quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Ilha da Fantasia não existe !!!

Algumas pessoas afirmam: As coisas vão melhorar! 
Mas, não é bem assim.
Quando as pessoas me perguntam:
- Pastor, as coisas vão melhorar ou piorar?
A resposta é dolorosamente óbvia, se analisarmos biblicamente.
Neste velho planeta haverá um aumento gradual e dramático da maldade.
Se me pedissem que fizesse uma análise franca do que devemos esperar, com base no ensino do Senhor Jesus eu diria: Primeiro, as condições piorarão; segundo, os lares se enfraquecerão; terceiro, a moral se desvanecerá.

Por que digo isso?
Observe Mateus 24: 3-12

"Estando Ele assentado no monte das Oliveiras, aproximaram-se dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando acontecerão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim dos tempos. Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. Ouvireis de guerras e rumores de guerras, mas cuidado para não vos alarmardes. Tais coisas devem acontecer, mas ainda não é o fim. Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes, pestes e terremotos em vários lugares. Todas estas coisas, porém, são o princípio das dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos se escandalizarão, trair-se-ão mutuamente e se odiarão uns aos outros. Surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de quase todos esfriará."

Após ler esse texto, lhe pergunto: As coisas melhorarão ou piorarão?
Sem dúvida, as coisas piorarão.
E como será isso?


1. Não haverá paz mundial
Os conflitos internacionais não apenas crescerão e proliferarão, como aumentarão de tal maneira que algumas nações já não tolerarão outras nações. As pessoas não apenas terão conflitos, mas se tornarão irreconciliáveis. Recusar-se-ão a negociar de maneira civilizada.
Estamos falando de hostilidade irredutível.
É terrível!
Por isso toda vez que vejo impresso em jornais ou revistas sobre a busca pela paz mundial, sorrio por dentro. Jamais haverá essa paz internacional até que Cristo reine supremo.
Mesmo com todas as boas intenções, nossos diplomatas envidam esforços para promover a paz, mas, ai de nós, é uma busca fútil. Quanto mais vivermos nesta velha Terra, mais ela parecerá com a agitação inquieta dos mares.

2. As Famílias se enfraquecerão
As famílias continuarão a se desintegrar.
Certamente, você leitor dessa postagem sabe que não existe atualmente ninguém que não conheça alguém que se divorciou. Conhecemos pessoas que passaram por essa "câmara de horrores". Alguns têm suportado isso contra a própria vontade. Parece que posso ouvi-los suspirar: - "Eu nunca quis o divórcio, mas sou vítima dele. Minha família enfraqueceu, os relacionamentos se romperam, e o que mais eu evitei aconteceu. E meus filhos estão pagando por isso."
Não é exagero declarar que a família desfeita é agora uma epidemia nacional.
E essa "doença" afeta todas as outras áreas da sociedade.
Os educadores já não suportam "tentar" educar filhos sem pais ou com pais separados. A corda arrebenta nas escolas, no trabalho, na vizinhança, nas delegacias e nas igrejas.
Gerações de pessoas mal educadas e sem amor surgem todos os dias.
E com isso cresce e propaga-se a violência, a maldade, a iniquidade...o pecado.
E assim... cumpre-se a Escritura.

3. A Moral Desvanecerá
O que já nos fez corar, assistimos hoje tranquilamente na televisão.
Veja que em anos atrás, um simples palavrão enunciado em um filme ou programa qualquer ganhava as manchetes dos jornais e era rejeitada pela imensa maioria da população. Hoje em dia, é muito difícil encontrar na televisão filmes ou programas que não tenham palavrões ou coisas semelhantes.
A pornografia, promiscuidade e sexualidade tomaram conta das mídias e pouquíssimas pessoas reagem contra isso. Do contrário, a maioria defende isso como algo natural ou uma forma digna de expressão e comunicação.
Como diria alguém: "É impressionante !"
Sem contar os atos de corrupção que permeiam e "dão a nota" da vida política e empresarial, e para ser mais abrangente, o dia-a-dia das pessoas "de bem".

Como já afirmei. A Ilha da Fantasia não existe !
Por mais que se queira, se ore ou façam-se campanhas, vigílias, intercessões no monte, etc... as coisas vão piorar, e muito.

Penso que a pergunta não é se as coisas vão ou não piorar (e vão piorar), mas sim, como viver e ministrar num mundo que perdeu o rumo? O que a Igreja deve fazer para deixar a sua marca? O que será preciso para nos fazer lembrar de quem somos e quem está ao nosso lado?

