menciona, mas para pastores o divórcio o desqualifica para o pastorado pois seu próprio casamento foi exemplo de que não soube governar sua própria casa. Sendo objetivo, e já expus no artigo todo o embasamento bíblico necessário, pastores divorciados são pastores reprovados, não importando se foi vítima ou não.

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    2. Mas veja que mesmo entre cristãos que não sejam pastores, o perdão no casamento deve ser a prioridade e opção num caso de traição (adultério) sempre e não a separação ou divórcio. A separação ou divórcio num casamento entre cristãos sempre será um fracasso para os dois cônjuges. Deus tolera em casos específicos e comprovados de adultério, mas não deseja esse divórcio. Já num casamento de um pastor, segue-se o mesmo princípio mas soma-se o agravante de se tornar repreensível e reprovado para o pastorado. Esta é a verdade bíblica. Espero ter lhe ajudado, Deus a abençoe.

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    3. 1 Coríntios 7:13 Da mesma forma, se uma mulher tem marido incrédulo, mas este consente em viver com ela, não se separe dele. 14 Porquanto o marido descrente é santificado por causa da esposa cristã; e a esposa incrédula é santificada por causa do marido crente. Se assim não fosse, seus filhos seriam impuros, mas agora são santificados. 15 No entanto, se o incrédulo decidir separar-se, que se separe. Em tais circunstâncias, nem o irmão nem a irmã estão sujeitos à servidão; pois Deus nos chamou para vivermos em paz. …

      Desculpe-me de achar-me que quero ensinar ou coisa parecida, apenas, quero colocar aqui um entendimento, que esta claro se o incrédulo abandonar a/o crente esta livre.

      Sim o perdão deve existir independentemente de continuar a viver com a pessoa.

      Se existiu a traição, esta claro que a pessoa esta livre caso não queira mais viver com o/a traidor (a).

      Sim, a Bíblia permite o divórcio. Mas Jesus disse que há apenas uma razão aceitável para pôr fim ao casamento: “Todo aquele que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de fornicação [sexo fora do casamento], e se casar com outra, comete adultério.” — Mateus 19:9.

      Deus odeia quando alguém se divorcia por motivos enganosos e traiçoeiros. Ele ajustará contas pessoalmente com os que abandonam seu cônjuge sem motivo bíblico, em especial quando fazem isso para ficar com outra pessoa. — Malaquias 2:13-16; Marcos 10:9.


      Em questão do pastorado feminino é bem complexo o entendimento, a mulher pode sim exercer funções no mistério para proclamar o EVANGELHO, porém, o PASTORADO apenas MASCULINO e desde que esse casado como colocado nesta matéria. Não acredito em Pastorado solteiros e feminino. A mulher tem seu papel na OBRA de DEUS, mas, existem regras e questões claras ao estudarmos as escrituras, e esta não esta em questão deste artigo.

      Grata por oportunidade de expressar-me... DEUS abençoe-os.

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  16. Então se traiu pode separar? Que legal! Onde entra o perdão? Sua mulher/marido te traiu e a primeira coisa que faz é separar? Como você quer ser perdoado se não sabe perdoar?

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  17. ainda bem que é jesus quem sonda os corações,e não faz acepçao de pessoas,cada caso é um caso,em todos os termos,olhar de jesus esta no perdão,o divorcio é dureza de coração,pq pensamos,oq vão dizer de mim,quando jesus chego no poço onde estava a samaritana jesus ja sabia da situação desta mulher,e disse a ela chama o teu marido,ela disse não tenho marido,jesus disse falaste bem tivesse cinco e este que tem não e teu marido,e pedro fico preocupado,e disse,senhor quando chegar no ceu qual deste lhe sera seu marido,e disse jesus,não se casam e nem se da em casamento mais serei com os anjos,conheço alguns homens que se dissem ser homens de DEUS,pregadores grandes na sabedoria terrena,pq do ceu não tem nada,senão adulterio no coração,homens casado uma x so,com uma esposa so,mas quando chegam de suas viagens,primeiro vão ate uma prostituta gastar o dinheiro que ganharam em suas ofertas,me diga qual é a diferença,de uma pessoa que se divorcio pq seu relacionamento ouve infedelidade conjugal,tambem conheço pessoa que casaram uma segunda x,mais so tem aquela,e estao vivendo felizes. amem,artigo maravilhoso,parabens ao pr que o publico.

