domingo, 23 de abril de 2017

Pregação que provoca risos e gargalhadas??? Como assim?

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Se a pregação (alguns "pastores" chamam de palestras pra justificar sua performance humorística) que ouviu lhe provocou risos e gargalhadas, e não confronto, choro, quebrantamento e arrependimento, algo está, do ponto de vista bíblico, muito errado com o pregador e diria, contigo também.
Cuidado, não deixe sua igreja se tornar um circo ou uma casa de shows.

Pastor não é artista, muito menos humorista ou comediante.

Pastor ou pregador são pessoas espiritualmente dotadas por Deus para lhe servir o bom alimento (a Palavra de Deus, Bíblia) e não para lhe proporcionar semanalmente momentos de entretenimento. Questione estes conceitos, reavalie sua conduta à luz da Palavra. Passe tudo isso pelo crivo bíblico.
Não permita que o diabo cegue seu entendimento. Seja fiel a Bíblia.
Não ceda aos desejos da carne e ao "evangelho fácil" e a "igreja agradável" (letras minúsculas de propósito).
Por amor a Cristo, retorne ao bom, simples e puro Cristianismo Bíblico.
Ah... como Spurgeon tinha razão.
O que tem hoje de pregadores que amam fazer "palhaçadas" (e amam aparecer na mídia também) ao invés de pregar a Palavra que, se propagada corretamente conforme ensinou e exemplificou Cristo e os apóstolos, incomoda, fere, impacta e requer mudanças objetivas e arrependimento. é uma grandeza.

Chega de palhaços nos púlpitos ! Chega de contador de estorinhas !
Usar uma ilustração aqui e ali tudo bem, mas transformar a explanação e exposição bíblica em show de humor e espetáculo circense é uma aberração e vai contra tudo que as Escrituras nos ensinam sobre a seriedade e responsabilidade deste momento.
Precisamos de homens tementes a Deus que preguem e vivam o Evangelho de Cristo que nunca produziu gargalhadas mas choro, quebrantamento, arrependimento, confissão, perdão e salvação.
Chega de palhaços na Igreja !
A hora e o momento é de chorar, não de rir.
A festa será nos céus, aqui é lugar de trabalho e obediência a Palavra.
Ser chato ou ser omisso?
Mil vezes chato.
Prefiro mil vezes ser considerado fariseu, legalista, radical, fundamentalista, chato ou antiquado, do que ser considerado omisso, covarde e infiel.
Quando se propaga a Palavra de Deus como Ela é e não como muitos desejariam que ela fosse, paga-se um alto preço. A zombaria, a falta de educação, falta de respeito e até mesmo, as ofensas e xingamentos são inevitáveis, principalmente através da internet onde são super corajosos.
Por que isso?
Porque muitos que se dizem cristãos e até frequentam igrejas, na verdade não são cristão autênticos, são simplesmente cristãos nominais, são simpatizantes, que estão em nosso meio mas não são dos nossos. São o joio revelado nas Escrituras. Outros, são crianças "birrentas" que foram mal educadas no que diz respeito ao ensino bíblico.
E assim combatem tudo que vier para tirá-los do "sossego e do conforto" de seus pecados e rebeldias contra Deus e Sua Palavra e aceitam, apoiam e defendem tudo que vier contrariando aquilo que a Palavra ensina e revela. Amam "gracinhas" e piadinhas, detestam a seriedade e urgência das Escrituras. 
Oremos por estes meninos e meninas (bebês espirituais) que caminham (sem perceber) a passos largos para a perdição. Cuidemos desta "creche" que aumenta a cada dia para que encontrem o bom alimento e cresçam e deixem de infantilidades e "meninices".
Deus nos ajude nestas tarefas.

A especulação teológica - perguntas que não levam a nada...


A) — Você sabe qual é o sexo dos anjos?

B) — Depende.

A) — Como assim? Depende de quê? Do anjo?

B) — Bem... depende de algumas coisas. Esta é uma, entre outras, mas, para responder melhor a sua pergunta, precisamos primeiro considerar... 


Que os meus queridos leitores me perdoem por interromper, subitamente, o diálogo. Não dá para supor que, em um curto artigo como este, eu tivesse a pretensão de “desvendar” o sexo dos anjos. Se o leitor não sabe, lamento mas continuará sem saber. Todavia, gostaria de consolá-lo da seguinte forma: esse conhecimento não é realmente significativo. Não fará crescer um par de asas em suas costas. Não aumentará sua espiritualidade. 
Enfim, não o aproximará mais de Deus. 

O fato é que, desde os concílios medievais, ou até antes, já se discutia o assunto com entusiasmo, mas o consenso nunca foi a conclusão dos debates. A discussão acerca da sexualidade angelical está sendo tomada aqui para aludir à banalização da Teologia vulgar que tem sido cultivada pela mídia evangélica brasileira com a aceitação e participação das redes sociais por muitos cristãos que discutem e debatem temas e questões irrelevantes e inúteis para a vida cristã, evangelização ou edificação. 

Certamente, seria tão imaturo quanto injusto generalizá-la, assim como seria impróprio alistar aquelas que julgo aprovadas neste crivo. Sinceramente, a despeito da ousadia de abordar o assunto, não me posiciono como juiz absoluto da causa, porém posso constatar os fatos como bom observador e participante nestas esferas de comunicação e interação cada dia mais poderosas e ativas na vida das pessoas. Entretanto, sendo honesto, devo ressaltar que sempre há ressalvas que não podem, jamais, ser esquecidas e rendemos graças a Deus por isso, ainda que sejam somente mencionadas brevemente.

Examinando os diversos veículos da mídia que os evangélicos têm empregado para compartilhar sua fé, percebemos o quanto temos sido abençoados e como a Igreja está engajada em sua missão (Mc 16.15). Todavia, o bom emprego dessas oportunidades está condicionado a um elemento não muito refletido em alguns casos: a responsabilidade, sem contar a necessidade de se conhecer o que e do que se propaga. Conhecimento bíblico, mesmo que básico, é fundamental. 
Televisão, rádio, jornais, revistas e sites — todos são instrumentos formadores de opinião, embora seus administradores nem sempre estejam plenamente conscientes disso. São mídias que influenciam na construção da “intelectualidade espiritual” dos fiéis. Funcionam como grandes púlpitos ao ar-livre, cujos pregadores podem fazer ressoar suas vozes em muitas e distantes direções, e infelizmente estas direções tem levado as pessoas para muito longe do caminho correto e bíblico. 

Ora, onde há mídia quase sempre há ibope, audiência, daí o nosso compromisso com aqueles que se alimentam com o que o Senhor tem-nos concedido. E, como servos responsáveis, precisamos, constantemente, questionar e avaliar o grau nutricional da comida que oferecemos, pois, de outra forma, incorreremos no grave risco de reunirmos ao nosso redor crentes anêmicos, fracos e igualmente, irresponsáveis. 

Sabemos que o que dá ibope nem sempre é bom e edificante (1Co 6.12), e essa é a imensa passarela em que desfila a especulação fútil e as discussões inúteis, que geralmente são aplaudidas pela polêmica e não incomum, contenda. E as três, especulação, polêmica e contenda quando unidas, tornam-se imbatíveis na sustentação da “audiência” e das "curtidas" e "likes" nas redes sociais.

Veja o leitor que não censuro qualquer tipo de especulação ou discussão. Falo daquela que qualificamos “fútil” e "inútil". Há assuntos e circunstâncias a serem considerados. Especular nada mais é do que averiguar minuciosamente e não negamos que a Bíblia seja digna de tamanha e zelosa atenção. Contudo, inquieta-me quando essa especulação se atém somente, ou primeiramente, em detalhes que não conduzem os fiéis a lugares sólidos (Mt 7.24-27). A circunstância é pior quando isso se dá de forma desvelada, pública e irresponsável, sem ajuizar os diversos graus de espiritualidade e conhecimento das pessoas que, descuidadamente, acompanham essas mídias, redes, sites, etc. Ficamos pensando o que se passa na cabeça de um novo convertido que se insere nesse mundo de especulações, polêmicas e confusões. 

