terça-feira, 22 de junho de 2010

A OMISSÃO DA VERDADE EM PROL DE UMA FALSA UNIDADE


Parte I

Quando se discorre sobre a verdade, encontram-se dificuldades de aceitação na sociedade e pensamento pós-modernos, pois o homem pós-moderno pensa que a verdade absoluta é relativa. É isso mesmo, o conceito propagado largamente em nossa sociedade é o de que cada um possui a sua verdade e esta pode ser diferente da verdade de outros que também estão convictos de sua verdade, porém não se pode afirmar que a verdade do outro é mentira, pois se assim o fizer estará se portando com discriminação e sendo preconceituoso.
Finalmente, desejam que cheguemos à conclusão lamentável com isso tudo que não existe verdade absoluta. Tudo é relativo.
Esquece-se que nem no conceito deles isso é verdade, pois, segundo o que pensam tudo é relativo, inclusive a posição por eles adotada.
O absurdo do pensamento pós-moderno é tão grande que não encontra respaldo nem em si mesmo.
Certamente, este conceito de vida pós-moderna é frontalmente contrário ao que afirma a Palavra de Deus. A verdade absoluta existe e é revelada em Jesus Cristo.
Mas, mesmo quando se entende essa verdade e se aceita como absoluta, ainda assim muitos encontram dificuldades para praticá-la com coerência.
Muitas vezes ouvimos das pessoas a seguinte afirmação:
- Não menti, apenas omiti falar a verdade.
E quando afirmam isso, o fazem com convicção de que fizeram a coisa certa.
Este conceito tem se intensificado em todas as áreas da vida humana nas últimas décadas.
A prática da omissão da verdade tem-se firmado em várias justificativas ou “boas intenções” que nas últimas décadas trouxeram grandes prejuízos e malefícios para a vida humana.
Basta perceber que os grandes avanços da humanidade nas áreas: científica, tecnológica, energética, comunicação, bélica, médica, digital, industrial, etc..., trouxeram melhorias na qualidade de vida, porém também trouxeram graves problemas como: a poluição e contaminação de nosso planeta, guerras mundiais, promiscuidade mundial, pecados virtuais e tantos outros.
A verdade é que o preço para os avanços foi alto e o seu preço era bem conhecido daqueles que o buscavam. Mas, não há medidas para a ousadia e ambição humanas. Na concepção humana, as conseqüências são meros detalhes que não devem ser analisados com profundidade e responsabilidade, o que vale é alcançar os objetivos. Os meios justificam os fins.
O que não conseguiram entender é que esses meios podem provocar e já estão provocando o fim da vida humana.
Mas, isso é só mais um detalhe irrelevante para eles.

Há um ditado popular antigo que tem lá sua sabedoria:
"De boas intenções, o inferno está cheio!"

Deus nos ajude!

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