terça-feira, 29 de julho de 2014

O Vício da Pornografia pela Internet



Como já abordei em matéria anterior, o homossexualismo não caminha sozinho, vem acompanhado de muitos outros pecados. E mesmo os que não praticam esse pecado, podem estar caminhando para uma dependência muito comum, infelizmente, hoje nos meios virtuais, que é a dependência pela pornografia.
O pecado está a apenas um clique. E essa facilidade tem ajudado a destruir vidas, casamentos, relacionamentos e comunhão com Deus de muitos cristãos.
Uma multidão tem se viciado pela internet em pornografia de todo tipo. Mesmo em cristãos com anos de vida cristã essa é uma triste realidade. Até mesmo líderes e pasmem, pastores, tem esse problema e lutam contra esse pecado.
Como trata-se na maioria de um pecado oculto, escondido que ninguém sabe ou imagina que a pessoa tenha, uma impressão de que não há problema nisso povoa a mente dos que o praticam mas os que são verdadeiramente convertidos ao Senhor vivem em um conflito e aflição constante, se sentindo indignos e sujos (o que não é uma inverdade). .
E por causa da vergonha e constrangimento em confessar esse pecado e buscar ajuda espiritual (e compreendo isso pois realmente é um assunto delicado), muitos tentam sozinhos superar essa tentação e prática. Alguns conseguem, entretanto, por diversas questões, outros sucumbem e vivem com essa culpa toda sua vida.
Tentando ajudar, dou algumas sugestões e conselhos aos que buscam deixar esse pecado. Em muitos casos tem trazido ótimos resultados.
Vamos lá, a questão é: Como posso superar o vício em pornografia na Internet? Pode o vício em pornografia ser derrotado?

Bom, primeiramente você tem que saber que você não está isolado nesse vício, os estudos mostram que os termos relacionados com a pornografia são, de longe, os mais comumente procurados nos motores de busca da Internet. Todos os dias, literalmente milhões de pessoas fazem pesquisas relacionadas com a "indústria pornô". As poderosas imagens da pornografia na internet são altamente viciantes. Muitos homens (e mulheres) têm sido capturados nessa armadilha e encontram-se irremediavelmente viciados em sua estimulação visual. Isso resulta em desejo incontrolável, em incapacidade de experimentar a verdadeira intimidade sexual no casamento e, muitas vezes, em intensos sentimentos de culpa e desespero.

Em segundo lugar você precisa saber que a pornografia é a causa número 1 de masturbação, agressão sexual e desvio sexual (homossexualismo, pedofilia, estupros, etc).




Em terceiro lugar, você TEM E PRECISA saber o mais importante, a pornografia é uma ofensa a Deus, por isso é um pecado que deve ser confessado, arrependido e superado.





Há dois aspectos principais na batalha para superar o vício na pornografia: o espiritual e o prático. Espiritualmente, esse vício é um pecado que Deus deseja que você supere e, portanto, lhe capacitará a fazê-lo. O primeiro passo é certificar-se de que você realmente colocou a sua confiança em Jesus Cristo como o seu Salvador. Se ainda tiver dúvidas, por favor converse com seu pastor ou um cristão que tem absoluta confiança sobre salvação, perdão e arrependimento (se desejar, estou a sua disposição aqui pela net para lhe ajudar nisso). Sem salvação através de Jesus Cristo, não existe a possibilidade de uma vitória verdadeira e duradoura sobre a pornografia: "porque sem mim nada podeis fazer" (João 15:5).

Se você for um crente em Cristo e estiver lutando contra o vício em pornografia na Internet, há esperança e ajuda!
Sim, há esperança pra você!!!

a) O lado espiritual da batalha contra a Pornografia
Observe e leia os textos abaixo:

1. O poder do Espírito Santo está disponível (Efésios 3:16).
2. A limpeza do perdão de Deus está disponível (1 João 1:9).
3. A capacidade de renovação da Palavra de Deus está à sua disposição (Romanos 12:1-2).
4. Entregue a sua mente e olhos ao Senhor (1 João 2:16).
5. Peça a Deus para fortalecê-lo e ajudá-lo a superar a pornografia (Filipenses 4:13). 6. 6. Peça a Deus para protegê-lo de mais exposição à pornografia (1 Coríntios 10:13), e   para preencher a sua mente com as coisas que são agradáveis a Ele (Filipenses 4:8).

Tenha certeza e convicção plena que esses são pedidos que Deus irá honrar e responder.

b) O lado prático da batalha contra a Pornografia:

Em termos práticos, existem inúmeras ferramentas para combater esse vício. Há um ótimo programa disponível no www.PureOnline.com. Existem vários programas de qualidade de filtragem da Internet que bloquearão completamente o seu computador de acessar pornografia, como www.BSafeOnline.com. Uma outra fantástica ferramenta está disponível em www.X3Watch.com. X3watch é um software de prestação de contas. Ele rastreia a navegação de internet e envia um relatório de todos os sites censuráveis que você visitou para um amigo de confiança de sua escolha. Sua tentação de ver pornografia na Internet seria muito reduzida se você soubesse que o seu pastor de jovens, pai, amigo, pastor ou cônjuge iria receber um relatório detalhado sobre o assunto.

E finalmente.
Não se desespere! Sei que é difícil saber que cedeu a essa tentação, mas como já afirmei, há em Cristo esperança, ajuda e vitória para você !

Um vício em pornografia na Internet não é um "pecado imperdoável." Deus pode e vai perdoá-lo. Esse vício não é um "pecado invencível." Deus pode e vai permitir que você o supere. Entregue a sua mente e olhos ao Senhor. Comprometa-se a preencher a sua mente com a Palavra de Deus (Salmo 119:11). Busque a Sua ajuda diariamente em oração; peça a Ele que encha a sua mente com a Sua verdade e bloqueie os pensamentos e desejos desagradáveis. Tome as medidas práticas listadas acima para manter-se responsável e bloqueie o acesso à pornografia na internet.

 "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Efésios 3:20).

Lute e vença. Deus está contigo.

Pr. Magdiel G Anselmo.

Homossexualismo (ou Homossexualidade) nas Igrejas e lares cristãos.



Você pode dizer que é bom que os homossexuais decidam ir a Igreja e tratar com Deus essa questão em suas vidas, mas não é bem isso que está ocorrendo na atualidade...

De uns tempos pra cá, o homossexualismo (ou homossexualidade, se preferir) tem se infiltrado cada vez com maior frequência nas igrejas e lares cristãos sem encontrar, contudo, resistência e reprovação. E devido a essa sociedade e mundo que jaz no maligno que defende e aceita o homossexualismo como algo normal, natural e que não pode ser combatido ou condenado, essa geração de adolescentes e jovens cristãos tem sido bombardeada todos os dias (escola, amigos, vizinhos, trabalho, televisão, filmes, internet, etc...) com essas filosofias, costumes, práticas e idéias nada cristãs. Hoje em dia é quase impossível você não conviver em seu trabalho, escola, faculdade, vizinhança... com alguém que não seja declaradamente, um homossexual. Eles estão em todos os lugares e agora, com a aprovação e proteção das leis e governos.