As respostas a estas indagações devem direcionar-nos para que possamos causar um impacto no mundo que corre cada vez mais depressa na direção errada.
Penso que os conselhos diretos de Paulo a Timóteo e indiretamente a todos nós que vivemos nos últimos dias, nos indicam o caminho e atitudes corretas diante do quadro atual.
Vejamos então:

a) Siga o modelo dos fiéis

"Tu, porém, tens seguido de perto os meu ensino, procedimento, intenção, fé, longanimidade, amor, perseverança, perseguições e aflições, quais me aconteceram na Antioquia, Icônio e Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou. E na verdade todos os que desejam viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições." (2 Tim. 3 vers. 10-12)

Paulo está dizendo aqui que os tempos são difíceis, são sombrios, são duros de enfrentar. Tudo isso é verdade, mas Timóteo teria que ser diferente. Ele está afirmando em outras palavras que Timóteo não deveria ser como a "maioria" ou como "muitos", mas sim que seguisse o modelo ensinado pelo apóstolo.
Assim devemos também fazer. Imitar o modelo daqueles que são fiéis.

b) Volte a verdade do passado

"...mas os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados..." (vers. 13)

Pode haver muitos impostores, mas resolvamos não ser um deles. Sejamos diferentes, como era Timóteo.
Mas, o que tornava Timóteo diferente?

"Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus" (vers. 14-15)

Glória a Deus pelas raízes de Timóteo. Paulo consciente do valor do ensino e treinamento da avó e mãe de Timóteo o exorta a permanecer firme.
Assim devemos também fazer. Lembre-se de suas raízes evangélicas. Devemos lembrarmos do que nos foi ensinado a respeito de Deus e Sua Palavra e nos firmar nisso.

Esses conselhos sábios do já experiente pastor ao pastor inciante servem para todos os que hoje desejam ministrar em um mundo tão conturbado pelo pecado.
Se segui-los, a depravação dos últimos dias não o dominarão. Você encontrará força e estabilidade no meio da tempestade e estará melhor equipado para ensinar o povo de Deus.

Que todos estejamos dispostos a obedecer e fazer a diferença nesses últimos dias, sem perdermos de vista que as coisas irão piorar, e independente disto, obedeçamos as orientações bíblicas para esse contexto. Deus já nos deu de antemão tudo que precisamos para viver nesses dias glorificando ao Senhor com nossa postura de fé e fidelidade às Escrituras.
Caminhemos firmes nesse propósito!

Deus nos abençoe.

Pr. Magdiel G Anselmo. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Lições que todos "irmãos" deveriam aprender e praticar

Muitas lições aprendemos em nossa vida.
Em todas as áreas de atuação todos os dias aprendemos com as pessoas que convivemos e com as diversas situações que vivenciamos.
E, dentre todas as liçoes que tive que me esmerar em aprender, a mais difícil foi conseguir entender e lidar com pessoas.
Eu sempre estive envolvido com o contexto eclesiástico e com as coisas referentes a igreja e vida cristã de uma forma geral. Quando iniciei no pastorado era muito afoito, me precipitava em fazer e falar, era impulsionado pela vontade de abençoar, de apascentar e por vezes passava do limite. 
Imaginava que todos entenderiam da mesma forma e ao mesmo tempo. Ficava decepcionado com os fracassos e com as metas não alcançadas. Era implacável muitas vezes, impaciente em tantas outras, e a duras penas e "perdas" fui aprendendo com Deus que as coisas não eram e não funcionavam bem assim. As pessoas não são iguais. Gente é diferente de apostilas, livros, monografias, dissertações e teses (mesmo que isso tudo tenha sua importância e necessidade). Igreja é diferente das salas de aula (e tento alertar sobre isso hoje aos meus alunos), e os irmãos ali eram diferentes dos amigos e colegas seminaristas e professores. A vocação, as ambições são diferentes e as perspectivas, e planos de vida também.
Tive que aprender além da teoria ensinada nos seminários e faculdades, tive que ir buscar usar aquele conhecimento para a glória de Deus, observando que o agir de Deus nas pessoas difere de uma para com as outras e que cada uma delas responde do seu jeito e segundo suas virtudes e limitações.

O que aprendi, então?
1. Aprendi que a gestão cristã de pessoas é a parte mais importante e mais difícil do pastorado e da liderança. Diria que essa gestão é em essência o verdadeiro pastorado cristão. 

