terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ainda há tempo para escolher retornar

Lucas 15: 11-32

Você já deve ter ouvido as seguintes frases: “O que foi que deu nele? Por que fez isso? Mas estava tudo bem? Meu Deus, onde foi que errei? O que aconteceu?”
Essas frases refletem o estado de perplexidade e angústia de alguém diante de situações de perdas, separações e tragédias. Geralmente em situações assim ficamos procurando culpados.
O fato é que na grande maioria das vezes, fomos nós que procuramos os problemas e quase sempre, os achamos.
Mas o que pode levar alguém a fazer más escolhas, a tomar decisões equivocadas ou precipitadas, a fazer bobagens na vida, a procurar problemas para si?
O texto bíblico proposto nos traz a história de um rapaz que embora estivesse na casa do pai, num ambiente saudável, resolveu ir embora, desistindo dos seus relacionamentos, deixando a família, e na busca de dias melhores experimentou o pior e finalmente num momento de lucidez decidiu voltar para o lugar de onde nunca deveria ter saído.
O que leva alguém a querer deixar um ambiente saudável e uma condição tão boa e se aventurar pela vida? O que pode levar alguém a fazer tal escolha?
Existem muitas razões para más escolhas na vida, mas à luz do texto em questão, podemos pinçar e extrair algumas verdades que nos ajudam a refletir os nossos processos de escolhas e decisões com os quais temos que lidar diariamente.


1. Fique atento aos processos que estão se desencadeando dentro de você.

Alguma coisa estava acontecendo no interior daquele rapaz. Ninguém dorme bom e acorde assim. Ninguém dorme honesto e acorda ladrão. Ninguém dorme gente boa e amanhece sem caráter. As coisas vão sendo construídas, vão acontecendo gradativamente. Certamente, aquele rapaz já estava pensando sobre o que faria bem antes de tomar a decisão. Algo o estava motivando para tal escolha.
E é assim que ocorre. Se permitirmos, vamos fazendo concessões, vamos sendo influenciados por pessoas e circusntâncias. Se deixarmos os maus pensamentos povoar nossa mente, eles acabam por  dominar nossas atitudes.
Diariamente estamos num processo dinâmico de adições e subtrações de valores que vão impulsionar as nossas decisões. Precisamos ficar alertas quanto a isso.

2. Não procure se dar bem pelo caminho do egoísmo.

O rapaz não se importa com a dor que provocará no coração de seu pai.  Ele se tornara insensível e egoísta.
No afã de serem bem sucedidos na vida, muitos partem para uma carreira solitária, em detrimento inclusive dos seus relacionamentos. Para conseguir o que querem, passam por cima de tudo e de todos, para alcançar o que tanto desejam.
Acontece que a felicidade não é uma construção individual, sempre passará pelo modo como nos conduzimos e pelos nossos relacionamentos.
Ninguém é feliz sozinho. Ninguém é feliz vivendo isoladamente.
Até um bolo que uma mulher faz, o faz pensando no amado, por isso geralmente pergunta: “você gostou?” Será que valerá a pena chegar ao final da vida e olhando ao redor e para trás verificar que no processo das escolhas e “conquistas” na vida machucamos tanta gente?
Será que valerá a pena ganhar coisas e perder pessoas?
Nos valores cristãos coisas devem ser usadas e pessoas devem ser amadas e nunca o contrário.

3. Nunca sacrifique o futuro em função do presente.

Acredite que é melhor desfrutar o presente, mas sempre com olhos no futuro.
Muitos estão vivendo o aqui e agora sem nenhum olhar para o futuro.
Veja: “Pela fé Moises, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado...permaneceu firme com quem vê aquele que é invisível”. Heb.11:24-27
A conta que nós e, principalmente as próximas gerações, deverão pagar pelas escolhas e ações que fazemos hoje pode ser muito alta. Isso vai desde um simples cuidado com o próprio corpo ao cuidado com o planeta.