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    1. Graça e Paz Joceli Bagetti, a verdade é que não é "cada caso um caso" pois as Escrituras são muito claras com relação ao tema (orientações e requisitos para o exercício do pastorado). A interpretação bíblica não está sujeita as nossas impressões, opiniões ou considerações. Ela é única e não particular. Com relação ao que menciona de atitudes nefastas de pastores, se sabe disso e tem comprovação, deve ir até esta igreja e denunciar este falso líder. Esta é a atitude bíblica que todo cristão deve tomar frente ao que mencionou. Com relação a um pastor que se casa pela segunda vez, prossegue pastoreando e afirma estar feliz, questiono tal felicidade por conhecer muitos e ser confidenciado de seus conflitos e angústias decorrentes disso. Mas, mesmo que assim seja, não é a felicidade momentânea ou mesmo alegria e satisfação que devem guiar nossa vida, mas sim o que nos ensina e revelam as Escrituras. Já conheci muitas pessoas que estavam em pecado consciente e afirmavam que eram felizes. Penso que a alegria do Senhor, esta sim, é a minha força.
      Mas agradeço seu comentário aqui. Deus a abençoe.

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  18. Puro Farisaísmo. Deus agora escolhe os pecados que vai perdoar? E se ele perdoou, quem pode negar o Perdão? Seria o homem mais perfeito que o Senhor? Acaso há homens ou mulheres que sejam exemplo em tudo? O nosso exemplo de perfeição não é mais Jesus, mas o Pastor, o qual esta debaixo da mesma sentença de que "todos pecaram"? Farisaísmo, só isso.

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    1. Caro Paulo José, o artigo não trata do perdão, que óbviamente é dado por Deus a todo aquele que se arrepende e deixa o pecado, mas sim das qualificações BÍBLICAS para o pastorado. Penso que não entendeu a questão posta. E com relação a farisaísmo nem vou comentar pois não faz o menor sentido esta sua citação.
      Se tiver vontade de entender a questão tratada no artigo leia os textos mencionados e usados honestamente para trazer luz ao tema e a coerente argumentação advindas deles. Mas, confesso, que a intenção não é convencer ninguém, mas apenas comunicar a verdade bíblica revelada nas Escrituras sobre o assunto, os leitores aceitando ou não.
      Deus o abençoe.

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  19. Paz e Graça do SENHOR JESUS a todos.

    Pr. Magdiel G Anselmo.

    Pastor este artigo é muito esclarecedor, verdadeiro e abençoado, muitos não querem mais pregar o EVANGELHO GENUÍNO, pois, estão visando alcançar na verdade o mundo e não a DEUS, e não a proclamar o que DEUS ordena, pois, infelizmente o mundo já tomou conta da IGREJA, como o Pastor colocou no final, DEUS Ele é misericordioso, Ele perdoa, ALELUIAS e GLÓRIAS a DEUS. Mas, claramente que para o pastorado não mais poderá.

    Mas, tenho uma dúvida, não sei se poderá me responder, mas, se sim, já agradeço-te: A dúvida é caso a pessoa se divorciou antes de conhecer o EVANGELHO, não nasceu num berço CRISTÃO verdadeiro, apenas depois de muito sofrimento se entregou ao SENHOR JESUS, este não estaria lavado e redimido pelo sangue do SENHOR JESUS podendo a exercer o Pastorado? Diferente daqueles que estão exercendo o PASTORADO e fazendo da mameira deles, pois,e sses já são conhecedores da palavra?