Os planejamentos e projetos podem ser complexos, mas nada chega perto da complexidade e singularidade de lidar com gente.
Na academia aprendemos através da Psicologia que existem técnicas para aprender a compreender comportamentos e temperamentos. Além disso nos é ensinado Sociologia, Antropologia, Filosofia e tantas outras "ciências" com a intenção de facilitar nossa compreensão para trabalharmos com pessoas reais, de carne e osso.
Mas, isso tudo não é suficiente para ser um pastor ou líder cristão...
As demais disciplinas com conteúdo especificamente bíblico e teológico vem então para tentar completar esse conhecimento sobre pessoas, Deus, mundo e tudo o mais...
Mas, ainda não é o suficiente para sabermos tudo que precisamos para ter ministérios abençoados e abençoadores.
É no dia-a-dia, na prática que realmente começamos a entender como as pessoas são distintas umas das outras, mesmo que aparentemente sejam tão iguais e que nossa teoria deve levar em consideração a história de vida de cada um.
O conhecimento acadêmico e bíblico adquirido têm efeito abençoador quando mesclado ao conhecimento prático do dia a dia, da convivência e da comunhão entre irmãos.
Aplicando sabiamente o que aprendemos da parte de Deus, seja na teoria acadêmica, no estudo bíblico particular ou no convívio na congregação, podemos nos tornar líderes segundo o coração de Deus. 
Por quê?
Porque nos fará ver as pessoas como Deus as vê.
Porque nos fará tratar as pessoas como Deus deseja que as tratemos.
Porque nos fará falar com as pessoas como Deus falaria.
E por fim, porque nos fará sentir pelas pessoas o que Deus sente, ou seja, amor e misericórdia.

2. Aprendi que a forma como advertimos (seja em atitudes ou palavras) a alguém do erro pode nos desqualificar como mensageiros da verdade.

No contexto bíblico de uma comparação entre o justo e o perverso vemos a seguinte revelação de Deus que deve orientar nossa postura:
 "A boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos perversos mora a violência. O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões. Nos lábios do prudente se acha sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de senso. No muito falar não falta transgressão mas o que modera os lábios é prudente. Prata escolhida é a língua do justo mas o coração dos perversos vale mui pouco. Os lábios do justo apascentam a muitos, mas por falta de senso, morrem os tolos. "  Prov. 10: 11--13, 19-21.
Ainda nesse contexto:
"O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo". Prov. 18:19.
"A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto". Prov. 18:21.
  "Como o abrir da represa, assim é o começo das contendas, desiste, pois, antes que haja rixas". Prov. 19:14.
Ainda quando vemos o Senhor Jesus Cristo repreendendo pessoas no NT, devemos atentar para os seguintes fatos:
3. Aprendi que quando Jesus repreendeu ou advertiu pessoas, Ele o fez diretamente.

Falou pessoalmente com elas. Em todos os casos em que uma pessoa específica tinha que ser repreendida veementemente, Ele assim o fez diretamente (Os fariseus, os vendedores no templo, a Pedro, a própria mãe, aos discípulos, etc...).

4. Aprendi que a Bíblia ensina como advertir um irmão do erro

O ensino neotestamentário sobre como advertir um irmão do erro confirma essa atitude de Cristo e ensiná-nos como deve ser todo esse processo.
Primeiro devemos ir ao irmão, em particular e advertí-lo do erro. Em última instância devemos tornar o caso público, e somente quando não houver reconhecimento do erro e frutos de arrependimento e esse processo muitas vezes é lento e trabalhoso.
Por isso, o apóstolo Paulo afirma ao escrever aos coríntios que "o amor é "paciente", é benigno, não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, "não se exaspera", não se ressente do mal, "não se alegra com a injustiça", mas alegra-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e jamais acaba..." (1 Cor. 13: 4-8a).
E aqui se aplicam os textos que se referem também a essa atitude pessoal e particular: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os lábios de quem odeia são enganosos". Prov. 26: 6.
5. Aprendi que Jesus sendo Deus tinha e tem o poder para saber e conhecer aquela pessoa que repreendeu completa e integralmente, assim como toda e qualquer pessoa.

Ele (Senhor Jesus) sabe quais são as reais intenções, motivações e caráter da pessoa e assim sendo possui informações completas para então agir como agiu repreendendo duramente muitas delas. Nós não temos esse poder. Não somos deuses. Ao repreender o erro, devemos tomar o cuidado de não confundirmos o erro com a pessoa que errou, ofendendo-a. Podemos, (já que não possuímos o poder de conhecê-la integralmente) com nossas atitudes precipitadas ferirmos ou ofendermos profundamente um irmão em Cristo.
6. Aprendi que lutamos contra o erro, não contra a(s) pessoa(s).