Atualmente, séculos depois dos concílios medievais, o sexo dos anjos está ultrapassado. Hoje há crentes ocupados em descobrir se as sandálias que o anjo Gabriel usou em suas aparições estavam em harmonia com a moda do costume judaico vigente. Francamente, parece piada, mas uma pesquisa superficial em alguns sites evangélicos confirma tudo isso. Chega a ser hilário o que se discute nestes fóruns, grupos e chats. Como os atenienses, são pessoas que não fazem outra coisa senão ouvir e dizer novidades e sem dúvida, bobagens. É o afamado “disse-que-disse gospel” (At 17.21). 

È bastante estranho que um crente se preocupe tanto com estas coisas e mal consiga gaguejar quando alguém lhe pede explicações sobre os pilares doutrinários de sua fé ou quando alguém lhe pede que defenda sua fé, princípio orientado na epístola de Judas. Há, nisso tudo, uma escancarada inversão de valores. 

É nesse âmbito que surgem os celeiros mais produtivos no desenvolvimento de idéias e conceitos extrabíblicos que chegam, por vezes, a ocultar aquilo que realmente é bíblico e está para sempre registrado (Mt 24.35). Isso sem falar que, quando o extrabíblico é alimentado, usurpa a posição de “doutrina declarada”, evolui e transforma-se em blasfematória heresia. Surge o terreno fértil para a plantação liberal, ecumênica, sincrética e antibíblica.

Portanto, é fundamental a orientação pastoral. Este é o meu apelo: que os pastores orientem as ovelhas de Cristo diante dessa mesa tão farta, mas que já começa a oferecer alimentos com prazos de validade vencidos. Que haja a orientação de que estudar as Escrituras de forma aprofundada, detalhada e responsável, enfatizando que este conhecimento deve ser utilizado para melhor servir a Deus servindo a Igreja e não para ser base para discussões sem sentido em questões que não valem o tempo investido e mesmo em questões em que a própria Escritura não intencionou explicar e revelar. 

De minha parte, suplico ao Senhor para que não nos deixe simpatizar com esse tipo de garçom de "alimento inútil" e que não nos prive de Sua graça. Somente assim compartilharemos aquilo que de fato edifica e nunca perece! Somente assim nos alimentaremos do "Bom Alimento" que nos faz crescer, amadurecer e viver conforme ensinou nosso Mestre e Salvador Jesus.




Artigo adaptado por Professor Magdiel Anselmo. Fonte: ICP 

sexta-feira, 17 de março de 2017

A Mistura do Santo com o Profano... Uma péssima Idéia.


"A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o imundo e o limpo."

Ezequiel 44:23.

Esse capítulo do livro do profeta Ezequiel traz algumas orientações direcionadas aos sacerdotes daquele época. Orientações estas dentro de um contexto de reforma no ministério do santuário. A organização, o cuidado e o zelo que Deus tinha fica muito claro no texto e faz com que reflitamos sobre como nos portamos sendo a Igreja de Cristo  e embaixadores de Cristo nesse mundo. Sabemos que a Bíblia não é um livro de exemplos, mas sim de princípios de Deus necessários para a vida do Homem e da Igreja.
Portanto, estes princípios bíblicos devem ser entendidos e praticados para que encontremos de Deus a aprovação e a benção em nossas atitudes e motivações.
Penso ser essa a preocupação de boa parte dos líderes cristãos que identificam uma tendência cada vez maior de misturar o santo com o profano em todas as áreas da vida cristã, principalmente no que diz respeito ao culto cristão nas igrejas evangélicas de nosso país.
Temos visto abertamente pessoas sem nenhum critério, formação ou escrúpulos se arrogando no direito de ensinar ao povo de Deus conceitos e princípios ditos bíblicos mas que na verdade são totalmente contrários ao que nos revela a Palavra de Deus e com isso destroem as marcas e estacas fincadas muitas vezes com o preço da própria vida pelos nossos irmãos do passado.
O tradicionalismo corrói e mata, mas a tradição ensina e direciona para o crescimento sadio e estruturado.
Vemos os bons costumes e as boas tradições serem deturpadas e mescladas com eventos e situações profanas como se isso fosse natural e normal à vida de um cristão verdadeiramente regenerado.
A orientação feita por Deus através de seu profeta é hoje tão atual como o era naquele tempo.
Entre tantas, menciono algumas misturas do santo com o profano utilizadas largamente por muitos grupos e denominações evangélicas em nosso país:

a) A Mistura do Culto Cristão com "Culto a Pessoas".

Com a justificativa de comemorar ou homenagear alguém, muitas vezes faz-se uma pausa no culto para direcionar toda a atenção e honrarias a uma pessoa específica, na maioria das vezes o próprio pastor da igreja. Nada contra honrar o ministro que ali se encontra. Nada contra homenagear e demonstrar amor por um líder. Nada contra celebrar o aniversário do pastor ou o dia do pastor. Mas, o que vemos muitas vezes é uma verdadeira entronização e endeusamento que somente produz vaidade em muitos líderes, inveja de muitos que ali desejavam estar e um ensinamento equivocado do que é servir a Deus no ministério pastoral.
Culto cristão é culto a Cristo. Não podemos perder o foco. Não podemos esquecer de quem devemos direcionar nossa adoração e louvor. A estrela é Cristo.
A sequência de entrega de presentes, de homenagens, de declarações de amor ou de outras formas usuais podem muito bem serem realizadas em outro momento que não seja no culto.
Porque não ir a casa do pastor e assim honrá-lo. Por que tem que ser na igreja e no culto?
Misturar culto cristão com entrega de presentes e homenagens a pessoas é um atitude perigosa que pode produzir mais malefícios do que benefícios.

b) A Mistura da Pregação Bíblica com a Filosofia Humana
 (Atos 20:26-28; 1 Coríntios 2: 1-5)

Muitos pensam que pregar a Palavra de Deus é simplesmente filosofar. Imaginam que levar o povo ao mundo das idéias, argumentações e opiniões diversas sobre várias coisas é o ideal da pregação. Alguns ainda dizem: - Vou trazer-lhes uma reflexão.
E divagam sobre várias formas de pensar com relação aos problemas da humanidade como se as divagações, reflexões superficiais e argumentações humanas produzissem fé e arrependimento nas pessoas pelo simples fato de comunica-las.
Fazem uma preleção sem contudo aplicar à vida de seus ouvintes a verdade da Palavra de Deus, para que Ela mediante o poder do Espírito produzisse mudança e transformação.
Ficam apenas no mundo da idéias e que podem produzir até simpatia, porém não arrependimento e salvação eterna. 
Estes amam mencionar nomes de filósofos, teólogos, escritores, obras de todo tipo... Mas, esquecem o principal: A pregação da cruz.

c) A Mistura da Alegria Verdadeira com a Falta de Reverência (1 Coríntios 6:12; 10:23)

Em muitos cultos confunde-se a alegria com a falta de respeito e temor a Deus.
Podemos nos alegrar, celebrar e louvar a Deus, sem contudo criarmos um ambiente de bagunça e confusão no culto.
O culto festivo nada tem a ver com um culto desorganizado ou relaxado.
O culto racional se opõe a atitudes bizarras e inconvenientes tais como: andar como um animal, imitar o jeito e o som de animais ou pular sapateando como alguém descontrolado e desequilibrado.
Estas atitudes não encontram respaldo no texto bíblico. Não há nenhuma orientação para que os cristãos cultuem a Deus desta forma. O histerismo, a possessão e a falta de equilíbrio emocional não são características do mover do Espírito Santo revelados na Bíblia.
Estas atitudes que entendo ser inadequadas para o contexto cristão são largamente encontradas em outras religiões e cultos não cristãos e isso deveria nos alertar ou pelo menos chamar a atenção de muitos que imitam estas atitudes.
Atitudes físicas como levantar as mãos, aplaudir, ajoelhar, prostrar, cantar, tocar instrumentos, dar brados de júbilo e outras como salmodear, louvar com hinos e cânticos espirituais são encontradas na Bíblia e devem pautar nossa postura no culto cristão.

d) A Mistura do Marketing com os Dons Espiriuais para Pregar, Administrar e Governar (2 Tim. 3: 16,17; 1 Coríntios 1: 18-25).
 