    Também em questão que costumo aconselhar para solteiras (os) recém convertidas e como creio que o SENHOR falou a mim mesma que sou solteira e outrora era do mundo, mas, que ao aceitarmos o SENHOR JESUS, então voltamos a sermos puros/virgens, pois, fomos lavadas (os) e redimidas (os) pelo SANGUE do SENHOR JESUS, assim devemos nos manter intactas (os) até nos casarmos ou irmos assim para glória sem mais termos intimidades se não casadas (os) como outrora fazíamos antes da conversão e conhecimento verdadeiro do querer do SENHOR de fato, então se, se convertermos e não mais cometemos o erro de outrora que não eramos conhecedores da verdade e soubemos apos esperar o casamento e saber que este é para sempre, estamos lavados pelo SANGUE de CRISTO ou mesmo assim não poderíamos exercer o Pastorado?

    Não sei se fui clara, mas, já agradeço-te, e em nome do SENHOR JESUS que DEUS o abençoe-o cada vez mais e mais para nos esclarecer no querer d'Ele e não o nosso.

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    1. Depois de uma meditação, e rever algo que havia falado algum tempo, digo que concordo, mas, em partes não.... Porque o que o homem não separa é o que DEUS realmente aprovou e uniu, e não casamentos sem direção d'Ele, não acredito que uma união fora desta visão é dizer que DEUS uniu, pois, é obvio o que DEUS uniu o homem não separa, não o que o homem uniu, afinal, muitos mesmo casando-se na igreja não entendem e somente casam para a sociedade, mas, não pelo um querer e obediência ao SENHOR, logicamente isso não é desculpa para esse tal de casa e separa que vemos nos dias de hoje, porém, os que já foram alicerçados/libertos na palavra e ficam neste tal de casa e separa esses realmente estão fora do que DEUS ordena, acredito quando um real arrependimento, um real entendimento e provando a DEUS que aprendeu a lição que agora espera n'Ele, etc... com certeza se haver um segundo casamento essa união "sim" seria o que DEUS uniu o homem não separa. Sei o que esta em pauta é o pastorado, por isso mesmo, pelo sangue do SENHOR JESUS o que ainda não estava liberto, etc... e se converte, creio sim que esse foi redimido pelo sangue do cordeiro e pode ter sim chamado para obra/pastorado, AFINAL o sangue do SENHOR JESUS liberta ou não? Agora um que se diz já pastor, liberto, alicerçado na palavra, e fica casa e separa, esta realmente fora dos padrões dos mandamentos do SENHOR!

      Apenas para finalizar, temos livre arbítrio, separar por traições ou casos hediondos, é permitido "sim" DEUS não é carrasco, perdoar é necessário, mas, isso não significa que precisa ficar com a pessoa.

      Afinal o SANGUE DO CORDEIRO LIBERTA! Agora depois de liberto de fato e conhecedor da palavra, e ficar nesse tal de pecando e pedindo perdão, DEUS é misericordioso, mas, tem uma hora que Ele dá sim um basta, então vigiemos!

      Obrigada por poder opinar, e desculpa desta minha visão dobrada, pois, deixei comentários parecendo contraditórios comesse, mas, não são, é apenas visões amplas e diferentes que também podem ser meditadas e analisadas, o julgo do SENHOR é leve, devemos sempre alertar do pecado, mas, tomar cuidado com julgo pesado.

      Sei e creio que a porta é apertada e não larga, não devemos querer facilitar, mas, tem cousas, que entendemos sim que DEUS é misericordioso.

      É isso, paz do SENHOR JESUS....

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    2. Graça e Paz Regina, primeiro agradeço por mais vez comentar aqui. Todos os comentários são úteis mas principalmente os que são bem educados e equilibrados nas palavras como os seus. Com relação ao que comenta, e como me refiro no artigo as qualificações bíblicas para o pastorado, reafirmo que um pastor divorciado está desqualificado para o pastorado. sem exceções pois as Escrituras não mencionam qualquer exceção. O ensino é claro e objetivo quanto a esta questão. Com relação ao perdão de Deus, sem dúvida, Deus perdoa o arrependido que abandona o pecado, mas as consequências dos seus atos permanecem e no caso dos pastores, a consequência é se tornar repreensível, desqualificado e reprovado para o pastorado. Este deve servir a Deus em outros ministérios. Esta é a verdade bíblica, clara e cristalina descrita nos textos que analiso no artigo. Abçs e Deus a abençoe.

