quinta-feira, 24 de junho de 2010

A OMISSÃO DA VERDADE EM PROL DE UMA FALSA UNIDADE

Parte II

Da mesma forma que nos vários níveis e áreas da vida humana, a omissão da verdade tem se intensificado no ambiente eclesiástico e no contexto da vida cristã. E com as mesmas “boas intenções”.
Muitas pessoas que afirmam serem servas e seguidoras de Cristo têm assumido uma postura de complacência com o erro e a mentira em prol de uma falsa sensação de bem-estar ou como gostam de declarar, para que haja comunhão e unidade na Igreja.
Muitos grupos ditos evangélicos tem se portado com negligência para com a prática da sã doutrina em prol de agradar e entreter a congregação ou “o seu público”.
Muitos líderes cristãos não falam a verdade sobre práticas inconvenientes e danosas a vida da Igreja em prol de uma falsa liberdade e amor cristãos.
Certamente, o nosso adversário, tem se utilizado destes equívocos e com ardis sutis propagado falsos ensinos e práticas perniciosas, além de heresias antigas com roupagens novas.
Penso que a omissão da verdade tem se constituído na coluna basilar do maior ataque que a Igreja Cristã tem enfrentado em toda sua história. Um ataque interno, silencioso e sutil, mas que provoca estragos imensos.
A grande maioria do povo evangélico não está percebendo isso, alguns não desejam perceber, pois tem interesse nos resultados e alguns que percebem, se omitem e se fazem cúmplices do pecado de outros.
Mas, aonde podemos encontrar esse ataque e fazer frente a ele, como servos fiéis?
Ora, basta olharmos com um pouco de atenção que começamos a ver a omissão da verdade na vida da Igreja atual.
Encontramos essa omissão no desejo quase que doentio de alguns grupos e líderes em lotar seus templos e salões a qualquer custo. Pra isso aceitam adotar metodologias e práticas, que são no mínimo duvidosas, mas que trarão e atrairão muita gente para suas reuniões. E para que permaneçam e se integrem a sua denominação ou comunidade, adotam outras práticas ainda mais duvidosas, mas que produzem comprometimento e vínculos.
O entretenimento, mensagens agradáveis de auto-ajuda, egocêntricas e pragmáticas que produzem sensação de bem-estar e prazer aliados a uma estrutura que prioriza o conforto e a comodidade são artifícios fundamentais para que o povo se fixe ali e que tragam outros. A ordem é agradar e animar a todos. Mensagens bíblicas que direcionam para mudança de atitudes, transformação, arrependimento, confissão de pecados, submissão total a Palavra de Deus e outras similares são descartadas ou comunicadas de forma que a sua essência seja completamente interpretada para não incomodar os que a ouvem.
Desta forma, agradam-se gregos e troianos. Todos saem do culto com a sensação de que tudo está bem e nada precisa ser mudado. ‘Cristãos perfeitos e felizes’.
Esquecem-se, porém de que toda a Palavra de Deus deve ser observada e que esta fiel observância é característica marcante do genuíno povo de Deus.
Agradar àquele a quem devemos obediência, Deus, é prioridade número um. A inversão desta prioridade constitui uma deturpação da Palavra de Deus, e por conseguinte um pecado..

Na parte III mencionarei alguns exemplos desta omissão da verdade na vida da Igreja e que muitas pessoas não percebem e acabam por apoiar tais práticas.

2 comentários:

  1. Magui....estou lendo com calma para comentar...mas já achei super interessante.

    abraço,

    Jair

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  2. Amor.... esta mensagem me fez refletir muito sobre como é de extrema relevância não se omitir diante da Verdade.
    Parabéns por tão maravilhosa Palavra ao nosso coração.Que Deus continue lhe abençoando e lhe enchendo de sabedoria para pregar a Sua Palavra como tem feito por todos esses anos.Obrigada por me ensinar mais uma vez.
    Te amo muuuiiito!!! Você é Meu Grande Amor!!!
    Beijos,
    Adriana.

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