E quando os cristãos deveriam fazer coro confrontando essa posição e prática, propagando a posição cristã e bíblica a respeito desse assunto, o que vemos é uma atitude de medo, covardia, negligencia e complacência quanto a essa questão. E assim, mesmo em lares cristãos e igrejas cristãs, essa prática pecaminosa e abominável tem sido tratada com omissão e negligencia, tanto pelos pais como também pela maioria das lideranças cristãs.

Os pais cristãos ao invés de acompanharem seus filhos e conversar a respeito do jeito estranho que estão agindo, escolhem não "se meter" na vida deles, deixando-os (alguns pais pensam: "é uma outra geração diferente da minha..."), e muitas vezes, acabam incentivando-os com essa omissão, em prosseguir com essa vida dupla e nojenta. São pais irresponsáveis, omissos, sem sabedoria e que prestarão contas a Deus de cada um de seus filhos que não orientou, corrigiu ou advertiu correta e biblicamente. Colherão em breve futuro o que estão plantando.


E a Igreja? E os irmãos, e os líderes, e os pastores?
Ora, muitos dos líderes e pastores sequer mencionam esse assunto em suas ministrações ou quando mencionam, o fazem como isso fosse algo que jamais acontece em seu arraial. Estão muito mais interessados na quantidade de pessoas do que na qualidade da vida espiritual de cada uma delas. Amam o "oba-oba", as festinhas, celebrações, os "altos louvores" mas odeiam ensinar, corrigir, aconselhar e pregar toda a Palavra de Deus. Apenas propagam o que não chateia ou incomoda seus ouvintes, seja qual a orientação sexual tenham (pra usar o termo secular). São egoístas, farsantes, despreparados e interesseiros. Não são pastores, muitos são enviados de satanás para perturbar e transtornar o trabalho da verdadeira Igreja de Cristo e seus obreiros. E colherão também em seus pseudos ministérios e vida o que estão plantando.

E os meninos e meninas, como ficam?
Ora, ficam como estão, continuam participando das atividades da igreja, cantando "louvando", tocando instrumentos "adorando", como se tudo estivesse bem, como se nada estivesse ocorrendo ou ainda pior, contaminam os demais adolescentes e jovens da igreja com seu jeito, conversa, forma de se vestir, de cortar o cabelo, de se portar, de falar, etc..., trazendo mais pecado ao seio dessas ditas igrejas e tornando-as covis de demônios e não o que deveriam ser, casas de oração. E sabemos que uma "abismo chama outro abismo", ou seja, o homossexualismo não caminha sozinho, jundo dele e com ele vem a pornografia (tão fácil hoje em dia), as drogas, os furtos, etc...

Há também o caso de alguns jovens encontrarem resistência e ensino claro e bíblico em suas igrejas condenando a vida que levam (raras são essas igrejas, mas graças a Deus ainda existem) e simplesmente se transferem para outra igreja "evangélica" onde não serão incomodados e que encontrarão outros "irmãos" que convivem "tranquilamente" com os mesmos pecados que eles.
Pobres meninos e meninas que caminham a passos largos para suas próprias destruições, sem que nenhum atalaia os avise do perigo e do triste fim.
Enquanto as famílias e a Igreja não falarem a verdade e tratarem essa questão como pecado, como abominação, essa geração e as próximas prosseguirão nessa vida que somente trará a morte.
Enquanto os líderes cristãos não identificarem e discernirem no rebanho essas pessoas e pecados e tratarem cada uma como a Bíblia ensina (com amor, verdade, ensino, oração, aconselhamento, confissão de pecados, arrependimento e finalmente, perdão e restauração) as igrejas não serão locais de benção mas de convívio com pecados não confessados e de ajuntamento de demônios.
Mas isso dá trabalho, por isso muitos "correm" dessa responsabilidade.

A VERDADE BÍBLICA É:

HOMOSSEXUALISMO É PECADO E O SALÁRIO DO PECADO É A MORTE.
HOMOSSEXUALISMO É UMA ABOMINAÇÃO.
HOMOSSEXUAIS QUE NÃO SE ARREPENDEREM E DEIXAREM ESSE PECADO ESTÃO FADADOS AO INFERNO.
DEUS NÃO ACEITA HOMOSSEXUAIS.
SOMENTE EM CRISTO O HOMOSSEXUAL ENCONTRARÁ PERDÃO E NOVA VIDA.

Esta é a verdade. A única verdade.
Preguemos, ensinemos e propaguemos essa verdade a todos, principalmente aos nossos meninos e meninas.
Cuidemos de nossas crianças. Não as deixemos as suas próprias paixões.

"Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante."
Levítico 18:22

"Se um homem se deitar com outro homem como quem se deita com uma mulher, ambos praticaram um ato repugnante. Terão que ser executados, pois merecem a morte." 
Levítico 20:13

"... porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis." 
Romanos 1:21-31

"Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus." 
1 Coríntios 6:9-10

Pr. Magdiel G Anselmo.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Do que o pastor está falando afinal de contas???


Esta pergunta muita vezes é feita por vários irmãos em nossas igrejas durante as pregações da Palavra de Deus e ministrações de estudos bíblicos em várias locais espalhados pelo nosso país.
Muitos ficam atentos e procuram com todo esforço entender do que o pastor está falando. 
Afinal de contas, o que significa aquele termo que usou, quem é aquele teólogo ou livro mencionado pelo pregador e ainda o que propõe a posição teológica que ele disse que é relevante saber.
Uma mistura de perplexidade e decepção inunda a mente da maioria dos da congregação e muitos se perguntam: Se não consigo entender o que ele diz, por que venho aqui?
A vergonha de não saber e o medo de perguntar ao pastor do que se tratava todas aquelas menções (termos técnicos e nomes desconhecidos da maioria da congregação) e ilustrações (descontextualizadas no que diz respeito a nosso país e nossa cultura), que usou no sermão levam os membros a se acomodarem a uma posição de ignorância e descontentamento.
Muitos continuam ali congregando porque já é uma tradição de família e mesmo sem serem edificados resolvem fincar estacas e suas vidas tornam-se a cada dia mais infrutíferas e frustrantes, pois não há quem sirva o bom alimento, o aconselhamento, a direção e a aplicação da Palavra não são servidos e caminham como cegos num mundo tenebroso.