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  20. Ah! Pastor, me perdoe, mas, ficou faltando mais uma dúvida na minha pergunta anterior, e se o pastor foi traído, ele não tem direito de casar-se novamente e continuar pastorando? E se foi traído antes de se converter ou depois tem diferença para poder exercer o pastorado? Grata, se puder me responder.. DEUS abençoe-o. Paz.

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    1. Paz Regina Hild, segundo as Escrituras, o pastor que se divorcia torna-se repreensível pois não cumpre com as qualificações impostas ao ofício descritas em 1 Timóteo 3 e portanto deve deixar o pastorado e servir a Deus de outra forma. Se o candidato ao pastorado for divorciado, mesmo antes da conversão, continua reprovado pois não cumpre com as qualificações do mesmo texto bíblico. Esta é a interpretação honesta do texto. Deus a abençoe Regina Hild.

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    2. Bom dia pastor
      Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 1 João 1:10
      Quem é irrepreensível?

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    3. Caro pastor Eduardo, eu me refiro e trabalho no artigo as qualificações bíblicas exigidas para o exercício do pastorado. Leia a passagem bíblica de 1 Timóteo 3 e terá sua pergunta respondida por Deus. Abçs e Deus o abençoe.

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  21. Muito polêmico mas necessário.
    Mas fato é e necessário ser (Irrepreensíveis).

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  22. Tema polêmica mas necessário.
    Fato é e fundamental ( Irrepreensível ).
    #PrMarco

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  23. Pastor muito bom dia !!!
    Questioná-lo com emoções, frustrações, opnião própiro,
    sempre vai gerar essa polêmica, li todo o seu artigo e alguns comentários, o que posso
    lhe dizer é que Deus continue lhe abençoando, infelizmente algo das trevas foi instaurado
    no nosso meio, pois queremos sempre nos defender, nos argumentar, posso lhe dizer que com certeza
    não sou tão experiente como o sr. porém vemos que Jesus nunca passou a mão na cabeça de ninguém e
    não vai ser agora que vai passar, é lamentável as pessoas quererem confrontarem a Palavra de Deus sem
    pedirem antes de tudo alguma orientação do Próprio Espirito Santo. Sempre temos desculpas para o nosso erro e
    temos a audácia de usar a bíblia para argumentarmos e defendermos o que está dentro da gente e usamos a famosa palavra Deus é amor, como se Ele fosse um palhaço e tivesse que aceitar tudo que fazemos.
    Sempre pergunto ao Pai como seria se Jesus estivesse neste século XXI, a resposta é simples geraria a mesma polêmica.
    Que Deus lhe proteja e é assim mesmo querido nós ser humanos não gostamos de sermos confrontados.

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  24. O fato é que você já teve cinco; e o homem com quem agora vive não é seu marido. O que você acabou de dizer é verdade". João 4:18
    Ser missionário pode?

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    1. Caro pastor Eduardo, novamente devo lhe informar que eu me refiro e trabalho no artigo as qualificações bíblicas exigidas para o exercício do pastorado e o texto que menciona nada tem de vínculo com este tema. Novamente lhe sugiro que leia a passagem bíblica de 1 Timóteo 3 que é o texto bíblico correto para explicar o tema do artigo. Abçs e Deus o abençoe.

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  25. Em I Tim. 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o padrão (exemplo) dos fiéis..." O homem que está no segundo, ou até no terceiro casamento, não pode ser exemplo dos fiéis,
    Podemos dizer com base nisto que aquele que um dia mentiu, enganou ou cometeu algum outro pecado nunca mais poderá ser exemplo de honestidade e sinceridade?