4. Não se apóie na aparente estabilidade das boas condições.

Esse moço estava “por cima da carne seca”. Naquele momento tinha grana, liberdade e o mundo à sua frente. Ele não contava que as coisas iam mudar. Foi gastando o que tinha, o tempo foi passando, e as coisas mudaram, veio a crise. Hoje você tem dinheiro, não depende de ninguém, amanhã as coisas podem mudar. Hoje você é jovem, bonito, mas amanhã como estará? Hoje você tem status, tem poder, é assediado por todos e amanhã como estará?

5. Reflita sobre suas decisões e decida consertar os erros cometidos

O texto diz que o rapaz “caiu em si”. Que bom! Esse rapaz tem uma tomada de consciência, um insight, ele cai em si e decide mudar de rumo, e com isso evita o pior. Ele reconhece que pecou, e parte de volta para casa acreditando no amor e misericórdia do pai.

Ainda bem que tem um Pai nos esperando de braços abertos. Esta sábia decisão põe fim a um processo destrutivo na vida do moço.


Conclusão: Em nossa peregrinação existencial, Deus nos permite fazer escolhas. As nossas escolhas poderão nos levar ao lugar onde estão os porcos ou ao lugar onde estão os filhos de Deus. As conseqüências são inevitáveis: Saciar a fome com “as bolotas” servidas aos porcos ou participar da “mesa do Pai”.

Deus é um Pai amoroso e bom, que nos oferece sempre o melhor lugar para estar – Sua presença. E mesmo que tenha feito uma escolha errada no passado e hoje sofra as consequências disto, ainda há tempo para retornar.
Assim como no texto bíblico proposto, o Pai lhe espera de braços abertos e a festa já está preparada para sua volta.
Ainda há tempo...



Faça sua escolha.


Pr. Magdiel G Anselmo.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Decadência Moral / Espiritual no meio Evangélico

Antigamente, a maioria das igrejas evangélicas considerava a televisão um instrumento do diabo e aconselhava seus membros a não possuírem tal "ferramenta do inferno" em suas casas.
O tempo foi passando e com alguns programas "cristãos" que iniciavam sua atuação em alguns canais abertos, as igrejas foram deixando de lado essa preocupação e mesmo os líderes passaram a possuir a antiga "ferramenta do diabo" em seus lares. Os conselhos passaram então a não reprovar a TV mas de usar de discernimento para o que assistir e o que permitir que a família assistisse.
Com o rádio o conselho era e ainda é o mesmo. Nos diziam:
- Ouçam músicas evangélicas ou gospel (para ser mais atual) !
Nos últimos anos com a chegada da grande rede (Internet), os conselhos também seguiram na mesma direção, ou seja, os crentes deveriam fazer uma "peneira" e distinguir o que era pernicioso e o que fosse útil à vida cristã.
Era um consenso em todas essas mídias que se orientasse as pessoas a assistirem, ouvirem ou acessarem canais, programas ou sites que fossem evangélicos, cristãos, protestantes e se afastassem dos demais que trouxessem informações ou conteúdos pecaminosos.
Mas, atualmente esses conselhos já não funcionam mais como deveriam. Não porque são errados ou equivocados, mas porque já não podemos confiar na maioria das tais músicas evangélicas atuais, nos tais pregadores evangélicos da televisão e do rádio e também em sites e blogs que se dizem "cristãos".
É um absurdo o que se propagam de heresias como se fossem "A Palavra de Deus" nos meios de comunicação atuais.
Já não conseguimos ouvir uma música evangélica sem perceber erros doutrinários e teológicos de todos os tipos. Não há preocupação na maioria dos compositores ou "ministros de louvor" em compôr usando a Bíblia como inspiração. Não existe a preocupaçao se as letras estão alinhadas com a revelação bíblica. O que vale e importa para a maioria é se "vai vender bem", se vai proporcionar "prêmios" ou aumentar sua "fama" e claro, suas contas bancárias.
Também já não conseguimos assistir um programa de TV dito "evangélico" sem notar as "artimanhas" engendradas para arrecadar mais dinheiro. Não há como não perceber a nítida preocupação em defender "seus interesses" em prol de uma falsa "apologética", destituída dos princípios basilares evangélicos como veracidade, integridade, fidelidade às Escrituras e amor cristãos, para que assim, seja efetivamente bíblica e por conseguinte abençoadora.
Por fim, a internet como um poderoso instrumento que repercute todas as demais mídias, em sua grande parte apenas repercute o lado negativo das instituições cristãs, não levando em conta as coisas boas e puras e desprezando a pregação do Evangelho de Cristo em sua totalidade e desígnios.
Para consumar essa decadência de "cristãos" nos meios de comunicação em nosso país e diria mundial, vêmos a todo momento homens que deveriam temer a Deus e propagar a Palavra de Deus, se degladiando, se atacando em prol da "defesa da fé cristã".
Mas, para os que possuem discernimento espiritual, a verdade é que estão muito preocupados com o rendimento de suas empresas e negócios e são agressivos e violentos com qualquer um que "tocar" nesses empreendimentos empresariais, que chamam de "igreja", "gravadoras", "programas", "editoras", etc e que completam tais nomes com o termo "cristão", mas que de cristão pouco ou nada tem, pois visam essencialmente o "lucro" e não a verdadeira bênção do povo de Deus.
Uns enganam o povo fazendo com que participem de "correntes", "campanhas", utilizem "sal grosso", "copo d´agua em cima da Tv", "vassoura ungida", "rosa ungida", "terapia do amor", etc...
Outros, trazem de outros países (principalmente EUA), pregadores e "mestres" que comprovadamente propagam falsos ensinos e práticas espúrias (heresias) e que em seus países já não encontram mais público-alvo para suas "crendices", para que investidos do título de "profetas da prosperidade" façam o povo ofertar movidos por falsas promessas e "profecias".