O pastor por sua vez, está tão absorto em suas convicções teológicas que não percebe que a congregação não está entendendo o que diz. Está tão empolgado em sua exposição que sequer observa que seus irmãos lutam para acompanhar seu raciocínio (sem sucesso), e que está perdendo uma oportunidade grandiosa de abençoar pessoas em Cristo.
Porque isso acontece? O que será tão complexo que muitos não conseguem entender e seguem semana após semana na mesma situação e fazendo a mesma pergunta?
Por que é tão difícil, para alguns, perceber as reações da congregação e acima de tudo, perceber a responsabilidade que ministrar de forma simples e objetiva traz maiores resultados e agrada a Deus?
Claro que há pontos difíceis de entender nas Escrituras, principalmente se a pessoa não se dedica a leitura, meditação e estudo do texto bíblico, mas mesmo esses sinceros e dedicados cristãos ficam perplexos sem entender o que está sendo pregado ou ensinado.

O que fazer, então???
Ouso responder a estas indagações para entendermos o porquê da pergunta título deste texto.

Na maioria das vezes onde existe esta pergunta nas mentes dos ouvintes a culpa é de quem prega ou ensina, pois certamente, a linguagem não está sendo adequada ao púlpito. Seria muito apropriada para uma sala de aula de um seminário ou faculdade teológica ou freqüente em conversas particulares entre líderes com formação teológica profunda. Mas não para expor as Escrituras a pessoas que nunca ou apenas superficialmente compreendem termos, línguas originais da Bíblia ou conceitos técnicos largamente utilizados na vida acadêmica.

O púlpito ou o ensino da Igreja deve levar em conta a diversidade e pluralidade existente na membresia e até nos convidados e visitantes.

Ser incompreendido em sua comunicação não faz parte da tarefa ou do ofício pastoral.

Você leitor pode estar pensando: acho que ele não é a favor de estudar teologia ou se aperfeiçoar na busca e aquisição de conhecimento bíblico obrigatório a todo pastor e líder cristão.

Digo a você que não somente sou a favor do estudo e da busca do conhecimento bíblico, mas também de outros conhecimentos que podem auxiliar o pastor em sua tarefa de pastorear. 
Além disso, sou professor de Teologia e para tanto gastei (investi) anos de minha vida me preparando, estudando, pesquisando e ainda faço isso. Admiro quem assim o faz e entendo que nunca podemos como líderes nos considerarmos conhecedores de tudo. Temos que estar sempre estudando e nos aperfeiçoando para melhor servir a Deus e a nossos irmãos.

Temos sim que sempre nos aperfeiçoar, estudar mais, conhecer mais, para cumprirmos nossa função pastoral de forma abençoadora e útil ao rebanho.

Portanto, a posição que defendo nesta questão é a seguinte:

Os livros do teólogo devem ficar em sua sala de estudo ou gabinete e que os termos, a menção de nomes de teólogos e de livros, a defesa de linhas teológicas, as posições e convicções formadas de pontos polêmicos que até os teólogos não chegam a um consenso, fiquem para as conversas particulares com aqueles que possuem alguma formação nesta área e desta forma tenham sabedoria e discernimento para entendê-las como opiniões pessoais sobre estas questões.

A preparação do sermão, do estudo bíblico ou  do aconselhamento devem ser tarefas prioritárias. Horas estudando e orando para entender o texto exegeticamente, para interpreta-lo em uma hermenêutica correta, além da busca da excelência na comunicação do sermão são e sempre serão obrigações de um pastor segundo o coração de Deus.
Mas, quando se chega ao púlpito, toda a preparação deve ser direcionada a uma exposição simples e coerente. O ambiente ali é outro. Ali é lugar do ministro de Deus transmitir a vontade de Seu Senhor àqueles que estão sedentos por uma orientação clara e objetiva.
O púlpito não é lugar para “teologizar” como fazemos no ambiente acadêmico, ou seja, de usar a linguagem específica acadêmica que lá utilizamos para debater ou comentar um ponto teológico, muito menos para se comunicar ou transmitir a mensagem a uma congregação em um culto cristão no templo ou em outro local.

O púlpito é lugar para pregar e ensinar o Evangelho de forma simples e objetiva, visando transformar as vidas e moldá-las segundo os princípios e valores revelados por ele.

O conceito é o seguinte: O pastor se prepara e se aperfeiçoa teologicamente através do estudo em seminários/faculdades, submete-se a boa leitura de material relevante e necessário, capacita-se regularmente em cursos e encontros com outros líderes, dedica-se a oração e leitura bíblica e acima de tudo, busca incessantemente a prática daquilo que Deus o ensina através disso tudo. E pra que? Para poder ensinar na Igreja de forma simples, objetiva e compreensível.

Lamentavelmente, muitos pastores teólogos e educadores cristãos ainda não entenderam este conceito.

Alguns recém-formados e empolgados tentam transformar suas igrejas em salas de aula como as que freqüentavam e se decepcionam com as pessoas por não conseguirem acompanhar seus ensinos. Outros simplesmente para demonstrar que possuem conhecimento profundo iniciam seus discursos mencionando nomes de teólogos renomados, livros teológicos e termos estranhos a maioria das pessoas provocando as mais diferentes reações (da indignação a piadas). Outros ainda se sentem felizes em mencionar termos em língua grega ou hebraica para a perplexidade da congregação e o descontentamento de outros que se sentem diminuídos com esta atitude.

O mais alarmante é que alguns desejam transformar a EBD em seminários teológicos, exigindo tarefas e trabalhos como se estes estivessem realizando um curso de bacharel e depois se assustam quando a média de freqüência cai assustadoramente.

Por que será que muitos não vêm mais? pergunta ele.

Ora, por que será, hein?

Vai aqui uma sugestão aos meus amigos pastores e líderes:

A Igreja precisa de pessoas capacitadas que entendam que o Evangelho deve ser exposto para abençoar as vidas em Cristo. O exemplo do Mestre deveria fazer-nos refletir. Mesmo com todo Seu conhecimento, pois é Deus, Sua simplicidade era tamanha que usava as coisas do dia-a-dia, parábolas, a natureza, etc, revelando aos que O ouviam o que ainda não conheciam por meio daquilo que já conheciam.

Voltemos para a simplicidade do Evangelho e deixemos de lado as complexidades, discursos inúteis e filosofias vãs que somente confundem e não clareiam o que é fundamental.

Mencionemos e ilustremos nossos sermões e estudos bíblicos muito mais pelos personagens, circunstâncias e situações já existentes na Bíblia e em nosso dia-a-dia do que aquelas encontradas em livros e compêndios teológicos. Apliquemos sempre na vida dos ouvintes as orientações e ensinos bíblicos e não fiquemos apenas no nível das idéias, das conjecturas e das divagações.

É a aplicação da Palavra de Deus, enfatizando a mudança de atitudes, que deve ser acentuado após pregarmos ou ensinarmos.

O pensamento que deve povoar a mente de nossos ouvintes não pode ser simplesmente esse: "Que belo sermão o pastor pregou hoje", (porém nada lhe trouxe a percepção de mudança ou de santidade). 
Nada contra belos sermões, mas o que os ouvintes devem sair pensando é o seguinte: "Que belo sermão o pastor pregou hoje e através deste sermão Deus falou que preciso mudar isso em minha vida..."