Não sou contra a repreensão bíblica, mas ela deve seguir os critérios estabelecidos e revelados na Palavra. A exposição pública de uma pessoa sem antes ouví-la, ou sem que antes houvesse ocorrido uma confrontação bíblica dessa pessoa em particular produz revolta e constrangimentos desnecessários e que servem de obstáculos poderosos para a restauração dessas vidas em Cristo, pois mais parece uma acusação, uma condenação do que uma advertência. Não direciona para restauração ou reconciliação, mas sim para contendas e ira, e nisso não há a produção de justiça de Deus. (Tiago 1: 19,20).
Podemos destruir irmãos que por um momento cometeram um erro, podemos destruir ministérios de irmãos que foram dados por Deus. Podemos confundir rebanhos inteiros com uma atitude irresponsável e sem respaldo bíblico. Tenhamos critérios e temor a Deus. Atrás de um erro existe uma pessoa e essa pessoa pode ser um irmão.
7. Aprendi que a apologética (defesa da fé cristã) é útil e necessária, porém deve ser exercida e fundamentada criteriosamente nas orientações de Deus para tal.
Mesmo o melhor remédio quando utilizado na dose e no tempo errados pode causar enfermidades ainda mais graves e em alguns casos até a morte do paciente.
E como eu desejaria que muitos aprendessem essas lições. Pois, a maioria, que se autodenomina cristão, não age segundo esse ensinamento.
Peço que humildemente, pelo menos, reflitam sobre isso. Menos paixão e mais reflexão bíblica é o que necessitamos diante do momento que vive a "nossa" Igreja onde muitos estão confusos diante de atitudes de desamor e incompreensão de muitos de seus "irmãos".

Deus nos abençoe.
Em Cristo,
Pr. Magdiel G Anselmo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

TV, Bênção ou Maldição? A Escolha é sua !

Diante de tanta bobagem anunciada e transmitida pela televisão, resolvi escrever sobre os males que esse meio de comunicação pode causar ao cristão.
Não pretendo afirmar que não podemos assistir a TV ou como, os antigos faziam, proibir de possuir, mas bem que eles tinham alguma razão, não acham? Porque diante do que presenciamos atualmente, melhor seria se não tivessemos mesmo esse aparelho em nosso lar e tão acessível a nossa família.
Mas, enfim... repito, não é esse meu objetivo.


Porém, alguns cuidados devem obrigatoriamente ser tomados por todos aqueles que amam a Deus e que desejam fazer Sua vontade.
Veja como e quando a TV ou o televisor podem ser uma maldição na sua vida:

1) Quando substitui coisas valiosas e fundamentais para o cristão

a) Quando substitui o momento de estar em família para juntos (quando coincide) assistirem a seus programas. A atenção não é um para com o outro, mas para o aparelho que se encontra a sua frente. Toda a atenção a televisão, e quando alguém ousa falar algo, logo ouve: PSSSSIIUUU !

b) Quando substitui a leitura da Bíblia por seus programas, novelas, filmes, etc... Substitui-se o Salmo 23 pelo Canal 23, veja o programa que se ensina nesse canal e quais as consequências desse ensino: 
  • "O televisor é o meu pastor, meu crescimento espiritual faltará;
  • Ele me faz repousar nos pastos mundanos para levantar-me vazio das coisas de Deus. Ele toma lugar que eu devia dar a Deus. Faz-me abandonar os meus deveres de cristão porque tenho que assistir aos meus programas prediletos que ele apresenta;
  • Ele renova os meus conhecimentos das coisas do mundo e não me deixa estudar a Palavra de Deus. Ele faz com que eu falte aos cultos ou os assista pela metade, perdendo assim a comunhão com meus irmãos;
  • Mesmo eu estando para morrer continuarei assistindo ao meu televisor enquanto ele funcionar, porque ele é o meu companheiro mais chegado, suas músicas e suas imagens me confortam e me guiam;
  • Ele me oferece muita distração trazendo o mundo para dentro de minha casa, para assim orientar minha família. Ele enche a minha cabeça com o pecado, de modo que o meu cálice transborda e eu estou sempre a falar de seus programas. Falo tanto que a Palavra de Deus não tem mais lugar na minha vida, na minha família e no meu lar;
  • Assim sendo, certamente que o pecado e suas consequências me seguirão todos os dias da minha vida, porque o meu televisor me faz contrariar a vontade de Deus. Assim habitarei no lugar preparado para o diabo e seus anjos, por toda a eternidade." 
 c) Quando substitui o culto na igreja pelo culto pelo televisor. Infelizmente não temos tido bons exemplos de programas "evangélicos" na TV. Ao contrário, o que mais se vê são programas ditos cristãos propagando doutrinas estranhas ao Cristianismo. Somente confundem e atrapalham o trabalho de tantas igrejas sérias que buscam fazer a obra de Deus. Recomendo então, não perder tempo com tais programas. Vá pessoalmente a sua igreja. Lá você encontrará pregação, ensino e irmãos de sua mesma fé.