Uma das principais filosofias do marketing e da propaganda é agradar o cliente, suprindo suas necessidades básicas, para que ele adquira e consuma o produto que este lhe apresenta ou comercializa.
Esta filosofia segue na contra-mão do Cristianismo bíblico. 
A pregação bíblica não serve e não veio para agradar o Homem.
Jesus não é produto. Ele não está aí pra ser vendido ou para saciar as necessidades e desejos de alguém.
A Igreja não é uma instituição de caridade ou uma organização que tem o objetivo de trazer entretenimento ou diversão as pessoas tristes e carentes. 
A Palavra de Deus trata com questões que as pessoas não desejam que sejam sequer "tocadas". Não é agradável. Tira as pessoas de sua área de conforto. "Mexe" com assuntos que incomodam a muitos e exige mudança de atitude e renúncia de velhos "vícios" e desejos carnais.
Não tem nada a ver com marketing, tem a ver com poder de Deus. Tem a ver com o plano de Deus para a salvação da humanidade. Tem a ver com o pecado que abunda e com a graça de Deus que é superabundante sobre aquele que ouve a Palavra e a pratica.
A verdadeira mensagem da Cruz unida ao dom espiritual de administrar (governar ou presidir) não enche igrejas (templos) muitas vezes, mas enche pessoas com o Espírito Santo.
Não precisamos de marketeiros pra isso.

e) A Mistura de ritmos que fascinam com letras que decepcionam

De uns tempos pra cá, a qualidade de nossos hinos ou como gostam de dizer, louvores, tem diminuído substâncialmente.
Os ritmos, as melodias, assim como a qualidade de nossos músicos tem melhorado bastante. Porém, nossos compositores tem sido, em grande parte uma decepção.
Letras sem sentido, sem fundamento bíblico e não poucas vezes repletas de erros gramaticais e teológicos.
Seguem uma receita mundana de frases que parecem legítimas, mas que trazem apenas promessas falsas, banalidades e superficialidade que certamente não se alinham com a revelação bíblica, muito parecidas com a estratégia de cantores populares que se utilizam desse expediente no contexto mercadológico para fazer sucesso e consequentemente vender seus cds. 
Algumas possuem um nível de "intimidade" com Deus que ultrapassam os limites do temor e tremor ao Senhor. Misturam intimidade, liberdade com libertinagem e falta de respeito. Produzem um falso louvor e criam um ambiente em desarmonia e incoerente para um culto cristão , muito semelhante ao que Moisés discerniu quando desceu do monte.
Existem exceções, mas são pouco divulgados. Deve ser porque escolheram servir a Deus em suas congregações locais do que partir para uma busca desenfreada e a qualquer preço pela fama (escolha muito acertada em minha opinião). São os verdadeiros "levitas" integrantes de ministérios de louvor em várias igrejas espalhadas por nosso país. Não possuem cd's ou dvd's muitas vezes, mas tem um lugar garantido junto ao coro celestial e no coração de muitos adoradores do Senhor.

f) A Mistura da Política com o Ministério Pastoral (1 Pedro 5: 1-4; Hebreus 13: 7-17)

Sei que fazer política faz parte da vida humana. Mas a política ruim e egoísta é uma opção.
Precisamos separar a administração segundo os princípios e valores bíblicos da política humana que na maioria das vezes busca seus próprios interesses.
Quantas denominações evangélicas estão corrompidas pela política "suja" de seus líderes. Quantas pessoas foram ordenadas ou consagradas ao ministério pastoral apenas por serem "homens de confiança" de alguém ou para obter votos em eleições ou convenções eclesiásticas e não por possuírem vocação e chamado de Deus para tal missão e posição.
Quantos púlpitos são maculados por pastores que se abstem de pregar o Evangelho para fazer política denominacional e até para se elegerem em cargos públicos.
É lamentável vermos denominações históricas e que marcaram a vida brasileira sendo destruídas por pessoas que não são chamados para liderar o povo de Deus mas para serem políticos, na pior concepção da palavra.

Conclusão:

Há muitos outros exemplos que eu poderia mencionar aqui, quem sabe em outra postagem ou artigo liste mais alguns.
Por fim, lembro que nosso adversário procura nos enganar (1 Pe. 1: 13-16; 5:8).
Ele pretende nos iludir, fazendo com que não nos importemos com essas misturas.
Ele deseja que misturemos o santo com o profano. Que não distinguamos a benção da maldição.
Tenhamos como líderes e servos de Deus, discernimento para avaliar, examinar e separar o santo do profano.
A Palavra de Deus sempre será uma peneira, um filtro ideal para cumprirmos essa tarefa.
Não deixemos o adversário confundir nossos irmãos.
Ensinemos o que é correto, o que é bíblico, mesmo que para isso, precisemos pagar o preço.
Afinal de contas, é isso que se espera de nós.

Pr. Magdiel G. Anselmo.

sábado, 4 de março de 2017

A pregação bíblica não precisa de ajuda!


De uns tempos pra cá, parece que o senso comum é que a pregação da Palavra de Deus não é suficientemente poderosa e adequada para salvar o pecador ou para edificar o salvo. Na verdade, ela é quase que negligenciada por completo em muitas igrejas e na vida de muito líderes cristãos.
A tendência e o enfoque são em outras metodologias e práticas. A justificativa sempre é porque a forma do sermão é antigo ou antiquado e as novas gerações não suportam ficar ouvindo por muito tempo uma pregação e portanto, precisamos ajudar o Espírito Santo criando outros métodos de comunicação da Palavra. O ensino bíblico sobre essa questão não é importante, mas sim as pesquisas sobre como esta geração reage aos métodos bíblicos "antigos". 
Desta forma, a "antiquada" pregação vai ficando esquecida e em alguns casos até atacada como sendo algo prejudicial para a obra de Deus.
A pergunta que me ocorre é a seguinte?
Ora, se a pregação tornou-se antiquada e sem utilidade para nossos dias, o que dizer da Bíblia então? Se seguirmos esse pressuposto, a Bíblia será também tão antiquada como sua pregação. Deveríamos então refazê-la para torná-la atual e útil?
Óbviamente que a resposta é NÃO.
A Bíblia é atual e tão útil como sempre foi. Não há a necessidade de mudar ou contextualiza-la. Ela já é em si mesmo contextualizada para a raça humana, em todas as épocas e locais. Basta a comunicarmos na força e no poder do Espírito.
Da mesma forma, a sua pregação como é revelada e demonstrada deve prosseguir como foi desde seus primórdios, ou seja, através da comunicação dessa Revelação como fizeram os profetas, o Senhor Jesus e os apóstolos.
Essa verdadeira pregação talvez não seja aquela que encherá os templos e o ego de líderes religiosos, mas certamente encherá os corações dos salvos em Cristo Jesus.
Não sou contra a princípio, de no culto cristão termos outras atividades além da pregação, mas sou contra sim, negarmos que a pregação da Palavra seja a principal atividade de um culto cristão.


A Igreja de Cristo precisa pregar a Palavra do Senhor.

Um outro importante fator também preciso lembrar aqui.