Transformação é a palavra-chave.

Desta forma, as pessoas não farão mais a pergunta título deste texto e Deus será glorificado por estarem inseridos em uma igreja que seu pastor prega e ensina a Palavra de Deus ajudando-os a compreender os mistérios do Senhor. Que mesmo com todo conhecimento que o pastor possui, consegue entender as limitações do povo e mesmo com toda bagagem teológica e experiencial que adquiriu, ainda assim é alguém com a sensibilidade e simplicidade para ajudar o rebanho do Senhor na aplicação individual desta Palavra. Consegue levar a edificação do Senhor em cada vida pela fiel exposição e aplicação da Bíblia.

Finalmente, o pastor que assim serve a Deus, tem como prioridade as pessoas e não a fama ou notoriedade que possa alcançar com sua formação e pregação.

É um servo com coração de pastor.
Certamente, pode e deve ser chamado de homem de Deus.

Só a Deus a glória!

Pr. Magdiel G Anselmo.

domingo, 20 de julho de 2014

Fama, perfeição e popularidade são características de um homem de Deus. Será mesmo???



Outro dia, recebi em minha casa uma visita de um velho amigo, irmão e colega de ministério. Uma visita que me alegrou e me fez vivenciar um dos momentos mais interessantes e edificantes da minha vida. Durante essa conversa, abordamos a questão de alguns irmãos possuírem uma consideração e admiração imensa por líderes e pastores que conhecem apenas pela mídia e virtualmente e mediante este conhecimento, afirmarem com convicção e certeza que são homens de Deus.
Também comentávamos que muitas vezes os líderes ou os pastores das igrejas que congregaram ou ainda congregam não merecem por parte deles tamanha consideração e admiração.
Perguntávamos-nos por que isso acontece e o que leva alguém a agir assim.
Tentamos responder a estas indagações com algumas considerações que desejo partilhar com os leitores de meu blog:

1. Quando se conhece alguém apenas pela mídia (TV, rádio, revistas...) ou pela net (blogs, sites, Orkut, etc) ou pelo que a pessoa escreve (livros, artigos,...), encontra-se maior facilidade em conhecer suas qualidades, virtudes, dons e talentos. A luz dos holofotes da fama não revela os pontos negativos, somente o “glamour do sucesso” é manifesto.

2. Quando não se convive com uma pessoa. Quando não se tem um relacionamento mais próximo, como congregar em uma mesma igreja, ou fazer parte de seu círculo de amizade ou familiar, não se conhece facilmente seus defeitos, suas falhas e seus desvios de conduta.

3. Quando nos relacionamos pessoalmente com uma pessoa, não apenas virtualmente, presenciamos esta pessoa em momentos de desequilíbrio, em situações de profunda pressão e opressão, e claro, em momentos de prática de pecados.

4. Quando nos relacionamos com alguém constantemente, em uma igreja, como amigo ou membro de nossa família, vez por outra esta pessoa nos contraria, tem atitudes que não nos agrada. Por vezes nos magoa e nos deixa irritados. Faz parte do processo de relacionamentos interpessoais.

5. Também pela necessidade que muitos tem de buscar pessoas perfeitas que podem ser seus referenciais de vida cristã, identificam os pastores e líderes famosos que não tem um relacionamento próximo, como tais pessoas e os consideram, por conseguinte homens de Deus em sua integralidade.

6. Na maioria dos casos, e por total falta de conhecimento pessoal sobre os “amigos virtuais", muitos consideram o desconhecido (o líder virtual ou midiático) mais apto e melhor preparado que o líder ou o pastor que convivem e conhecem mais profundamente.

7. Por fim, comentamos que muitos irmãos, com o tempo esquecem-se dos homens e mulheres que no passado os abençoaram e que ajudaram de forma pessoal e objetiva no seu caminhar cristão. Esquecem-se dos que os evangelizaram, discipularam, os encaminharam ao batismo, os indicaram e até nomearam para seus primeiros cargos e posições de liderança na igreja e ainda, os ensinaram em seus primeiros passos na vida cristã. E mesmo hoje, alguns desconsideram o que estes fizeram, afirmando que isso é passado. O que importa é o agora.

Sem desmerecer os líderes que “estão na moda” ou que fazem parte deste grupo ou elite privilegiada. Sem também deixar de compreender que muitos destes (não todos) fazem a obra de Deus de forma sincera e que estão em tal posição por intervenção direta de Deus, passamos a considerar e tentar expor como é ser um homem de Deus na concepção bíblica do termo.

Como é um homem de Deus? Como identificá-lo?

1. Ele não é Deus.

2. Ele é salvo, mas continua sendo humano.

3. Ele tem sentimentos e emoções. E algumas vezes elas suplantam a razão e o faz errar em suas decisões e atitudes.

4. Ele não é Deus.

5. Ele é salvo, mas continua pecador.

6. Ele tem projetos, sonhos e aspirações como todas as pessoas. Às vezes esses projetos, sonhos e aspirações o conduzem para erros e pecados.

7. Ele não é Deus.

8. Mesmo sendo chamado, vocacionado e capacitado por Deus para exercer liderança na Igreja, continua sendo ovelha de Deus.