d) Quando substitui o descanso merecido pelas madrugadas mal dormidas. E vale ressaltar que perde-se horas de sono assistindo programas que nada contribuem para a edificação. São mais contribuições para a perdição e para dissolução e rebeldia do que construção de algo que seja bom. Seja no âmbito espiritual ou mesmo social. Vejam os exemplos nos períodos de carnaval, onde pessoas e até "crentes" ficam assistindo aos desfiles e toda aquela imundícia.

e) Quando substitui a responsabilidade dos pais em educar por pretensos "educadores" e "formadores de opinião" televisivos, com seus maus costumes e opiniões anti-bíblicas. E ainda tem gente que fica assistindo o "inteligente" Jô Soares que sempre faz questão de zombar das coisas de Deus. Devemos sempre lembrar o Salmo 1 que nos adverte: "Bem aventurado o homem que não anda segundo o CONSELHO DOS ÍMPIOS, nem se detém no caminho dos pecadores e nem se assenta na roda dos escarnecedores, antes tem o seu prazer na lei do Senhor e nela medita de dia e de noite..."

2) Quando não se consegue ficar sem ela

Há pessoas que não conseguem ficar sem a TV. São viciadas. Podem até ficar sem uma igreja para congregar, mas sem TV nunca, jamais. Perdem o culto, mas nunca a novela ou o jogo de seu time. É lamentável. E deixa eu dar uma palavrinha para quem faz isso: É pecado o que você faz. Arrependa-se, confesse seu pecado a Deus e não peques mais.

3) Quando não seleciona-se o que assiste

Julgar todas as coisas é um conselho bíblico. Renunciar aos seus desejos e suas vontades em prol do reino de Deus também. Por isso, devemos assistir apenas aquilo que não atiçará nossos desejos pecaminosos. Temos que ser seletivos e ensinar nossa família a também ser. Ficar assistindo programações com pessoas semi-nuas, com defesa e apoio a pecados, como: homossexualismo, adultério, mentiras, farsas, crimes, violências, e coisas semelhantes a essas não é uma atitude cristã. Renuncie a isso!

4) Quando preferem ficar com a TV e não com as pessoas.

Existem pessoas que se escondem e fogem da vida na frente das TVs. Preferem não ter contato com outras pessoas e transformam suas vidas em um cárcere midiático. São doentes e precisam de ajuda. A TV não é uma pessoa. Deus nos fez para viver em comunidade e não como verdadeiros ermitões, escondidos em buracos ou cavernas, disfarçadas de salas ou quartos.

5) Quando perdem tempo e dinheiro em programas televisivos.

Aí então surgem os tais "reality shows". Verdadeiras aberrações que nada tem de útil a ninguém. E, pasmem, existem cristãos que assistem essas abominações e ainda investem dinheiro (ligam pra lá) para votar. Como diz minha filhinha: Me poupe, né? ou como diz um irmão amigo nosso: Vai se converter, rapaz!

Enfim, poderia escrever muito mais, mas não quero cansá-lo. O que desejo é que você, meu leitor, reflita sobre essa questão e faça de seu televisor um instrumento de edificação pra si e sua família.
Por exemplo:
  • Adquira bons filmes e documentários sobre vários assuntos. Existem vários a disposição e os assista em sua TV.
  • Adquira bons dvd's de música evangélica ou não (tem músicas de qualidade não evangélicas como: música clássica, sertaneja de origem, e outras. Vai do seu gosto e de sua família)
  • Filme algumas pregações e estudos bíblicos na sua igreja. Medite nelas durante a semana com a família. Pode até incluir em seu culto doméstico. Vai ser muito edificante para todos.
Além disso, tem muito o que fazer sem a TV ou o televisor. Seguem algumas dicas úteis:
  • Reúna a família para conversarem sobre qualquer assunto. Brinquem, se divirtam. Falem sobre um livro, um acontecimento, brinquem com seu cãozinho ou seu animal de estimação, etc...
  • Existem jogos interessantes para jogar em família com perguntas bíblicas ou não, dinâmicas, etc... Vai ser muito divertido.
  • Se houver algum músico na família cantem juntos algumas músicas. Se não houver, tudo bem, o que vale é estarem juntos cantando. Obs. Pode até ser músicas ditas não cristãs, como já disse, existem boas músicas que não farão vocês pecarem. Mas, se não tiverem certeza, decidam ficar com os clássicos evangélicos.
  • Passeiem. Saiam em família para jantar fora. Andem em um parque ou praça da cidade. Se estiver calor vão tomar um sorvete. Se der fome, comam uma pizza ou algo semelhante. Está frio, tomem uma sopa quente ou uma boa massa. Enfim, o cardápio é extenso...
  • Façam um esporte. Caminhem juntos. Façam algum esporte juntos. Nadem, corram, andem de bicicleta, etc...
  • Leia a Bíblia em família. Comente sobre o que leram. Deixe todos falarem. Orem juntos. Intercedam uns pelos outros. Façam seus pedidos e agradecimentos. Cultuem a Deus em família.
  • Ah sim, e não esqueçam, por amor a Cristo, não deixem de ir a igreja regularmente. Faz bem a saúde física, mental, emocional e espiritual. Faz bem a Família. E não esqueça da EBD, lá toda família aprende a Bíblia.
Percebeu como podemos substituir as coisas ruins da TV por coisas boas. É só pensarmos um pouco e priorizarmos o que realmente é relevante. E tomar a decisão de desligar o aparelho que tanto amaldiçoa vidas atualmente, a tal da televisão.
Aprenda a discernir.
Não estou aqui, repito, a proibir o uso da televisão. Mas, priorize. Selecione o que é edificante. E quando não tiver nada lá que preste. Desligue imediatamente, não vacile. Tome a decisão de abençoar o seu lar.