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  26. Não, não podemos dizer isso já que todo pecador que se arrepende e deixa o pecado, tem seus pecados perdoados por Deus, inclusive no caso de adultério. Entretanto, não é isso que trato no artigo mas sim das qualificações para o pastorado que estão claramente reveladas nas Escrituras no texto que já lhe mencionei, ou seja, um pastor que se divorcia não cumpre mais estas exigências definidas por Deus, não por mim. Ele pode ser perdoado se houver arrependimento, mas, repito, para o pastorado está reprovado pois não cumpre mais com as qualificações necessárias para o exercício desta função. É o que as Escrituras nos ensinam Pr. Eduardo, o irmão aceitando ou não. E penso que já lhe expliquei por diversas vezes do que trato no artigo. Portanto, respeitosamente, encerro este diálogo pedindo a Deus, que criou estas regras para o pastorado, que Ele mesmo lhe dê iluminação para entender a questão. Sou apenas um servo propagando a Palavra, quem convence é o Deus desta Palavra. Abçs e Deus o abençoe.

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  27. Graça e paz.
    Não sei se você já respondeu essa pergunta, foram tantos comentários que não tive tempo de ler todos. No caso de uma pessoa for divorciada na época da incredulidade ela pode ter o ofício de pastor ou pastora?

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    1. Já respondi a esta questão. Veja nos demais comentários.

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  28. Quando Jesus enviou centenas de pessoas a pregar o Evangelho, Ele perguntou para essas pessoas se elas eram divorciadas, já que o divórcio era tão comum naquela época, ou não entrou em detalhes com relação ao divorcio? Não seria constrangedor fazer acepção de pessoas naquele momento, como você esta fazendo hoje? Ladrão pode, assassino pode, estuprador pode, mas um divorciado que na época não tinha conhecimento da Verdade não pode, que discriminação! Espero que você não passe por um divórcio, nem seus filhos, seria trágico!

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    1. Caro Francisco Pontes, as questões que menciona nada tem a ver com o que escrevi em meu artigo. Trato das qualificações para o pastorado tendo como base e fundamento os textos canônicos paulinos, que como a palavra "canônico" já diz e significa, são textos inspirados por Deus. Entendo sua indignação pois deve ser pessoalmente impactado por estas orientações bíblicas. Uma das consequências da Palavra de Deus é esta mesmo, incomodar para transformar (os que a aceitam, óbviamente). Penso que sua indignação deve ser voltada para as Escrituras e o Deus das Escrituras pois em meu artigo somente propaguei o que Nela está revelado e citei e analisei de forma clara e honesta as passagens que tratam disso no texto bíblico. Se não concorda com estas orientações e regras impostas por Deus, volte-se a Ele e o confronte, não a mim que apenas o sirvo e sigo. Deus o ilumine.

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  29. Amem pastor;fico Feliz em Ver,que ai no ainda tem homems Com compromisso Com a verdade que Deus continue Vos abencoando.

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  30. E como ficam vocês pastores "perfeitos "depois que vê um pastor que não pode mais exercer seu ministério se perdendo nesse mundo pq simplesmente quando precisou a igreja virou as costas? Não concordo com o divórcio, porém, há muitos que vivem em um relacionamento infeliz, sendo maltratado, uns até apanham da própria mulher que também é evangélica, passa por humilhação, mulher que não reconhece o esforço do marido, mulher que vive xingando e quebrando as coisas dentro de casa... enfim, como fica esse pastor? Mais uma alma perdida pro mundo? Pq quem já viveu coisas extraordinárias, que já sentiu coisas extraordinárias, que cuidou por tanto tempo de uma igreja conseguirá viver sem? Você não carregaria esse peso nas costas de saber que de alguma maneira você fez parte disso?
    Independente de sua resposta....
    Só sei que no grande dia muitos serão surpreendidos pelo Mestre.

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    1. Caro anonimo ou anonima.... ??
      Direcione todas as suas perguntas e reclamações a quem estabeleceu critérios para o exercício do pastorado, o Deus da Bíblia, sou apenas um expositor da Palavra, não autor.
      E só uma observação, um pastor que entende a relevância do pastorado e que comete adultério ou que sua esposa o comete, sabe que não poderá mais exercer este ministério pois já não pode ser padrão para os fiéis. Sabe que deve servir em outros ministérios. E por fim, faço parte do grupo que tem pelas Escrituras total obediência e submissão, faço parte, sem dúvida, disso. Deus lhe ilumine pra entender e obedecer a Palavra.