Não é toda pregação que se constitui em 
uma pregação da Palavra de Deus.

Precisamos banir de nossos púlpitos pregações que visam simplesmente satisfazer aos ouvintes, pregações que produzam sentimentos agradáveis, para fazer o ouvinte se sentir bem.
Precisamos nos voltar para o que a Bíblia diz e cessar de pregar o que achamos ou sentimos.
Em II Timóteo 2:3 fica bem claro o que muito acontece nos dias atuais. Querendo satisfazer a coceira nos ouvidos se utilizam de recursos impróprios como muitas anedotas, psicologia barata, palestras motivacionais, pensamento positivo e sermões que fortalecem o ego e são infiéis ao texto bíblico.
A correção, instrução e exortação acabam se tornando inaceitáveis.
O estudo e análise do texto são irrelevantes.
Se a aplicação está correta? Isso não importa, o que importa é se a audiência está "gostando".

O resultado são crentes imaturos e despreparados para a vida.
Se é que são realmente crentes.
      
Há uma grande coleção de livros atualmente que “ensinam” como transmitir a mensagem do Evangelho. Alguns destes "especialistas" dizem que pastores e líderes que desejam ser mais bem-sucedidos precisam concentrar suas energias fornecendo aos não-cristãos um ambiente inofensivo e agradável.
Conceder-lhes liberdade, tolerância e anonimato. Ser sempre positivo e benevolente. Se for necessário pregar um sermão, deve-se torná-lo breve e recreativo. Não pregar longa e nem enfaticamente.
E, acima de tudo, todos devem ser entretidos. As igrejas que seguirem estas regras, dizem eles, experimentarão um crescimento numérico e as que ignorarem estarão fadadas a estagnação.
Tenho que concordar que seguindo estas orientações a probabilidade de crescer numericamente é imensa e ouso dizer quase que há a certeza disto acontecer, porém crescer numericamente não significa crescer corretamente do ponto de vista bíblico.
Discordo frontalmente quando dizem que não seguindo estas orientações, as igrejas estão fadadas a estagnação.
Esquecem-se talvez, quem na verdade é o dono da Igreja e que Ele mesmo já nos deixou revelado em Sua Palavra a forma como devemos transmitir a mensagem do Evangelho.

Retirando as antigas colunas, com certeza, toda a casa ruirá.

Creio firmemente que seguindo a orientação bíblica cresceremos, quem sabe não da forma e no número que muitos líderes desejam mas, da forma e no número que Deus já determinou que crescêssemos.
O homem sempre esta desejando criar metodologias próprias e inovadoras, causando conseqüências desastrosas para a Igreja de Cristo e fazendo com que muitos escolhidos tenham vidas cristãs medíocres e abaixo do que poderiam estar.

O crescimento espiritual é pessoal e depende do que a pessoa ouve, vê e aprende na, com e pela Palavra de Deus(Bíblia).

Sendo bem alimentada, ela estará motivada e direcionada para conhecer mais dos mistérios de Deus e de ter uma comunhão e intimidade com o Senhor sempre crescente e constante. Sendo mal alimentada, ela se tornará anêmica, infantil e estacionada no conhecimento básico e inicial de Cristo sem crescer e amadurecer.

Não haverá condições de serviço cristão nem de usar seus dons espirituais e talentos em prol da edificação da igreja, muito menos das responsabilidades de ser cristão, já que nem conhecimento destas coisas ela tem. A igreja nestes casos é uma grande creche com um grande estoque de leite e fraldas, e somente disto.
Com relação às inovações que estão sendo tentadas, algumas são extraordinárias, e até mesmo, radicais.
Algumas igrejas, por exemplo, realizam seus maiores cultos na sexta-feira ou nos sábados à noite, em vez de no domingo. Tais cultos são repletos de música e entretenimento, oferecendo às pessoas, verdadeiros substitutos ao teatro e às atividades sociais. Os membros da igreja agora podem “cumprir sua obrigação de ir à igreja”, ficando livres para usarem o fim-de-semana como quiserem.
Um destes freqüentadores de cultos aos sábados explicou por que esses cultos alternativos são tão importantes: “Se você vai à EBD às 9:00 horas acaba saindo da igreja perto das 12:00 horas, isso praticamente liquida o dia”.A julgar pela freqüência aos cultos, muitos dos membros de igreja sentem que passar o Dia do Senhor na igreja equivale a desperdiçar o domingo por completo. Os cultos não dominicais em algumas igrejas, estão sendo mais freqüentados do que aqueles que haviam aos domingos.

E isso não é tudo.

Muitos destes cultos alternativos não oferecem qualquer tipo de pregação.
Em lugar disso, dependem da música, dramatização, multimídia e outros meios de comunicação para transmitir a mensagem. Todas as músicas e apresentações são cuidadosamente escolhidas e preparadas para que os incrédulos sintam-se bem. Nada, praticamente é dispensado como impróprio para o culto a Deus: rock nostálgico, heavy metal, rap, dança, comédia, palhaços, magia teatral, lutas tipo vale-tudo, festas juninas disfarçadas com outros nomes, tudo se tornou parte do repertório evangélico.
Ah, sim ! Estava me esquecendo a pregação clara e poderosa da Palavra de Deus, esta sim, se tornou inadequada e antiquada, como mencionei anteriormente.
Para que eu possa não ser mal interpretado, não quero afirmar que não há lugar no culto para apresentações e outras atividades (claro que deve se ter critérios claramente estabelecidos e bíblicos para isso), porém, nunca podemos esquecer de que o culto é realizado para Deus e não para as pessoas.
Agradar a Ele deve ser nosso objetivo além de adorá-lo com o que fizermos. Não podemos relegar ao esquecimento ou ao desprezo a pregação da Palavra de Deus como é ensinada na Bíblia através da vida e dos ensinos do próprio Cristo.

Dentre todas as atividades que possam acontecer em um culto evangélico, a mais importante é certamente o momento da proclamação da Palavra, pois é através dela que a fé é comunicada e despertada no ouvinte.


Todos os exemplos bíblicos de conversões foram ou através de um pregação a grupos de ouvintes ou através de evangelismo pessoal. Desafio alguém a mostrar biblicamente exemplos ou algum tipo de ensino sobre conversões através de músicas, representações teatrais, danças, coreografias, palestras psicológicas motivacionais ou coisas semelhantes a estas. 
Podem ser até bonitas, bem elaboradas, emocionar a muitos, mas não vamos confundir as coisas. Enganam-se tragicamente quem pensa que o convencimento vem primeiramente quando se alcança as emoções.
A conversão (salvação) é um ato pessoal que é consumado através do ouvir a pregação do Evangelho, do convencimento do Espírito Santo através desta pregação e da atitude decorrente do homem se prostrando quebrantado aos pés de Cristo alegremente em uma entrega total  ( Romanos 10:17; João 14: 26; 16:8).

Esta é a regeneração, adoção e a justificação que são instantâneas e eternas.

Do contrário, teríamos somente conversões emocionais e superficiais pois as emoções descontroladas impedem o homem de raciocinar sobre o que está fazendo e ouvindo, isso a Bíblia nos ensina em Jeremias 17: 9,10.
Talvez por isso, tenhamos tantos “crentes” que no primeiro problema abandonam a fé, talvez nunca tivessem realmente sido convertidos, apenas se emocionaram com algo ou acharam agradável uma igreja ou uma programação e talvez também por isso tenhamos tantas igrejas lotadas de pessoas vazias de Deus.
Talvez por isso exista tanta gente ferida, machucada e tantas outras decepcionadas com as igrejas. Quando sua confiança não está em Deus, a probabilidade disso ocorrer é imensa. Quando estamos focados nas demais coisas e não no reino de Deus o caos logo se instalará em nossa vida.