9. Mesmo tendo o dom e título de pastor pode ser ferido e machucado.

10. Ele não é Deus.

11. Mesmo sendo aquele que ensina e aconselha a outros, ele não é perfeito.

12. Mesmo sendo aquele que sempre demonstra maior amor pelos irmãos, ele necessita ser amado.

13. Ele não é Deus.

14. Ele é apenas um homem, um simples homem de Deus.

Quando falávamos sobre estes itens todos que escrevi aqui, a emoção tomou conta de nós e por um momento ficamos em silêncio.
Meu amigo então quebrou o silêncio e emocionado começou a lembrar com voz embargada que existem homens e mulheres que estão nesse momento evangelizando, pregando e anunciando a Cristo pelos rincões desse país. Em bairros, vilas e povoados distantes das regiões urbanas, longe dos holofotes da fama. Locais onde as pessoas têm baixo poder aquisitivo e que sofrem e lutam todos os dias para sobreviver.
Locais onde muitos ditos líderes e pastores não desejam ir e desmotivam os que desejam. Que existem pastores que sequer tem um púlpito bonito, de acrílico (como é comum hoje em dia) para pregar, que não tem um ministério de música que os ajude no pastoreio, que penam para pagar o aluguel de um pequeno salão ou sofrem todos os meses para conseguir dar continuidade à construção de um templo próprio. Homens que militam incansavelmente, sem reclamar, para levar vidas à presença do Senhor.
E continuava a falar que existem pastores que não tem o apoio e reconhecimento de denominações, amigos e nem da própria família para dar seqüência a seus ministérios. Que se refugiam no Deus que os chamou para conseguir suportar e prosseguir, porém jamais deixam de se alegrar em servir a Deus com sinceridade e amor.
Que existem milhares de pessoas assim. Que não são conhecidas de muitos. Não são famosos, não são celebridades. Mas, que tem coragem de enfrentar o inimigo. Que se colocam na frente da batalha. E que são fortalecidos todos os dias em Deus para tal tarefa santa.
Pessoas que choram de alegria quando alguém é convertido por Cristo, que se alegram ao ver homens e mulheres que antes eram perdidos, sem Deus, iniciarem uma nova vida com Cristo. Se sentem satisfeitos com pessoas que começam a aprender a Bíblia e que são todos os dias transformadas de glória em glória em alguém mais parecido com o Senhor.
Que choram quando alguém se afasta de Deus e que fazem de tudo que é possível para trazê-las a razão e a reconciliação com o Pai.
Pastoreiam igrejas com apenas algumas dezenas de membros. Mas, sacrificam seu conforto, comodidade e lazer em prol da causa de Cristo. Que visitam os que necessitam de uma palavra amiga, de conforto e ânimo. Ou apenas doam seus ouvidos para saciar a necessidade que as pessoas têm de desabafar e encontrar em alguém um ombro amigo e de Deus para chorar.
Meu amigo continuava e juntos começamos a lembrar que muitos, sem poder, sem condições, dedicam anos de suas vidas para estudar a Bíblia, se aprofundar no conhecimento bíblico. Fazem cursos de Teologia e se aprimoram sempre. Com o simples objetivo de abençoar outros e ser mais útil ao reino de Deus como bom servo.
Que vivem em casas pequenas com seus familiares. Que não tem um sustento adequado. Que seu único meio de transporte é a sola de seu velho sapato e como companheiro de anos seu velho terno.
Que sabem que não são perfeitos. Reconhecem suas limitações. Mas, que acima de tudo conhecem a Deus e reconhecem Nele a força e o poder para prosseguir. São apenas instrumentos falhos nas mãos de um Deus Santo e Perfeito.

As horas passaram muito rápido e meu amigo precisava ir embora.
Finalizamos nossa conversa afirmando que estes pastores não eram famosos aqui neste mundo. Não eram ícones evangélicos da mídia e muito menos possuíam sites ou blogs com milhares de acesso ou seguidores. Não eram celebridades.
Não, aqui neste mundo não eram. Não eram mesmo.
Mas, nas regiões celestiais, certamente o eram. Eram famosos lá.
Esse é o reconhecimento que todo verdadeiro homem de Deus busca.

Meu amigo, ao entrar em seu carro, ainda me disse:

- Nada contra os homens de Deus famosos da nossa época, o Evangelho precisa ser anunciado a todos, mas eu prefiro os anônimos. O nome de Jesus é que deveria ser anunciado sempre, não o nosso.

Caro amigo leitor, que este post lhe faça refletir. E quem sabe, a partir desta reflexão honesta, honre e considere em alta estima tais homens. Por fim, adicione (pra usar a linguagem virtual) a sua galeria ou rol de homens de Deus estes que não são famosos aqui neste mundo, mas o são no reino de nosso Deus e Senhor.

Em Cristo,

Pr. Magdiel G Anselmo.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Carta a Um Jovem Evangélico que Faz Sexo com a Namorada


Essa postagem tem como intenção a reflexão e o despertar para novos posicionamentos acerca das atitudes tomadas e vida desregrada praticadas por muitos jovens em nossas igrejas e que com o passar do tempo, contaminados e influenciados pela sociedade pós-moderna, teimam em negligenciar a Palavra de Deus. A ausência também, muitas vezes, de novas orientações e alertas sobre tais práticas ajudam esse jovem a deixar no esquecimento o que já aprenderam, enredando-se cada dia mais no pecado.
O alerta ao perigo deve ser propagado por todos os que temem a Deus. A pregação e o ensino da santidade e vida piedosa devem constar em todas as esferas da Igreja, permeando e inundando a vida desses jovens das orientações do Senhor.
A postagem segue nessa linha. 
Leia, você que é jovem, você que é pai ou mãe de jovens, você que é um líder cristão, enfim, leiam todos os cristãos em geral.

[Os nomes foram trocados para proteger as pessoas. Embora algumas circunstâncias mencionadas na carta sejam totalmente fictícias, o caso é mais real do que se pensa...]

Meu caro Ricardo,

Ontem estive pregando em sua igreja e tive a oportunidade de rever João, nosso amigo comum. Não lhe encontrei. João me disse que você e a Raquel, sua namorada, tinham saído com a turma da mocidade para um acampamento no fim de semana e que só regressariam nessa segunda bem cedo.

Saí com o João para comer pizza após o culto e falamos sobre você. João abriu o coração. Ele está muito preocupado com você, desde que você disse a ele que tem ido com Raquel para motéis da cidade e às vezes até mesmo depois do culto de jovens no sábado à noite. Ele falou que já teve várias conversas com você mas que você tem argumentado defendendo o sexo antes do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Raquel quando terminarem a faculdade.

Ele pediu minha ajuda, para que eu falasse com você, e me autorizou a mencionar nossa conversa na pizzaria. Relutei, pois acho que é o pastor de sua igreja que deve tratar desse assunto. Você e a Raquel, afinal, são membros comungantes dessa igreja e estão debaixo da orientação espiritual dela. Mas, João me disse que o pastor faz de conta que não sabe que essas coisas estão acontecendo na mocidade da igreja. Como sou amigo da sua família fazem muitos anos, desde que vocês freqüentaram minha igreja em São Paulo, resolvi, então, escrever para você sobre esse assunto, tendo como base os argumentos que você usou diante de João para justificar sua ida a motéis com a Raquel.

Se entendi direito, você argumenta que não há nada na Bíblia que proiba sexo antes do casamento. É verdade que não há uma passagem bíblica que diga "não farás sexo antes do casamento;" mas existem dezenas de outras que expressam essa verdade com outras palavras e de outras maneiras. Podemos começar com aquelas que pressupõem o casamento como sendo o procedimento padrão, legal e estabelecido por Deus para pessoas que desejam viver juntas (veja Mateus 9:15; 24:38; Lucas 12:36; 14:8; João 2:1-2; 1Coríntios 7:9,28,39), aquelas que abençoam o casamento (Hebreus 13:4) e aquelas que se referem ao divórcio - que é o término oficial do casamento - como algo que Deus aborrece (veja Malaquias 3:16; Mateus 5:31-32).