E quando achamos que já se chegou ao fundo do poço da mediocridade espiritual, de forma assustadora (pelo menos para quem conhece o assunto) menciona-se para defender práticas questionáveis, um homem como Benny Hinn como se fosse um referêncial de postura cristã, de adoração cristã e de "homem de Deus".
Aí já é demais ! Tenha paciência !

Tanta gente boa e fiel para se mencionar e contribuir com argumentos sadios e bíblicos e se escolhe alguém que no mínimo é "anti-bíblico, confuso e desequilibrado" (para ser bem "light" em minha observação), em seus ensinos, pregações e atitudes. 

Ah sim. E para que se diga que alguém é ignorante ou fraco teologicamente, é razoável que essa pessoa seja um profunda conhecedora do assunto. Que conheça a boa teologia cristã nas áreas de Hermenêutica, Exegese, Línguas Originais, Teologia Sistemática e Teologia Pastoral (sem mencionar demais disciplinas que derivam destas). Mas, o que se percebe é que não há esse conhecimento e por isso inexiste autoridade para argumentar em tal terreno.
O que vêmos normalmente é muito conhecimento de psicologia, pedagogia, administração de empresas, vendas, propaganda e marketing, contabilidade, comunicação, mas pouco, mas pouco mesmo de teologia cristã.

Ah, meu Senhor...
Até quando teremos que suportar tais desvios e superficialidades.

Ajuda-nos Senhor, ilumine Sua Igreja pelo poder da Tua Palavra e do Teu Espírito !

Não permita que Seus pequeninos sejam enganados !
Livra-nos Senhor !

Tem misericórdia de Teus filhos e nos fortaleça para pregarmos as Boas Novas a todos que pudermos e intercedermos por esses que sem sabedoria  confundem muitos e não contribuem para a propagação do Teu Reino àqueles que caminham para a perdição.

Sua Igreja lhe clama !

Confio em Ti e como fez Miquéias diante da corrupção moral da época, declaro:

"Eu porém olharei para o Senhor, e esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá." Miq. 7:7

Amém.