Certamente muitas das causas de existirem tantos crentes que sofrem além do necessário seja a existência dessas igrejas e desses líderes que nada fazem para consertar seus erros e teimam em usar métodos e estratégias sem o aval bíblico. Multidões de gente sofrida, desanimada e desiludida. Gente boa que vaga sem rumo pela vida.
Quero me entrincheirar nas Escrituras para explicar minha opinião sobre este assunto.
As Escrituras dizem que os primeiros cristãos viraram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Em nossa geração, o mundo está virando a Igreja de cabeça para baixo.


Biblicamente argumentando, Deus é soberano, não o incrédulo que não freqüenta a Igreja.
A Bíblia, e não o plano de marketing deve ser o único guia e autoridade final para todo o ministério eclesiástico.
Em vez de acalentar o egoísmo das pessoas, o ministério da Igreja deveria atender às verdadeiras necessidades delas.
O Senhor da igreja é Cristo e não um “zé da poltrona” com um controle remoto nas mãos ou sentado confortavelmente em um banco ou cadeira na igreja.


Não consigo ouvir a expressão “temos que ter uma igreja agradável para todos” sem que isso me traga a mente a passagem de Atos 5 e a história de Ananias e Safira.

O que se passou naquela ocasião desafia abertamente quase toda a teoria contemporânea dos especialistas de  crescimento de igreja. A Igreja de Jerusalém não devia ser nem um pouco “agradável” nessa época do ocorrido.
Aliás, era exatamente o oposto: “grande temor a toda a igreja e a todos os que ouviram a notícia destes acontecimentos” (Atos 5:11).
O culto daquele dia foi tão perturbador, que nenhum dos que não freqüentavam a igreja ousou juntar-se a eles. O só pensar em freqüentar aquela igreja aterrorizava o coração daquelas pessoas, apesar de os ter em alto conceito (Atos 5:13).
Lembre-se que esta igreja é a mesma de Atos 4, uma igreja nova e cheia de vitalidade.
O povo estudava intensamente a doutrina dos apóstolos, existia comunhão, oração, muita fé , amor e a igreja crescia.
Porém, o inimigo tentou e seduziu Ananias e Safira a ponto de mentirem ao Espírito Santo. O pecado entrou naquela igreja, e as Escrituras jamais deixam a verdade de lado, ainda quando esta é dolorosa e desagradável. A igreja não é perfeita, nunca o foi. Começando com este incidente discorre-se por todo o Novo Testamento as orientações de Paulo que travava uma guerra implacável contra o pecado na igreja, chegando algumas vezes a ser duro e incisivo em suas epístolas aos Coríntios e aos Gálatas.



Deus sempre foi implacável com o pecado e a pregação evangélica e apostólica deve ter também este  padrão nos dias atuais.
A pregação deve ser ousada e poderosa.

Não se envergonhar do Evangelho, embora haja perseguição. Devemos chamar o pecado de pecado, e não aceitarmos sua permanência dentro da igreja. Os crentes devem ser levados a entender que o Evangelho é algo sério para os que o receberam e vital para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ouví-lo.
O ministério da pregação dos apóstolos  incluía doutrina assim como evangelismo. Atos 2:42 declara que os crentes “se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Esse rebanho era bem nutrido, mas ao mesmo tempo dinâmico.
Finalizando eesse artigo, afirmo sem medo de errar que a Igreja de Jerusalém deve ter sido um excelente lugar de comunhão. Eles não seguiram qualquer das técnicas de marketing da atualidade, não buscaram inovações, mas sim, uma comunhão calorosa e verdadeira.
Continuaram seguindo a forma do ministério de Cristo quando aqui na terra. De forma amorosa, supriam as verdadeiras necessidades uns dos outros. Eles contavam com o ensino rico e amplo.
Havia a pregação apostólica, o partir do pão e as orações diárias. E interessante, que nada disso foi feito ou planejado com o intuito de atrair os incrédulos.
Mas, mais interessante ainda, é que novas pessoas continuavam a se converter, e o Senhor continuava acrescentando à igreja, dia após dia, os que iam sendo salvos (Atos 2:47).



Aprendamos com as Escrituras!

Pr. Magdiel G. Anselmo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A Comunhão Verdadeira