Podemos incluir ainda aquelas passagens contra os que proíbem o casamento (1Timóteo 4:3) e as outras que condenam o adultério, a fornicação e a prostituição (veja Mateus 5:28,32; 15:19; João 8:3; 1Coríntios 7:2; 6:9; Gálatas 5:19; Efésios 5:3-5; Colossenses 3:5; 1Tessalonicenses 4:3-5; 1Timóteo 1:10; Hebreus 13:4; Apocalipse 21:8; 22:15). Qual é o referencial que nos possibilita caracterizar esses comportamentos como desvios, impureza e pecado? O casamento, naturalmente. Adultério, prostituição e fornicação, embora tendo nuances diferentes, têm em comum o fato de que são relações sexuais praticadas fora do casamento. Se o casamento, que implica num compromisso formal e legal entre um homem e uma mulher, não fosse a situação normal onde o sexo pode ser desfrutado de maneira legítima, como se poderia caracterizar como desvio o adultério, a fornicação ou a prostituição? A Bíblia considera essas coisas como pecado e coloca os que praticam a impureza sexual e a imoralidade debaixo da condenação de Deus - a menos que se arrependam, é claro, e mudem de vida.

Você argumenta também que o casamento é uma conveniência humana e que muda de cultura para cultura. Bom, é certo que o casamento tem um caráter social, cultural e pessoal. Todavia, do ponto de vista bíblico, não se pode esquecer que foi Deus quem criou o homem e a mulher, que os juntou no jardim, e disse que seriam uma só carne, dando-lhes a responsabilidade de constituir família e dominar o mundo. O casamento é uma instituição divina a ser realizada pelas sociedades humanas. Embora as culturas sejam distintas, e os rituais e procedimentos dos casamentos sejam distintos, do ponto de vista bíblico o casamento implica em reconhecimento legal daquela união por quem de direito, trazendo implicações para a criação e tutela dos filhos, sustento da casa e também responsabilidades e conseqüências em caso de separação e repúdio. Quando duas pessoas resolvem ir morar juntas como se fossem casadas, essa decisão não faz delas pessoas casadas diante de Deus - mas (desculpe a franqueza), pessoas que estão vivendo em imoralidade sexual.

É verdade que a legislação de muitos países tem cada vez mais reconhecido as chamadas uniões estáveis. É uma triste constatação que o casamento está cada vez mais sendo desvalorizado na sociedade moderna ocidental. Todavia, esses movimentos no mundo e na cultura não são a bússola pela qual a Igreja determina seu norte - e sim a Palavra de Deus. Em muitas culturas a legislação tem sancionado coisas que estão em contradição com os valores bíblicos, como aborto, eutanásia, uniões homossexuais, uso de drogas, etc. A Igreja deve ter uma postura crítica da cultura, tendo como referencial a Palavra de Deus.

O João me disse ainda que você considera que o mais importante é o amor e a fidelidade, e que argumentou que tem muita gente casada mas infeliz e infiel para com o cônjuge. Ricardo, é um jogo perigoso tentar justificar um erro com outro. Gente casada que é infiel não serve de desculpas para quem quer viver com outra pessoa sem se casar com ela. Além do mais, como pode existir o conceito de fidelidade numa união que não tem caráter oficial nem legal, e que não teve juramentos solenes feitos diante de Deus e das autoridades constituídas? Mesmo que você e sua namorada façam uma "cerimônia" particular onde só vocês dois estão presentes e onde se casem a si mesmos diante de Deus - qual a validade disso? As promessas de fidelidade trocadas por pessoas não casadas têm tanto valor quanto um contrato de gaveta. Lembre inclusive que não é a Igreja que casa, e sim o Estado. Naqueles casamentos religiosos com efeito civil, o pastor ou padre está agindo com procuração do juiz.

Não posso deixar de mencionar aqui que na Bíblia o casamento é constantemente referido como uma aliança (veja Ezequiel 16:59-63). Deus é testemunha dessa aliança feita no casamento, a qual também é chamada de "aliança de nossos pais", uma referência ao caráter público da mesma (não deixe de ler Malaquias 2:10-16).

Não fiquei nem um pouco surpreso com seu outro argumento para fazer sexo com sua namorada, que foi "é importante conhecer bem a pessoa antes do casamento". Já ouvi esse argumento dezenas de vezes. E sempre o considerei uma burrice - mais uma vez, desculpe a franqueza. Em que sentido ter relações sexuais com sua namorada vai lhe dar um conhecimento dela que servirá para determinar se o casamento vai dar certo ou não? Embora o sexo seja uma parte muito importante do casamento, o que faz um casamento funcionar são os relacionamentos pessoais, a tolerância, a compreensão, a renúncia, o amor, a entrega, o compartilhar... você pode descobrir antes do casamento que sua namorada é muito boa de cama, mas não é o desempenho sexual de vocês que vai manter ou salvar seu casamento. Esse argumento parte de um equívoco fundamental com relação à natureza do casamento e no fim nada mais é que uma desculpa tola para comerem a sobremesa antes do almoço.

Agora, o pior argumento que ouvi do João foi que você disse "a graça de Deus tolera esse comportamento." Acho esse o pior argumento porque ele revela uma coisa séria em seu pensamento, que é tomar a graça de Deus como desculpa para um comportamento imoral. Esse sempre foi o argumento dos libertinos ao longo da história da igreja. O escritor bíblico Judas, irmão de Tiago, enfrentou os libertinos de sua época chamando-os de "homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo" (Judas 4). Esse é o caminho de Balaão "o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição" (Apocalipse 2:14). É a doutrina da prostituta-profetisa Jezabel, que seduzia os cristão "a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos" (Apocalipse 2:20) e a conhecer "as coisas profundas de Satanás" (Apocalipse 2:24).

Como seu amigo e pastor, permita-me exortá-lo a cair fora dessa maneira libertina de pensar, Ricardo, antes que sua consciência seja cauterizada pelo engano do pecado (Hebreus 3:13). Ainda há tempo para arrependimento e mudança de atitude. A abstinência sexual é o caminho de Deus para os solteiros, e esse estilo de vida é perfeitamente possível pelo poder do Espírito, ainda que aos olhos de outros seja a coisa mais careta e retrógrada que exista. Se você realmente pensa em casar com a Raquel e constituírem família, o melhor caminho é pararem agora de ter relações e aguardarem o dia do casamento. Vocês devem confessar a Deus o seu pecado e um ao outro, e seguir o caminho da abstinência, com a graça de Deus.

Estou à sua disposição para conversarmos pessoalmente. Traga a Raquel também. Estou orando por vocês.

Um grande abraço.

Fonte: Blog O tempora, O Mores
Autor: Rev. Augustus Nicodemus
Adaptação: Pr. Magdiel G Anselmo.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

5 Coisas que todo homem casado deveria fazer quando em companhia de mulheres solteiras

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Certa vez, um sábio homem me aconselhou que, quando eu estiver reunido com mulheres solteiras, especialmente atraentes ou interessantes, devo mencionar minha esposa e minha família logo no início da conversa. Percebi que esse conselho foi útil em muitas ocasiões. 

Caros maridos companheiros, aprendi o conselho acima, como também outras dicas abaixo listadas, essenciais para manter o meu casamento saudável e forte. Quero que meu casamento seja forte e saudável e você também! Na verdade, é uma das maiores responsabilidades no seu casamento. 