Deus certamente, fará a parte dele, abençoará sua vida e família.

O meu desejo é que Deus os abençoe rica e poderosamente.

Pr. Magdiel G Anselmo.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cristianismo não é uma Religião

Outro dia me vi diante de um dilema quando me fizeram a seguinte pergunta?
- Qual é a sua religião?
Se respondesse o correto, era provável que não seria entendido. Se respondesse o que é senso-comum (mesmo que incorreto) ficaria em débito com minha consciência.
Claro que muitos responderiam que sua religião é: cristã, protestante, evangélico ou católica, espírita, budista, etc...
Entretanto, a verdade é que o Cristianismo não é uma religião, pelo menos não o é do ponto de vista teológico e bíblico.
E esse é o ponto.

O que é então religião?
Ora, religião é toda atitude do Homem caído para se chegar a Deus ou pelo menos ter algum tipo de relacionamento com a divindade. É uma tentativa "do que fazer", da parte do Homem com relação a Deus.
Sendo assim, a religião nasce do Homem. É uma iniciativa humana.
Por isso existem tantas religiões diferentes espalhadas pelo mundo, cada uma com suas características, costumes, regras e rituais próprios. É a tentativa desesperada do ser humano em preencher o vazio espiritual que se encontra em seu íntimo, em sua alma.
O que é um fato bíblico é que o Homem não tem condições, capacidade e muito menos entendimento para, a partir de sua inciativa, se chegar a Deus e manter com Ele um relacionamento pessoal sem que o próprio Deus intervenha nessa questão (Efésios 2:1-10).

É necessário e fundamental que Deus tome a inciativa de comunicar a esse Homem caído o seu plano de salvação e a partir daí, o agir do Espírito Santo se fará presente trazendo convencimento e discernimento das coisas espirituais (João 16:8).
Vêmos então que o Cristianismo na verdade é uma iniciativa de Deus para com o Homem e não vice-versa. É Deus quem vem ao Homem e não o Homem a Deus. E quando isso ocorre, esse Homem terá condições para, vivificado e salvo, manter um relacionamento profundo e íntimo com o seu Deus.
Mas, mesmo salvo e regenerado, pode-se ainda viver uma vida contaminada pela religiosidade.
Como identificamos isso?
Basta observarmos as consequências visíveis dessa vida religiosa.
Vejamos algumas delas:

1) Superioridade Espiritual
Esta questão se apresenta em duas formas:

a) O "Varão de Fogo"
A religião se torna evidente na vida do crente que deseja viver a vida cristã como se fosse uma competição para ver quem é mais santo, consagrado ou espiritual.
Essa síndrome da superioridade se vê naqueles crentes que sempre trazem algum "mistério" ou "revelação" que somente eles podem interpretar ou comunicar. São os "profetas de plantão". Reveladores e sonhadores. Gostam muito de estar em evidência nas grandes reuniões, mas fogem como "o diabo foge da cruz" quando se fala sobre ensino da Palavra.
Não frequentam Escola Bíblica, estudos bíblicos, odeiam teólogos, pastores e líderes sérios e não possuem a menor vontade de aprender e conhecer as Escrituras.
São extremamente insubmissos e revoltosos.
Não são muito de frequentar as reuniões de oração na igreja, mas amam propagar que passaram a noite no "monte" orando e que lá Deus revelou os "seus mistérios".
Mas, porque não oram na igreja ou em casa? O que o tal monte tem de especial que a igreja não tem? Nada contra o monte, mas peraí, porque não passam a noite orando na igreja? É no mínimo curioso, não acham? 
É como minha filha diz: "Tá se achando, né?"
Para estes, ser cristão, é ser algum tipo de mágico ou encantador.
Criaram uma religião com suas práticas, costumes e regras próprias.
Quanto ao que a Bíblia ensina sobre profecia, profetas, revelação, oração, sonhos, visões, igreja... Ah, isso não desejam saber. Pra quê, não é mesmo?
Mas, Deus através de Sua Palavra tem poder para mudar mentes e corações. O nosso amor, a paciência e a perseverança em oração podem causar impacto nessas vidas e o Espírito operar mudanças. Creio firmemente nisso!