As festas de final de ano por mais que muitas sejam desvirtuadas por motivações equivocadas e precipitadas de toda ordem, trazem, sem dúvida, um sentimento de solidariedade, fraternidade e acima de tudo de reconciliação (mesmo que inconscientemente) que alguns entendem, equivocadamente, como sendo "comunhão".
Os relacionamentos de amizade, irmandade e laços familiares são muitas vezes postos em um nível de "tudo está bem" ou ainda "deixemos os problemas pra trás". De certa forma, essas atitudes são positivas, mesmo que muitas delas sejam realizadas por pressão da data, das festividades e das reuniões quase que "obrigatórias", e mesmo não representando a verdadeira opinião e intenção de todos que ali estão. Mas, no todo, podem ser considerados bons momentos porque ainda existem e acontecem verdadeiras reconciliações e perdão nestas ocasiões (mesmo que isso a cada dia se torne mais raro).
Porém, há uma confusão no que diz respeito a considerar estes momentos como "comunhão", pelo menos na forma que a Bíblia nos revela.
Comunhão é muito mais que datas e festas. Comunhão é mais que estar juntos por algumas horas ou ainda ter atitudes positivas com relação aos relacionamentos interpessoais existentes para "não estragar a festa".
Um aspecto maravilhoso da comunhão, infelizmente pouco observável nos homens, é a beleza que este relacionamento produz. O compartilhar, auxiliar, socorrer e o companheirismo produzem uma beleza cintilante nos seus movimentos, beleza que irradia sempre, sempre, revelando a manifestação constante da operação de Deus na vida da obra criada, num movimento recíproco.
Mencionando alguns exemplos bíblicos, o relato das Escrituras nos mostram que no princípio, no momento da Criação, era real (e é e sempre será), a comunhão entre Deus Pai, Deus Filho e o Espírito Santo que se movia sobre a face das águas (Gn. 1:1,2). A Comunhão, a comunicação, o compartilhar da realeza Divina, é maravilhosa, é cordial, ela promove o outro, ela reconhece o outro. Esta idéia é encontrada em Gen. 1:26: "Façamos o homem a nossa imagem e semelhança..." e mais, em Gen. 2:18: "(...)não é bom que o homem esteja só: Façamos-lhe um adjuntório (uma ajudadora, companheira...) semelhante a ele"Perceba que o nome e o pronome nos mostram o reconhecimento do outro.
Ainda Mateus e Lucas nos mostram a beleza da comunhão, da comunicação e do compartilhar da Trindade Santa nos textos de Mateus 3:16,17 e Lucas 3:21,22 onde há o registro do batismo de Jesus. Já João registrou essa beleza no respeito e carinho demonstrados em João 14: 16,17 e 26 no registro das três pessoas da Trindade trabalhando em total harmonia.
Observe que a comunhão da Trindade é produtiva. É uma bela produção de justiça, de proteção, de consolo, de ânimo, de respeito, de reconhecimento de capacidade, de valorização da outra pessoa. E nesse movimento de produção, posto que a comunhão não pode ser estática, percebemos a geração de uma beleza, que nos ensina a cordialidade que procura envolver no suprimento da necessidade do outro, mais do que querer apenas o suprimento de sua própria necessidade.
É inconcebível um Deus estático, uma administração estática, uma comunicação estática, um compartilhar estático.
O movimento produzido pela verdadeira comunhão produz uma beleza cintilante, e nesse movimento é possível ver o relacionamento Deus/homem, o movimento de Deus em direção ao homem, o movimento ordenado, comunicador, auxiliador, gerando em cada ato, o vislumbre de um colorido sem igual. De uma beleza que é rica em detalhes.
No diálogo de Deus com Adão após sua queda: "Adão, onde estás?" e ainda com Caim depois de ter matado seu irmão Abel, observamos que o Deus eterno está sempre disposto a comunicar-se livremente com o homem, auxiliando-o no sentido de este poder viver da melhor maneira possível, da maneira correta. Isto é beleza!!!
Veja a comunicação de Deus com Abraão. Veja a riqueza dos movimentos, o colorido, o brilho vivo desta comunicação. A comunicação redentora, resgatadora!
E nesta comunicação, neste movimento, neste auxílio que Deus se fez homem para, vivendo como homem, salvar este mesmo homem conforme o relato de João 1:1-14.
Entretanto, essa comunicação não pode ser um monólogo. Ela tem de ser um diálogo. Já disse que a comunicação não pode ser estática, o homem tem de estar ativo também nesta situação.
E quando então ocorre essa comunicação de forma eficaz e este homem passa de simples coisa criada para um filho, isso indica e deduz-se um auxílio, compartilhamento, socorro, companheirismo, sociedade, cooperação, enfim, comunhão constante e bem íntima. Este é o relacionamento Deus/homem e também homem/Deus.
É esta beleza de movimentos que atrai, fascina, que vislumbra, e mostra e prova para o homem que ele não pode ficar parado, que não há lugar para estar isolado e solitário, pois a geração da comunicação e compartilhamento são características inerentes e implícitas a esse relacionamento. É próprio do relacionamento Deus/homem e vice-versa.
Já quando observamos o relacionamento homem/homem salvo na visão bíblica, temos obrigatoriamente que levar em consideração os mesmos parâmetros do relacionamento ensinado por Deus e que Ele próprio se aplica e pratica.
Se, como expus, a comunhão da Trindade é produtiva, assim também deve ser a dos filhos de Deus. Conforme o padrão de Deus, a comunhão entre irmãos espiritualmente vinculados pelos Espírito, deve diluir a maldição para que a bênção seja completa. A comunicação, o compartilhar, o socorro, o auxílio e o companheirismo são necessários.
Faça uma análise de sua vida segundo o capítulo 4 de 1 João e entenda a partir daí a relevância da questão. É bem mais séria do que alguns imaginam.
O fundamental é que existe sim a possibilidade de haver este relacionamento, desta comunicação, deste compartilhar, deste socorro, deste auxílio, deste companheirismo, enfim, desta comunhão.
A Bíblia nos mostra vários exemplos dessa magnífica, maravilhosa comunhão homem/homem. Permita-me lembra-lo de alguns: Moisés e Josué, Josué e Calebe, Abraão e Eliezer, Davi e Jonatas, Elias e Elizeu, Paulo e Timóteo. Exemplos que revelam homens companheiros, que se socorriam e se auxiliavam. E o livro de Cantares ainda nos mostra a profunda comunhão entre o marido e a esposa ou noivo e noiva no contexto bíblico.
Um texto quase que oficial sobre o assunto e no contexto da Igreja é o de Atos 2: 42-47, confirmando o que já foi dito.
Poderia escrever mais ainda destes relacionamentos maravilhosos que a Bíblia nos mostra, seguindo esse colorido, belo, rico, de movimentos recíprocos, de movimentos que precisamos cultivar em nossos lares e em nossas igrejas.
A comunhão é produtiva e diria, produtora. Procura suprir a necessidade que o outro tem. A comunhão produz respeito, reconhecimento, cordialidade, ela valoriza o outro. Ela denuncia o erro, ela denuncia a injustiça, ela denuncia o orgulho, ela denuncia a opressão, o despotismo, a violência, ela desmascara o erro e coloca-o ao vivo. É a beleza de um movimento iniciado, mediado por Deus e continuado pelo homem sob o domínio do Espírito Santo, para que todos sejam um. É nesse sentido que o Senhor Jesus Cristo orou ao Pai, a favor dos seus discípulos em João 17.
Todo esse movimento maravilhoso da comunhão nos dirige para a beleza explosiva de uma apoteose final, que não demorará, e nós, os remidos pelo Senhor Jesus vamos ver, e não somente ver, mas também estaremos lá.
A comunhão plena, completa, eterna e gloriosa.
Isso é o que nos aguarda. Essa é a consequência da comunhão Deus/homem, homem/Deus e homem/homem salvo conforme a revelação das Escrituras.
É bem mais profunda que simplesmente participarmos de um momento festivo ou de datas comemorativas juntos.
Bom seria se o bom sentimento, pensamento e atitudes advindas de motivações honestas e santas pautassem e regrassem todos nossos dias e não somente nessas ocasiões.
Somos livres para termos essa postura.
Sejamos um em Cristo. Sigamos e busquemos essa verdadeira comunhão. Produzamos suas doces e santas consequências. 
Glórias a Deus. Aleluia!  Amém!

Pr. Magdiel G Anselmo.

sábado, 3 de dezembro de 2016

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O Islamismo e a Fé Cristã

O Islamismo (ou Islã) tem crescido de forma significativa nos últimos anos e tem se infiltrado em todos os países do mundo tentando impor suas crenças e forma de vida. A chamada política dita "progressiva" que defende a "tolerância" tem ajudado neste processo e muitos tem se enganado acerca desta religião, imaginando que tem alguma semelhança com o Cristianismo. 
Este artigo busca trazer algumas informações  acerca desta religião para então, demonstrar que trata-se de algo antigo e prejudicial do ponto de vista bíblico.
Inicio com uma breve exposição da vida do seu fundador, suas experiências, posições e objeções acerca da fé cristã e das Escrituras, e por fim, afirmo e reafirmo a Veracidade, Inerrância e Autoridade das Escrituras, bem como a vida e obra de Cristo (Crucificação, Expiação) com argumentos e refutações bíblicas.
Muito ainda se pode comentar e trabalhar este tema, e meu desejo é que todos os cristãos se aprofundem nesta tarefa, a fim de responder a todo aquele que questionar, ou mesmo, se opor ou combater a fé que um dia foi entregue aos santos (cristãos). 