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  31. Bom dia , uma Só mulher não seria ter apenas uma já que havia na época concubinas ? Isto é muito triste , pois conheço irmãos que suas esposas adulteraram e pediram o divórcio .Com isso o servo tem que pagar esse preço ? Conheço servos que divorciaram por que suas esposas não eram crentes e queriam viver com as coisas deste mundo , sabemos que a salvação é individual ! Este servo vai pagar o preço ? Este Deus que servimos não é acusador . Será que você Pastor está livre do divórcio?

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    1. Caro ou cara Eternidade....???
      O texto trabalhado ensina que o pastor deve ser marido de uma só mulher, ou seja, diz respeito a casamento e fidelidade conjugal. Com relação a pagar o preço pela infidelidade de seu cônjuge, a resposta é afirmativa pois o pastorado exige ser exemplo, padrão e possui critérios claros estabelecidos por Deus na Palavra para seu ofício e exercício. Com relação a ser Deus acusador, não vejo desta forma, mas sim que Deus é criterioso com quem Ele chama, vocaciona e capacita para ser um pastor. Aquele que é reprovado, deve servir em outras áreas e ministérios. Estas regras foram criadas por Deus, não por mim. Por fim, com relação a sua última pergunta, obviamente que ninguém está livre ou isento da tragédia do divórcio (assim como todos os outros pecados, somos pecadores), mas se um dia isso ocorrer comigo, certamente serei tratado por Deus conforme Sua Palavra nos revela, ou seja, devo abandonar o pastorado, devo me arrepender se fui o culpado, buscar o perdão e restauração e abandonar o pecado e servir a Deus em outra áreas e ministérios Se fui a parte vitimada, devo abandonar o pastorado e atuar em outras áreas. Tenha certeza que na primeira hipótese jamais "cairei", mas se for vítima da segunda (o que penso também jamais ocorra, mas enfim...), sem dúvida alguma, não hesitarei em cumprir e obedecer as Escrituras.
      Sou acima de tudo amante das Escrituras e servo de Deus, tudo o mais, é secundário em minha vida.
      Espero que Deus o abençoe e o ilumine nesta questão.

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  32. A paz de Cristo a todos infelizmente o perdão é uma coisa muito muito muito maravilhosa mas chega uma hora que uma das partes do casamento não consegue mais perdoar porque perdeu a confiança vou citar um exemplo conheço um casal hoje dos dois tem problema Hoje os dois tem os seus pecados mas o vaso tério vem da parte do esposo que é pastor já foi Perdoado inúmeras vezes por se adulterar as irmãs da igreja foi Perdoado pela esposa tentaram novamente mas o caráter dele não seguir uma linha reta a esposa para não constranger a igreja inteira se se submeter No Silêncio e agora vive Oprimido e deprimido o que você sente conselho para que eu possa passar para esta pessoa dentro da Bíblia dentro da palavra de Deus

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    1. Caro anônimo??? um homem destes não pode ser pastor pois está reprovado para este ofício e ministério. Deve ser disciplinado pela Igreja e se não se arrepender, deve ser excluído e tratado como descrente como ensinam as Escrituras. Com relação ao que a esposa deve fazer, é uma escolha dela pois a Bíblia revela que no caso de adultério a parte vitimada pode sim se divorciar, mas o perdão é sempre a primeira opção. E mais, se o irmão sabe disso tudo, deve como cristão, informar a igreja que este sr. pastoreia o caso e se for realmente comprovado, segue o que já expus. Abçs e Deus o abençoe.