Então, vamos nos aprofundar neste assunto. Em quais situações você se encaixa? Para muitos, isto poderia facilmente acontecer no trabalho. Você poderia estar iniciando em um novo emprego e encontrar-se cercado de mulheres jovens e agradáveis. Se for esse o caso, você precisa escolher entre atrair a atenção delas ou impor-se de forma amigável, mencionando sua bela esposa e família. 

Outros podem estar trabalhando com as mesmas mulheres há mais tempo. Você pode ter optado por envolver-se em flertes ou sair com os colegas de trabalho após o expediente. Se este for o seu caso e sua esposa estiver em casa esperando por você, então é hora de voltar atrás e reavaliar a sua posição como o marido e líder, tomar as medidas necessárias para tornar a sua relação com sua esposa a mais importante e não se esquecer disso. Liderança, senhores, liderança! 

Mesmo que tenham sido apenas alguns rápidos exemplos, sei que alguns precisam intensificar o seu papel de marido. Estes exemplos não se aplicam a você? Então, pense em suas amizades na academia, no supermercado, na padaria, na internet ou em qualquer outro lugar. Estes "simples" locais poderiam produzir relacionamentos difíceis que podem prejudicar tanto o seu relacionamento quanto o seu amor pela sua esposa. Tome coragem e faça o que precisa ser feito para o seu casamento! 

Agora que tenho sua atenção, aqui estão cinco coisas que todo homem casado deve fazer ao encontrar-se em companhia de mulheres solteiras:

1. Mantenha sua aliança no dedo. Há muito poucas exceções quando o anel precisa ser tirado, como ao operar máquinas pesadas, nadar em águas infestadas de tubarões e afins. Se você está prestes a entrar alguma situação que o faça olhar para o seu anel e considerar se você precisa dele no ou não, saia! Corra! Afaste-se! Sério, saia dessa situação; seus votos, casamento, filhos e muito mais dependem dessas decisões importantes. (Leia Lucas 16:10.)

2. Tenha fotos da sua esposa no trabalho. Um homem casado, nessa situação, seria sábio ao escolher um par de grandes e divertidas fotos dele e da sua esposa e mantê-las exibidas em seu escritório ou local de trabalho. Escolha uma situação que tenha sido divertida por dois motivos: você se lembrará porque gosta tanto dela, e será um ótimo assunto para conversa quando em companhia de outras pessoas, especialmente mulheres. Atualize a foto quando necessário, para que as pessoas ao seu redor vejam o crescimento no seu relacionamento. Separe esta foto ainda essa semana e apague o fogo. (Leia o Salmo 119:37.)

3. Mantenha contato simples e breve. Não leia isso da forma errada; não estou dizendo para ser rude. Estou falando para ser cuidadoso para onde viajam seus olhos e por quanto tempo eles viajam quando você está perto de uma mulher atraente. Você sabe que, ao se deter no primeiro olhar, você estará assinando na linha pontilhada para maiores problemas. Mantenha o olhar breve, mantenha-o decisivo e siga em frente. Olhe novamente para a foto em sua mesa. Faça isso! (Leia Mateus 5.28)

4. Mantenha a conversa geral e profissional. Se você trabalha com mulheres solteiras, não há dúvida de que a conversa vai acontecer. Cabe a você como falar com elas. Você pode optar por manter os diálogos curtos e generalizados, pode optar por mantê-los profissionais, ou você pode permitir que a conversa tome rumos que não deveria. Seja educado, mas muito intencional em suas conversas. Se necessário, mais uma vez, esteja sempre pronto para falar sobre a sua esposa ou sua família. Puxe o pino do extintor, mire e extinga a chama. Segurança em primeiro lugar. (Leia Romanos 6:13.)

5. Fale sobre a sua esposa e faça isso com frequência. Já mencionei sobre a importância de falar sobre a sua esposa em suas conversas? Acho que sim, mas esse último tópico solidifica essa idéia. As mulheres solteiras com quem você lida diariamente, não devem ser páreo para a sua esposa e para a sua família. Sua família deve ser a sua primeira prioridade onde quer que você esteja e com qualquer pessoa que se encontre diariamente. Sim, cada dia e todo dia. Seja breve, seja simples e mencione sua linda esposa. Agora dê um tapinha nas suas costas e ânimo. (Leia Efésios 5.25-33)

Nota Importante: Não importa o que você tenha feito em seus relacionamentos atuais com mulheres solteiras, esses passos podem e devem ser iniciados a qualquer momento. Os sentimentos da sua esposa são e sempre serão mais importantes do que os da mulher com quem você precisa dar início a esses passos. Seja firme.

Eu o desafio a dar esses passos de forma confiante, por você, pelo seu casamento e pela sua família. Novamente, é sua a responsabilidade de liderar!

***
Bryan Van Slyke
Fonte: CharismaMag 
Adaptação: Pr. Magdiel G Anselmo.

Não existem cristãos arrogantes


A arrogância é uma doença espiritual maligna e silenciosa. Um dos efeitos dessa moléstia é que, em geral, o arrogante se acha a pessoa mais humilde do mundo - ele não se vê como verdadeiramente é. Constantemente aponta os erros dos outros mas não consegue perceber como a sua essência está contaminada - e, se consegue, tem a arrogância de dizer que não é arrogante. Lá vai bem longe o tempo de servos como Francisco de Assis, João da Cruz, Thomas-à-Kempis e outros homens de Deus verdadeiramente humildes. Hoje está totalmente disseminado o conceito antibíblico de que é possível ser arrogante e ser um bom cristão. 
Não é. 

É absolutamente impossível ser um homem segundo o coração de Deus e ser arrogante ao mesmo tempo. São características que não cabem no mesmo indivíduo.
Arrogância é sinônimo de orgulho, altivez, soberba, prepotência. Mostre-me um arrogante e lhe mostrarei um homem sem Deus. Esse é um pecado tão grave que o salmista diz ao Senhor em Salmos 5.5: "Os arrogantes não permanecerão à tua vista". Em 2 Timóteo 3.1-2, o apóstolo Paulo fala sobre o perfil dos homens nos últimos tempos:"Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes...". Sim, o olhar altivo do arrogante é um dos defeitos que Deus mais detesta, como Salomão deixa claro em Provérbios 6.16-19. 
É fácil diagnosticar alguém que sofre de arrogância. Comece procurando uma pessoa que se acha especial. Diferente. O escolhido. O "cristão" altivo tem essa pretensão, achar que tem em si algo tão singular que Deus o separou do resto da humanidade. Pois os verdadeiramente separados pelo Senhor para realizar grandes feitos simplesmente os executam, não ficam fazendo alarde disso, e se mantêm com uma extraordinária postura de humildade (é só ver o caso do rei Davi). De certo modo, há em todo arrogante um pouco de nazista: ele se acha praticamente membro de uma linhagem superior, um ariano, eleito pelos céus para mostrar à humanidade errada que ele é quem está certo.
Essa é outra característica sempre e sempre presente no arrogante: ele se acha o dono da verdade. Se alguém discorda dele é porque é ignorante, atrasado, desinformado, rebelde, não foi tão iluminado por Deus, não entendeu as realidades do alto ou qualquer coisa do gênero. Isso acontece porque a arrogância cega. Ela não deixa o arrogante se ver como tal. Assim, qualquer verdade fora da sua verdade é inverdade. E ele trata quem dele discorda como culpado de uma suposta ignorância proposital. Discordar do arrogante é visto por ele praticamente como uma ofensa. Até porque, no seu entendimento, as outras pessoas existem em função dele.