A vida de Maomé
Quase exatamente 550 anos depois da morte e da ressurreição de nosso Senhor Jesus, um homem chamado Maomé nasceu na cidade de Meca, capital do comércio na Arábia. Seu pai morreu antes que ele nascesse. Sua mãe faleceu quando ele tinha somente seis anos de idade. Primeiro foi o seu avô que cuidou dele e, depois da sua morte, um tio. A maior parte do povo da Arábia era pagã. Acreditava em muitos deuses e os adorava especialmente num templo que chamavam “Kaaba” (palavra árabe para cubo). Neste templo guardava-se a imagem de um deus chamado “Hubal”, que fora levado de Moabe, uma terra ao leste de Israel, para lá. Era em Moabe que se adorava ao deus pagão ha-Baal (“há” signiica “o”, em hebraico), acerca do qual Javé- Elohim, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de Israel, advertira tão freqüentemente no Antigo Testamento para que não o seguissem. (Nm 25:1-3; Lv 18:1-5; Jz 2:10-13; 1 Rs 18:16-40). Você pode perceber a semelhança entre os nomes Hubal e ha-Baal. No Alcorão lemos acerca de Maomé: “Fui mandado adorar o Senhor desta Terra...”(Sura 27:91). É claro que todos os muçulmanos dirão que isso se refere à Alah e provavelmente têm razão, segundo o entendimento islâmico, mas, àquele tempo, Hubal era o Senhor de Meca. Além disso, Alah era um nome que se usava para um dos deuses da Árabia, que era conhecido como o pai das deusas Lat, Uzza e Manat, adoradas por muitos. Maomé repudiou esta idéia, assim como qualquer outra que fomentasse idolatria em seu pensamento.
Maomé tinha tanto medo da escuridão que, ao entrar numa sala ou num quarto, à noite, não se sentaria antes que ascendessem uma lâmpada para ele. Al-Vaqqidi, biógrafo muçulmano de Maomé e historiador do islamismo, acrescenta que ele tinha tanta aversão à forma da cruz, que quebrava tudo que se trazia para a sua casa e que tivesse essa igura. (The Life of Mohammad, de Sir William Muir, p. 200)
Quando Maomé tinha 25 anos de idade, casou-se com sua patroa, uma senhora já duas vezes viúva. Seu nome era Khadija. Aprendemos acerca de Maomé que ele era  um homem quieto e de vida pura. Seu casamento com Khadija, que era 15 anos mais velha que ele, durou 25 anos e terminou com a morte da esposa. Parece que havia boa relação entre os dois. Tiveram vários ilhos, porém o único menino faleceu quando ainda era criança, o que trouxe grande sofrimento para Maomé.
Aproximadamente dez anos antes da morte de sua esposa, Maomé começou a ouvir vozes, ter visões e sonhos. Freqüentemente saía da cidade e ia para uma caverna no monte de Hira, para lá meditar, às vezes, por vários dias. Quando tinha quarenta anos, teve uma experiência extraordinária. Lá na caverna, recebeu a primeira revelação do que, mais tarde, se tornou “o livro santo” do Islã, o Alcorão (capítulo = Sura, versículo = Ayate). Maomé disse que recebeu as revelações do anjo Gabriel e que, a princípio, icou muito atemorizado, mas depois recebeu mensagens durante de 22 ou 23 anos, até sua morte. Segundo a tradição islâmica, pelo menos no início, Maomé icou preocupado porque espumava pela boca e rugia como camelo novo. Era como se sua alma fosse tirada do corpo, e ele, então, parecia embriagado. Primeiro as mensagens diziam que há só um deus, que é Alah e que todos os ídolos deveriam ser destruídos. Muito foi revelado acerca do julgamento vindouro, sobre a necessidade de viver corretamente e a perspectiva da vida eterna no paraíso ou no inferno. Tanto o paraíso como também o inferno receberam uma descrição muito viva. Os que fossem ao Céu receberiam todo o bem: comida maravilhosa, frutas e vinho e  “huris (virgens bonitas) de olhos grandes, semelhantes a pérolas em suas conchas”.No inferno nada haveria para refrescar ou agradar, e os que fossem para lá beberiam água fervente e pus em cima de frutas amargas. (Sura 56.1-56)
O sucesso da pregação de Maomé foi inicialmente pequeno. Sua esposa foi a primeira convertida, e ao longo dos anos cerca de mais duzentos moradores de Meca o seguiram. Em 622 d.C Maomé recebeu um convite para mudar-se para Medina, cerca de 250 km ao norte de Meca, a fim de servir como líder e árbitro nas questões existentes entre muçulmanos, pagãos e judeus que ali moravam. Somando isso à oposição que sua pregação ainda suscitava, ele emigrou para Medina. Essa fuga para Medina foi chamada de “Hégira” e tornou-se o início do calendário islâmico. Durante sua permanência em Medina, ele transformou-se, de um simples pregador revolucionário, em poderoso homem de guerra, e tornou-se polígamo também. Alguns sugerem que para poder sustentar sua família e seus seguidores Maomé em Medina instituiu a “guerra santa” (o Jihad) contra os infiéis, com o saque dos despojos e prisioneiros. “... matai os idólatras onde quer que os encontreis e capturai-os e cercai-os e usai da emboscada contra eles... Quando, no campo de batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço... Combatei os que não creem no último dia e não proíbem o que Deus e Seu Mensageiro proibiram... Até que paguem, humilhados, o tributo(Jyza, uma taxa especial para os que não eram muçulmanos)... E combatei-os até que não haja mais idolatria e que a religião pertença exclusivamente a Deus...”(Sura 9:5; 47:4; 9:29; 8:39). 
Os muçulmanos entendem que estas batalhas surgiram em função do fato de que estavam sendo atacados, porém há discussão entre os intelectuais sobre se este era realmente o caso. Baseado neste princípio, o Islã dividiu o mundo em duas partes: o “Dhar-ul-Islam” e o “Dhar-ul-Harb”, isto é, o “território do Islã” e o “território de guerra”! A guerra santa não apenas tinha o objetivo de conquista de bens, mas também de conquistar os vencidos para o Islã. Hoje tal guerra já não se faz pela espada, mas pela aplicação de enormes somas de dinheiro dos países muçulmanos em  países pobres, como forma de atraí-los ao Islã. A violência tem sido a característica, não da comunidade islâmica em geral, mas, sim, dos radicais. Maomé faleceu em 632 A.D., mas não sem antes tomar a cidade de Meca.  Ele aproximou-se da cidade com 10.000 guerreiros e o povo de Meca rendeu-se, sem resistência nenhuma. Maomé destruiu todos os ídolos, mas manteve como prática islâmica a peregrinação a Kaaba, em Meca, o que já era prática comum na Arábia, mesmo antes de o Islamismo ser implantado. Nos séculos seguintes a nova fé espalhou-se, seja pela espada, seja através do comércio, por todo o Oriente Médio, Norte da África, parte da Índia, Espanha, África Oriental e Ásia Central. Essa nova religião pretendia ser a verdadeira depositária da mensagem do deus único, Alah, que foi entregue a judeus e cristãos, mas da qual eles tinham se afastado. Esta declara acreditar na Bíblia (Taurat = Lei, Zabur = Salmos, Injil = Evangelho), alegando que os textos existentes foram adulterados, apesar de não possuírem nenhum tipo de prova disso. Variação de manuscritos das Escrituras ou erros de tradução são maximizados pelos polêmicos muçulmanos, e uma interpretação literal é feita de passagens  de linguagem figurada, como forma de justificar a reivindicação de que a Bíblia está corrompida.
Maomé considerou os ensinos do Novo Testamento acerca de Jesus, o Filho de Deus na Trindade, e Sua morte substitutiva na cruz como uma blasfêmia total. 
Obviamente ele presumiu que isso não era bíblico, mas, sim, um excesso, uma heresia:“... E os cristãos dizem: ‘O Messias é o Filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata”.(Sura 9:30) São palavras fortes, mas cada muçulmano sente realmente assim acerca da fé cristã.

Os muçulmanos creem que a Bíblia não é o texto original da Lei, dos Salmos e do Evangelho. Eles sustentam que judeus e cristãos corromperam e mudaram o original, acrescentando os ensinos sobre a divindade de Jesus e sua iliação divina, o conceito de Trindade, a crucificação e a doutrina de expiação. A maior parte da literatura muçulmana contra o Cristianismo ataca violentamente os alicerces da nossa fé.

Será que devemos evitar falar sobre estas questões? Ou devemos tentar esclarecê-las? 

Se evitarmos falar sobre suas acusações, eles chegarão à conclusão de que os cristãos não têm nenhuma resposta às afirmações muçulmanas; por isso é necessário esclarecer exatamente o que cremos e por que cremos. A Bíblia apresenta uma maneira maravilhosa de fazer isso: “Antes santificai a Cristo, como Senhor, nos vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor, a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.”(I Pedro 3:15)

Vamos aprender algumas lições importantes:
1. O que quer que falemos, qualquer que seja nosso comportamento, façamos tudo na presença de Cristo e sob seu senhorio!
2. Estamos preparados! Não debatemos pontos que não conhecemos. Nós nos informamos de antemão e respondemos inteligentemente, de modo sábio e convencedor. O estudo deste tema é muito útil neste aspecto.
3. Respondemos a perguntas reais! Freqüentemente, ao compartilhar o Evangelho com muçulmanos, cristãos respondem às perguntas que pensam que eles têm. Tais perguntas são inúteis para os muçulmanos, porque eles pensam e raciocinam de maneira bem diferente.
4. Ao falarmos com muçulmanos, não nos aproximamos deles como cruzados, guerreiros, mas como testemunhas! Não lutamos com eles nem os intimidamos! O amor de Cristo nos guia. Não os forçamos, mas compartilhamos com eles, esclarecendo ponto por ponto o que os muçulmanos precisam conhecer e entender.
5. As informações aqui constantes sobre o Islã não são armas contra eles! São ferramentas para ajudar a entender o que é o Islã na sua essência. São úteis para ajudar o leitor, com mansidão e bondade, a demonstrar a um muçulmano a diferença que há entre uma vida segura do favor divino recebido através da morte de Cristo e da incerteza de alguém que não conhece ao Senhor.