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  33. A Bíblia fala não separe o homem o que Deus uniu, quem disse q todo casamento Deus uniu, uns pode ter sido por interesse, gravidez, país arrumando...
    Só porque a pessoa se divorciou agora, não pode mais pregar o evangelho?
    O apóstolo Paulo disse: eu estou preso, mas a palavra de Deus não,
    Conheço vários pastores divorciados, que são usados por Deus, muito mais do que aqueles que estão casadinhos.
    Tem muitos que estão casados no papel,mas maltratam suas esposas.
    A Bíblia diz: aonde abundou o pecado superabundou a graça..
    ...Se Deus perdoa, quem somos nós a não perdoar e aceitar,
    Não adianta, querermos dar uma de Santo.
    A Bíblia diz que podemos cair 7 x mas Deus nos levanta.
    Isso serve para todas as áreas,não só para o divórcio.
    Não é porque ele caiu, que agora ele não pode mais falar para outros sobre casamento.
    Quero ver um que comprei a Bíblia toda.
    Talvez vc não se divorciou, mas as vezes comete outros erros.
    E nem por isso, vc vai deixar de falar das boas novas...
    A Bíblia diz não sejas demasiadamente justos e nem demasiadamente sábios...

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    1. Graça e Paz Js, me permita algumas considerações a seu comentário:
      1. Não trato aqui em meu artigo, de pregar ou não o Evangelho mas do exercício, do ofício do pastorado. O ato de pregar o Evangelho é uma ordem a todos os cristãos e não somente a pastores.
      2. É claro que Deus perdoa o arrependido que abandona o seu pecado, mas a questão que trato no artigo não é se Deus perdoa ou não, mas se Deus aprova para o pastorado aquele que se divorcia já que as recomendações bíblicas trazem esta questão como um fator que reprova um cristão de exercer o pastorado.
      3. As recomendações bíblicas são claras e se não concorda com elas deve questionar aquele que as criou, Deus, e não eu que somente expus o que já está revelado nas Escrituras.
      4. Deus usa quem Ele quer, até ímpios e até animais já usou, mas o que trato no artigo é com relação a pastores reprovados segundo o prisma bíblico e não ao que menciona.
      5. Por fim não sou demasiadamente justo ou sábio, sou demasiadamente fiel as Escrituras. O aconselho a ser também.
      Dito isso, agradeço sua participação em meu blog pessoal e desejo que Deus o ilumine para entender esta importante questão espiritual.

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  34. Pr.Magdiel parabéns pela matéria.... Eu e minha esposa trabalhamos na área de relacionamento conjugal há mais de 25 anos principalmente em palestras para casais e aconselhamento pastoral, e o que temos ouvido demasiadamente é: "Tenho direito de ser feliz"; "Cada caso é um caso", "Parte inocente" etc. ai a gente fica perguntando? será que tem alguém que Deus permite trocar de conjuge e outro não? é impraticável entender que Deus possa permitir isso sendo que desde o princípio Ele determinou que fosse até que a morte o separasse. As justificativas mais comuns que temos encontrado, entre os casais que aconselhamos é que estão sendo ou foram traídos, mas via de regra a gente sabe que não é muito comum alguém simplesmente decide trair o conjuge de uma hora pra outra, ou seja isso é resultado de dar lugar ao diabo, aconselhamos um casal que o esposo estava gostando de uma outra mulher e pagou alguém para assediar a esposa dele para que a mesma fosse pega em adultério, entendendo ele que assim poderia então se divorciar e consumar o seu intento maligno. Quando Jesus é questionado a respeito do divórcio nos evangelho e principalmente em Mateus 19, Ele é questionado pelos Fariseus que eram conhecedores das leis então ele passa a respondê-los com base na lei, então de acordo com a lei quem era pego em adultério essa pessoa era apedrejado até a morte e ai nesse caso a parte traída ficava liberada para casar, pois ficava no estado de viuvo(a), ainda neste mesmos capitulo verso 9 em algumas traduções o texto empregado é: "Relações sexuais ilícitas" o que na época não tinha os registro grau de parentescos de uma forma segura, então era muito fácil de um irmão se casar com uma irmã ou até mesmo com mãe ou pai que seria relação incestuosa que pela lei era pecado e assim esse relacionamento não poderia continuar. Os que apoiam o divórcio e um novo casamento sugiro darem uma boa examinada em Deuteronômio 28.30 a 44, é lógico que o texto sugerido não se refere apenas á casamentos desfeitos, mas está dentro do contexto e é o que tem acontecido em nossa geração, filhos(as) sem referência alguma de familha e se debatendo por todos os lados para sobreviverem, por não terem referência dos pais, em função da separação ou divórcio, sei que a matéria é para pastores, mas isso é aplicável para todos independente de religião ou posição eclesiástica- Agradeço a todos pela paciência em ler este comentário. Ass. Pr, Silvio e Cleide Araujo