Lamentavelmente, o "cristão" arrogante em geral ganha discípulos. No caso do arrogante carismático, arrebanhará multidões, que se tornarão seus seguidores cegos - fãs tão fanáticos que não suportam ouvir uma crítica a seus ídolos. Hitler foi assim. Temos os nossos hitlers hoje em dia, líderes orgulhosos e altivos, que se tornam deidades das massas. Seu carisma atrai os incautos para a armadilha e a arrogância enterra seus seguidores, ao ser tomada como modelo e padrão aceitável. Em vez de uma triste doença, a soberba dos tais é vista e exaltada como uma qualidade, um sinal de força e posicionamento. Aos olhos de muitos, até como unção. Só que não passa da mais maligna e destrutiva soberba: "A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda" (Pv 16.18). E há, por outro lado, os arrogantes sem carisma, que se impõem em geral por seus cargos, fazem poucos discípulos sinceros - os que nele de fato creem acabam reproduzindo a mesma arrogância. Seja o arrogante carismático ou não, tornar-se um discípulo dele é altamente prejudicial: "Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança e não pende para os arrogantes" (Sl 40.4).

O arrogante geralmente se prende a títulos e cargos para legitimar-se. Esteja ele em que grau da hierarquia estiver. "Sabe com quem está falando? Eu sou o diácono aqui", empavona-se. Não se contenta em ser quem é, precisa do reconhecimento e do garbo. Sem adjetivos a sua arrogância sente-se ofendida. É por isso que nascem entre nós tantos "patriarcas", "apóstolos", "ungidos do Senhor", "doutores em divindade", "profetas de Deus". "vice-deus" ou o que for - o arrogante em geral se esforça mais por obter títulos do que empreender realizações. Enquanto o mais importante e preeminente dos humildes contenta-se em ser chamado de "Zé", se for o caso, o arrogante exige para si títulos acessórios, que ficarão pendurados em seu nome como penduricalhos na farda de um velho general.
Mas, por mais que receba o louvor alheio, o arrogante não se contenta com isso - precisa de mais. Pois realmente acredita que merece mais - afinal, ele é um escolhido de Deus. Daí surgem os impérios eclesiásticos, as empresas evangélicas de um homem só, as capitanias hereditárias gospel, as catedrais mundiais de qualquer coisa. E, para pôr tais empreendimentos de pé, o arrogante se coloca acima do bem e do mal: faz associações em jugo desigual para ter mais poder, dá propinas para ver avançar seus sonhos pessoais, cria falsas campanhas espirituais como forma de arrecadar dinheiro... enfim, faz o que for preciso para que seus projetos avancem - e sempre tem uma boa desculpa para justificar-se de que aquilo não é pecado. Peca porque, afinal, está fazendo para o Reino. Só que, na verdade, está fazendo para si mesmo.

Não há arrogantes admiráveis - pense nos homens de Deus que você admira e, se enxerga neles altivez e prepotência, sugiro que deixe de admirá-los - pois não são tão homens de Deus assim. Só continua a admirar arrogantes, após se dar conta de que são arrogantes, quem admira a arrogância. E não se pode admirar a arrogância e Jesus ao mesmo tempo.
A arrogância foi o pecado que fez aquele que ficava ao lado do Senhor no Céu tornar-se Satanás. Não bastava ele ser querubim da guarda ungido, permanecer no monte santo de Deus, andar no brilho das pedras. É interessante reparar o caminho de corrupção que ele percorre, de anjo a demônio. No início, "perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado", só que, aos poucos, "se achou iniquidade" nele. O que me entristece é que, se o destino dos homens arrogantes for o mesmo do querubim arrogante, o que eles ouvirão ao final de suas vidas é: "te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer [...] em meio ao brilho das pedras. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem" (Ez 28).
É uma certeza quase matemática, que não tem como dar errado. Como registra Isaías 2.17, "A arrogância do homem será abatida, e a sua altivez será humilhada". Fico triste, realmente triste por causa dos arrogantes. Pois, em geral, foram bons cristãos no início, mas, com o passar do tempo, começaram de fato a acreditar que são mais do que os demais. Assim como Lúcifer era perfeito, mas deixou seu coração enganá-lo, o mesmo processo ocorre com todo arrogante. Seu fim, lamento crer, não será diferente. Se não for abatido nesta vida, será na próxima. 

Entre os salvos de Deus não há arrogantes, há os mansos e humildes de coração. Se um arrogante é alcançado pela graça da cruz ele deixa de ser arrogante. Seus olhos perdem a altivez. Suas palavras abandonam o egocentrismo. Sua alma despreza os títulos e adjetivos. Seus projetos de projeção pessoal são postos de lado. Seu conforto passa a importar menos do que a obra de Deus. Suas ações passam a devotar-se ao ferido, ao doente e ao sofredor. A arrogância morre e em seu lugar brota o amor. Pois onde há amor não pode haver arrogância.


O arrogante prioriza a si se aos seus. O humilde prioriza o próximo. Simples e bíblico. 

Termino aqui, com uma explicação. Não dediquei tantas linhas aos arrogantes para acusá-los. Mas, primeiro, para compartilhar meu entendimento bíblico de que não existem cristãos arrogantes, é um conceito impossível à luz das Escrituras: se é de fato cristão não pode ser arrogante, se é arrogante não é cristão. Segundo, para que você veja se tem seguido ou mesmo sido alguém altivo e soberbo. E, por fim, para que oremos pelos arrogantes. Devemos amar os tais e pedir que o Senhor os cure dessa doença tão maligna - para que vivam e parem de contagiar ou ferir os que estão ao seu redor. Oremos em especial para que venham a conhecer Cristo e tirem a si mesmos do altar. Não devemos desejar o mal dos arrogantes nem combater a arrogância com ataques, mas com oração e amor. Pois, se atacarmos os arrogantes com ferocidade e nossas próprias verdades, estaremos sendo tão arrogantes como eles.



Propor isso é muito arrogante de minha parte?


Paz a todos vocês que estão em Cristo,


Mauricio Zágari 
Adaptado por Pr. Magdiel G Anselmo.
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