b) O Tradicionalismo
Veja que digo tradicionalismo e não tradição.
A tradição é boa e útil. O que nossos pais, avós... nos ensinaram e alcançaram são conquistas que não devemos negligenciar. Devemos sim aprender com os erros e acertos do passado e não "jogar fora" o que a tradição nos traz de bom.
Agora, o tradicionalismo é um apego excessivo a tradição. Aqui não se discerne os erros do passado, simplemente se copia e se dá prosseguimento sem refletir se aquele procedimento, ritual ou costume trouxe edificação ao corpo de Cristo ou se  houve a aprovação de Deus.
Dessa forma o tradicionalismo cria uma religião à parte das Escrituras.
O relevante em toda tradição é que devemos dar prioridade e ênfase a Palavra de Deus, após isso, às pessoas e por fim ao local ou ambiente. Sempre nessa ordem.

2) Crentes Presunçosos
Uma das consequências e perigos da religião é a "presunção".
Alguns religiosos presumem possuir o Espírito Santo porque são dados às emoções mais fortes do que às dos outros. Gostam muito de chorar nos cultos, de "chamar a atenção pra si", de se "quebrantar", de interpretar os eventos do dia-a-dia de maneira peculiar e pessoal. Em alguns casos, torna-se uma verdadeira neurose.
Tudo é "coisa do diabo". Em tudo se vê demônios. Não se pensa em responsabilidade por atos errados ou pecados. Tudo é culpa do "cão".
E sempre se tem uma "receita mágica" revelada por Deus a eles para "exorcizar" os maus espíritos de outros "crentes".
Ressalto que acredito no agir do Espírito Santo na vida dos crentes, porém nunca, jamais, Deus irá contra a sua própria Palavra. Toda interpretação, revelação ou profecia deve estar alinhada e coerente com a Palavra. Se assim não ocorrer, afirmo com convicção: Não é Deus quem está falando, é a carne (a própria pessoa) ou em certos casos, o próprio diabo (aqui sim pode ser ele).
E vou um pouco mais longe: A verdadeira e suprema revelação de Deus ao Homem é Sua Palavra.
Quando alguém prega, ensina, aconselha, interpreta, ou estuda de forma fiel, correta e honesta a Palavra de Deus (Bíblia), nesses momentos Deus se revela objetiva e claramente.
Pra que complicar?
A Bíblia tem tudo que preciso para viver segundo a vontade de Deus. Ela me basta! (2 Tim. 3: 16,17)
Mas, os religiosos presunçosos não entendem isso e vivem sua religião que não os levará a Deus e por isso, vivem em constantes sofrimentos desnecessários.
Mas Deus pode mudá-los. Oremos por eles.

3) Crentes Autoritários
São aqueles que seguem a religião da chatice e da inconveniência.
Criam regras, procedimentos, práticas, costumes de todos os tipos e formas.
Tiveram talvez um desejo de se tornarem estilistas ou costureiros e não conseguiram, e por isso, amam dar palpite no vestuário dos demais irmãos. Escolhem o tipo de roupa os demais podem usar e as que não podem. Qual o comprimento exato das saias, o tamanho dos saltos, a cor da maquiagem, o tipo de brincos e colares (quando não os proíbem).
Policiam e checam as casas dos irmãos para ver se tem algum objeto "imundo". Fuçam a vida dos outros e se metem questões alheias como se fossem donos de uma vida irrepreensível.
Ordenam corte de cabelo padrão para toda a comunidade e escolhem quais os esportes, viagens, diversão ou trabalho os membros podem fazer ou ter.
Aconselham casais sem a menor preocupação se seus conselhos são realmente bíblicos.
Ah, esqueci de mencionar... Nisso tudo, usam a Bíblia em interpretações absurdas, fora do contexto e sem discernimento. Quem é contra, é disciplinado, excluído e não mais pode ser cumprimentado pelos demais irmãos "santos".
As demais denominações são todas perdidas e fadadas ao inferno.
Não entenderam que não é assim que se faz. Não conseguiram entender que o importante é uma vida piedosa que pode ser alcançada não pelas roupas que usa ou tipo de cabelo que possui, mas pela transformação operada por Deus em cada vida. O processo de santificação se dá pela prática da Palavra e pelo relacionamento diário com Deus, não por doutrinas de homens ou por pressão ou opressão psicológica (2 Cor. 5:17).
São realmente, para dizer o mínimo, crentes autoritários. São necessitados de nossas orações e orientações.