Pr. Magdiel G Anselmo.









 







terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ser “crente” ou estar “crente”.

Na última semana ocorreu uma programação dos jovens e adolescentes na igreja onde congrego e pastoreio. Eles se reuniram em um momento de comunhão e confraternização. Foi trazido um filme para assistirem e eu resolvi ficar ali e assistir o filme junto deles.

O filme era muito interessante. Mostrava a vida de um jovem que começa a freqüentar reuniões em uma igreja devido a vários problemas que vivenciava. Nessas reuniões ele começa a perceber que a grande maioria das pessoas que ali se encontram sequer prestam atenção ao que o líder ministra e como muitos desses estudam na mesma escola que ele, também começa a perceber que não praticam o que lhes é ensinado na igreja, e mais, fazem o contrário das orientações ali ministradas.

Em certo momento, ele em uma conversa com o pastor daquela igreja pergunta:

- Por que existem tantos hipócritas na sua igreja?

O pastor meio constrangido responde que é natural existirem pessoas que “estão” na igreja, mas não “são” da igreja. E começa então a orientá-lo para não se incomodar com isso, mas refletir de forma positiva sobre essa questão e ter atitudes diferentes desses que chamou de “hipócritas”.
O jovem então passa a fazer isso e confrontar o grupo com o fato de muitos ali não demonstrarem nenhuma transformação visível. O grupo então que se reunia passa de aproximadamente 50 pessoas para menos de 10. Apenas algo em torno de 20% daqueles jovens e adolescentes realmente tinham compromisso com Deus e certamente conversão genuína. Por causa disso, eles sofrem perseguições de vários tipos na escola, em casa e até na própria igreja.

Isso me chamou muito a atenção.

Realmente muitos que estão na igreja não são da igreja, e para ser mais profundamente teológico, não “são Igreja”.
Esse filme me fez refletir sobre várias questões na vida da igreja e na vida cristã de uma forma geral.
A saída e o abandono de quase 80% daquelas pessoas em freqüentar as reuniões na igreja foi uma conseqüência do confronto das atitudes erradas (pecados) com a orientação bíblica (santidade). Essa problemática não é apenas uma ficção como no filme, mas uma realidade em qualquer igreja no mundo. Muitos abandonam e saem de suas congregações e decidem não mais conviver com seus irmãos de fé.
Aqui vale um parenteses: Sempre haverá uma justificativa para tal atitude. Sempre haverá algo ou alguém que “motivou-os” a ter tal atitude. Isso é natural. A igreja não é perfeita. A igreja tem problemas e muitos defeitos. Por quê? Porque ela é formada por pessoas, seres humanos, imperfeitos e pecadores (mesmo alguns sendo salvos, ainda são pecadores). Sempre haverá equívocos e erros que servirão de “justificativas” para o abandono da vida em congregação.
Uma pergunta é importante fazer nesse ponto: Será que não existem também justificativas para não desistir, não sair, não abandonar a congregação? Desafio você leitor a refletir sobre isso.
Mas, para não sair do raciocínio inicial, será que muitos que saem das congregações eram realmente crentes ou simplesmente estavam crentes?
Outro parenteses: Minha intenção não é julgar a intenção ou conversão de ninguém, até porque não tenho autoridade e muito menos autorização de Deus para isso, mas uma reflexão sem preconceitos ou falsas espiritualidades é recomendável e um bom exercício para todo cristão.
Será que não é por isso que muitos líderes, pastores, pastoras, homens e mulheres de Deus se decepcionam quando visitam ou entram em contato com “irmãos” que abandonaram seus compromissos e vida em congregação para que revejam suas atitudes e retornem ou para simplesmente conversar e explicar seus motivos e são recebidos com falta de consideração e respeito (quando são recebidos) e em alguns casos até com falta de educação?
Será que visitar, entrar em contato, tentar entender os motivos, “ir atrás” para usar um palavreado de crente, são atitudes corretas por parte dos demais irmãos que permanecem servindo a Deus em sua igreja local?
Alguém poderia me questionar fazendo-me lembrar da orientação bíblica da busca pela ovelha perdida. A Bíblia orienta a deixar as 99 e buscar a única ovelha perdida. Mas, como saber se aquele ou aquela que não quer mais congregar é realmente uma “ovelha” ou simplesmente vestiu uma “pele de ovelha” durante um tempo e finalmente a abandonou e mostrou sua verdadeira identidade de “bode” ou de “lobo”?