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    1. Graça e Paz Pr. Silvio e Cleide Araujo, agradeço seu comentário e rica contribuição. Deus os abençoe no ministério que atuam e que muitos casais sejam abençoados pela orientação bíblica que ministrarem. Novamente os agradeço pelos comentários. Deus os abençoe, abçs, Paz.

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    2. Amei o artigo, penso no entanto que neste últimos dias, que sempre que homens íntegros abalizarem suas condutas pela palavra de Deus, serão sempre rechaçados e contraditados, conheço casos em que quando citamos à Bíblia para aferirmos questões de conduta, somos acusados de legalistas e presunçosos. Mas não nos esqueçamos de homens como Elias, João Batista e é claro Jesus Cristo, homens que não relativizavam o pecado, olha! errar o alvo é errar o caminho, e isto redundará ao local que vc vai chegar, se marchamos para o céu, temos que seguir determinadas placas indicativas, e a Bíblia é a palavra de Deus, e toda escritura é inspirada por Deus, e não apenas parte, senão corremos o risco de criar um "evangelho seletivo", no qual pinçaremos na bíblia o que nos interessa, ou um evangelho pinçado de textos, sem contextos produzindo ainda mais heresias, obrigado.

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    3. Agradeço seu comentário e contribuição caro irmão. Abçs e Deus o abençoe.

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  35. Me casei novo , eu não conhecia a palavra de Deus , meu casamento durou 26 anos , durante os 5 primeiros anos tudo era bênção, os onze anos depois foi de muita luta pra salvar o meu casamento, me converti na luta pra salvar esse relacionamento, mas piorou e a minha companheira se afastou de mim definitivamente , hoje já faz 5 anos que não convivemos mais sob o mesmo teto, agora o pastor da Igreja em que estou quer me consagrar pastor , venho fugindo disso , por conhecer as verdades de Deus , a pressão é grande pra que eu me divorcie, já pensei em largar tudo, e me afastar de toda igreja , não me acho merecedor apesar de sentir o chamado pastoral , pergunto , onde fica a graça de Deus? Sei que a palavra de Deus é radical !Contudo , não somos todos pecadores?, A graça é só pra salvação? A lei se cumpre através do amor de Cristo em nós,se não temos revelação disso, de nada adianta estar na igreja . Estou me isolando , por ver tanta religiosidade, muitos amarrados na lei sem conhecer a Cristo verdadeiramente , pois sou julgado , condenado e sentenciado por querer fazer a vontade do meu Pai !

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    1. Caro Silvio, meu artigo está fundamentado nas Escrituras e não em religiosidade. A graça de Deus se manifesta em tudo e todos, mas isso não significa que não haja orientações e critérios estabelecidos pela Palavra para certas funções e ofícios, como o caso do pastorado. O perdão é para todo arrependido, e não é disso que trato no artigo em questão. Tendo com base os critérios estabelecidos por Deus para o pastorado devo lhe dizer, que se houver divórcio no seu casamento, não estará apto e aprovado para exercê-lo, já com relação a ser perdoado, se houver arrependimento, certamente o estará. Mas ressalto, a questão aqui não é acerca da graça ou do perdão, mas do cumprimento a regras, critérios qualificações estabelecidos por DEUS para o ofício e exercício do pastorado. Por fim, lhe aconselho e advirto a não se divorciar, mas se divorciar por causa de adultério, sirva a Deus em outros ministérios, não no pastorado. Abçs e Deus o abençoe.

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