4) A Síndrome Apologética
Aqui vê-se o exagero apologético.
Claro que a apologética é importante. A Bíblia assim o diz (Epístola de Judas).
Mas, esses no ímpeto de defender a causa evangélica atacam todos e tudo sem a reflexão bíblica necessária e fundamental.
Não refletem se aquela atitude é a correta naquele momento. Ferem irmãos imaturos. Espantam novos-convertidos. Assustam visitantes. Deixam crentes maduros preocupados.
Suas atitudes deixam aflorar o ódio e a intransigência muitas vezes.
Chegam mesmo a demonstrar que Deus precisa de ajuda e que a mensagem bíblica não tem poder e influência suficiente para impactar vidas e mudar procedimentos, e ainda que o próprio Espírito Santo necessita do trabalho deles para que consiga realizar o seu.
Quase que usurpam o versículo bíblico: "sem mim nada podeis fazer" para si.
Não entendem que as coisas não vão melhorar nesse mundo. Elas vão piorar. E não haverá apologética que mude esse final.
Façamos apologética sim, mas uma apologética cristã, não demoníaca. Não para destruir vidas, mas para restaurá-las em Cristo.
E tristemente, outros tantos ainda usam até o pretexto apologético para propagar pecados de outros irmãos (até via net) e ainda mais, de "brincar" com vidas e ministérios que estão precisando de oração, intercessão, ajuda e amor e não de piadas e brincadeiras de mau gosto. Ser cristão é não aceitar heresias, mas isso não nos isenta de respeitar as pessoas.
A apologética se tornou uma religião para esses, e são seus adeptos fiéis e ferrenhos.
Deus nos ajude a amá-los e movê-los dessas atitudes e fazê-los entender pelo Espírito que Deus continua sabendo o que faz.

Muito mais eu poderia mencionar como consequências da religiosidade.
Mas, não conseguiria extinguir todas elas. São muitas e diversas.

Quero me concentrar agora no que é, na verdade, o Cristianismo.

O Cristianismo, como bem já afirmei, não é uma religião. O Cristianismo se relaciona com a Verdade. A religiosidade se relaciona com o consumo da fé. É a busca pela bênção, pela posição ou pelo destaque.
Ser cristão ou seguidor de Cristo, não é ser um religioso. Não é buscar os seus interesses mas sim os do reino de Deus.
É ter a vida transformada por Deus. Não é uma mera tentativa de melhorar ou se aperfeiçoar. Não é ser superior, é ser servo.
O Cristianismo é uma atitude de Deus vindo ao Homem para restaurar a ligação que foi cortada pelo pecado. Não é o simples seguir normas, regras, mandamentos ou orientações.
É um relacionamento diário, constante, profundo e íntimo com o Criador de tudo e todos.
É algo interior, espiritual. É relacionamento pessoal.
Não se trata de cumprir rituais apenas.
É servir e amar ao único Deus verdadeiro não apenas por palavras, mas de todo o coração, de todo entendimento, com todas as forças.

Você pode dizer: mas seguimos seguimos regras, práticas, tradições, rituais, etc... É inevitável isso ocorrer.
Concordo que temos que organizar as coisas, mas não precisamos nos tornar religiosos por causa disso. Não podemos ser escravos disso. São apenas detalhes em segundo plano.
Essas coisas não podem e não devem usurpar o lugar de Deus em nossas vida.
Religiosidade e espiritualidade aparentemente são palavras associadas. Mas, na verdade a diferença é abismal. Uma se opõe a outra.
Não sou um religioso. Não tenho religião. Sou um cristão.

Ser cristão é se relacionar com Deus profunda e intimamente, através de Sua Palavra e de uma vida de oração. É uma vida de comunhão com os demais irmãos, servindo uns aos outros, aprendendo, praticando e aplicando na vida o que aprende com o Senhor.


Isso é Cristianismo, o resto é bobagem.

Deus lhe abençoe.

Pr. MAgdiel G. Anselmo.


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