Novamente é algo também a se pensar.

Mas, penso que mesmo sem saber quem é quem, devemos fazer nossa parte em tentar trazer de volta os que se separam do rebanho. Mesmo recebendo algumas “chifradas” dos bodes e algumas “mordidas” dos lobos, algumas podem ser ovelhas e entenderão nossa preocupação e amor por elas (mesmo que a princípio, não retornem). Afinal de contas, a Bíblia revela que as ovelhas reconhecem a voz do Bom Pastor e O seguem.
Lembro-me agora também da parábola do filho pródigo contada pelo Senhor. O interessante é que quando se é ovelha, filho de verdade, mesmo quando se abandona a casa do Pai e o convívio com os demais irmãos, ainda assim não deixa de ser filho. Mas, o que é mais interessante ainda nessa parábola é que o pai (ali simbolizando Deus) não vai buscar o filho, muito menos envia o irmão mais velho para tentar convencê-lo a retornar ou ainda envia um de seus funcionários para tal. Ele apenas espera, aguarda o retorno do filho que desprezou a companhia da família. E mais interessante ainda é que o filho retorna, depois de “cair em si”. Retorna aos “frangalhos”, mas retorna.

Mais uma vez, isso nos faz pensar.

Alguém diria que estou defendendo a predestinação ou o calvinismo. Eu responderia, sem entrar no mérito dessas questões, que defendo veementemente que Deus cuida e corrige aqueles que são verdadeiramente seus filhos.
Por fim, o filme me fez lembrar que na igreja se encontram pessoas restauradas por Deus e pessoas sem Deus, fadadas ao triste e justo fim, o inferno. O triste é que me parece que as restauradas não são a maioria e sim a minoria. E o mais triste é que não sabemos as que realmente SÃO e as que somente ESTÃO.
E muitas vezes nos cansamos, nos preocupamos e até nos humilhamos tentando fazer com que as que apenas ESTÃO tenham atitudes de ovelhas. Inútil trabalho. Nunca entenderão isso.
Mas, quando conversamos com uma ovelha de Cristo, o diálogo é diferente. Percebemos que ali há uma pessoa como nós. O assunto é diferente. A forma e o conteúdo são diferentes. Mesmo afastados da comunhão dos irmãos, o amor, a paixão, a saudade da vida em uma comunidade cristã sempre aflora. Notamos que falamos com alguém da família. Percebemos isso claramente. Por isso, tenho certeza que os que SÃO retornarão, independente dos acontecimentos que os levaram a se afastar. 
Mas, outros alentos podemos ter: Não devemos nos torturar porque esse ou aquele decidiu abandonar a igreja. Não devemos nos culpar ou aceitar que nos imponham essa culpa. Talvez, nem ovelhas eram. As que forem, entenderão e retornarão.
No filme, o jovem decide seguir e servir a Cristo, é batizado e se filia a igreja de forma objetiva, levando consigo sua mãe e amigos. Na igreja ele casa com uma jovem que também trouxe e constitui uma família. E assim o filme termina...
O filme termina, mas a igreja prossegue viva como nunca. Com seus problemas. Com gente hipócrita e até mesmo alguns “débeis” como Paulo menciona, mas continua também com gente salva, restaurada e abençoada. E aguardamos o retorno de nossos queridos irmãos que certamente voltarão.

Nós não sabemos quem SÃO e os que somente ESTÃO.
Mas Deus sabe quem SOMOS e o que Ele É para nós.

Pr. Magdiel G. Anselmo.

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