Como Responder às objeções muçulmanas

Considerando que a Bíblia contradiz o Alcorão, vice-versa, não podem ambos os livros originar-se da mesma fonte, a não ser que um deles ou ambos tenham sido manipulados pelo homem e mudados pelo homem. É, portanto, nossa tarefa sentar-nos com os muçulmanos a fim de estabelecermos, juntos, a verdade. Não adianta querer insistir em estarmos certos porque a Bíblia é  verdadeira, enquanto o muçulmano insiste em que o Alcorão foi inspirado e é verdadeiro. 
Por que cremos que a Bíblia é verdadeira? 
Por que o muçulmano crê que o Alcorão é verdadeiro?

Vamos primeiro ver os argumentos islâmicos:
a) “a Bíblia foi mudada e corrompida!” As nossas respostas, em contra peguntas, são estas:
1. Por que alguém mudaria a Bíblia, se nela está escrito que aqueles que  acrescentam ou tiram dela alguma coisa sofrerão castigo eterno (Apocalipse 22:18 e19)?
2. Se alguém tivesse mudado a Bíblia, todos os outros que tivessem conhecimento dessa mudança se oporiam a isso. Nenhum homem pode mudar todas as Bíblias existentes ou partes dela.
3. O Alcorão airma, em termos bem certos, que a Taurat, o Zabur e o Injil foram dados por Alah!
4. O Alcorão também airma que ninguém consegue mudar as palavras de Alah (Sura 6:34). Se então o Taurat, o Zabur e o Injil são palavras de Alah, como alguém poderia conseguir mudá-las?
5. Quando foi a Bíblia mudada? Não poderia ser depois de Maomé, pois todos os manuscritos bíblicos são datados de antes dele. Não poderia ser antes, pois  o Alcorão teria então acusado os cristãos ou os judeus por terem feito isso.
6. Quem mudou a Bíblia?
7. Como é que alguém pode crer que a Bíblia foi mudada, se não receber respostas satisfatórias a pelo menos algumas de nossas perguntas?
É possível que os muçulmanos digam que o Evangelho original é o “Evangelho de Barnabé”. Tal evangelho é forjado, datado do século quatorze, o que pode ser provado sem dificuldades.
Muçulmanos também podem argumentar que - conforme o Alcorão - o Evangelho foi dado a Jesus, (este caso pensam que o Evangelho é um livro revelado a Jesus) mas que os nossos Evangelhos foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João, por isso não podem ser originais. A Jesus, porém, nunca nenhum Evangelho foi dado! Ele é o ponto central das Boas-Novas, do Evangelho! Ele é o Evangelho, e não um livro que lhe foi dado. Ele é o Evangelho das boas-novas através do que Deus se revelou através dele aos homens. 
Muçulmanos especialistas neste assunto aparecem com vários argumentos, questionando o texto bíblico; produzem literatura acerca disso.
b) “Jesus não é o filho de deus, nem é divino” Devemos dizer que a crítica islâmica deste ensino bíblico fundamental é extremamente fraca. O Alcorão ataca a Trindade: “adeptos do Livro, não vos excedais em vossa religião, e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, o ilho de Maria, nada mais era do que o Mensageiro de Deus e Sua palavra um sopro de Seu espírito que Ele fez descer sobre Maria. Acreditai, pois, em Deus e em Seus Mensageiros e não digais: ‘Trindade’. Abstende-vos disso. É melhor para vós. Deus é um Deus único. Glorificado seja! Teria um filho? Como! A Ele pertence tudo o que está nos céus e tudo o que está na terra. Basta-vos Deus por defensor.”(Sura 4.171)
“São descrentes aqueles que dizem que Deus é o Messias, o ilho de Maria, quando o próprio Messias declarou: ‘filhos de Israel, adorai a Deus, meu Senhor e vosso Senhor’. Em verdade, quem atribuir associados a Deus, Deus lhe proibirá o Paraíso e lhe dará o Fogo por morada. Os iníquos não têm aliados. São descrentes aqueles que dizem que Deus é o terceiro de três. (...)”(Sura 5.72-73).
“Por que Deus teria tomado a Si um ilho? Exaltado seja! Quando decreta algo, basta-lhe dizer: ‘Sê! ’ para que seja.” (Sura 19:35)”.
Podemos ver claramente o entendimento estranho que Maomé tinha da Trindade. Para ele, era constituída por Alah, Maria e Jesus, e está implícito que Cristo nasceu duma relação física entre Alah e Maria. Não admire que Maomé rejeitou esta idéia. Nós também a rejeitamos!
É interessante, contudo, que na Sura 19 está implícito claramente que Alah  é quem deu origem à gravidez de Maria, assim confirmando o papel de Deus como “pai”, embora diferente duma cópula física. que é trindade? 
O que queremos dizer quando falamos sobre nosso Deus Triúno? Este conceito é tão impossível de analisar ou imaginar quanto o do próprio Deus. Tudo que sabemos de Deus percebemos através das coisas que Ele fez e está fazendo e também pelo que Ele revelou acerca de si mesmo nas Escrituras. Além disso, Deus revelou-se em Jesus Cristo:  “... quem me vê a mim vê o Pai...”(João 14:9);  “Eu e o Pai somos um.” (João 10:30)
A filiação divina de Jesus e a Trindade de Deus são, mais que ensinada explicitamente, verdades implícitas nas Escrituras: Jr 23:5, 6; Jr 33:15, 16; Is 7:14; Is 9:6; 63:7-10  (a palavra salvador é tradução verbal do hebraico Jeshua, ou seja, Jesus!). A tradução verbal de Deuteronômio 6:4 também comprova isso. O texto diz:  “... o Senhor, nosso Deus, é um (numa unidade plural).”  O próprio nome de Deus (‘Elohim’) é uma forma plural, sublinhando a Trindade. Também nos Salmos 2:1-7 e 110:1 encontramos referências ao Filho de Deus. O Novo Testamento nada acrescenta à essência desses ensinos do Antigo Testamento, mas confirma estas afirmações acerca do Filho e da Trindade em passagens como Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14; etc.
Deus é demasiadamente grande e diferente de nós para que O possamos compreender. Deveríamos, porém, crer no que Ele diz acerca de si mesmo. 

O alcorão ataca a divindade de Cristo
Devemos notar a alta consideração que o Senhor Jesus recebe no Alcorão:
• Ele nasceu duma virgem (Sura 19:20)
• Ele era santo e perfeito (Sura 19:19)
• Ele é o Messias (Sura 4.171)
• Ele é a Palavra de Deus (!) (Sura 4.171)
• Ele é um espírito vindo de Deus (Sura 4.171)
• Ele criou vida (Sura 5.110)
• Ele curou os doentes (Sura 5:110)
• Ele ressuscitou os mortos (Sura 5:110)
• Ele veio com sinais claros (Sura 43:63)
• Ele é um sinal para toda a humanidade (Sura 19:21; 21:91)
• Ele é ilustre neste mundo e no além (Sura 3:45)
• Ele foi levado ao Céu (onde continua a estar) (Sura 4:158)
• Ele voltará para o julgamento (Sura 43:63)
Estas são treze afirmações acerca de Jesus Cristo. Poderíamos imaginar algum homem que jamais tenha vivido, exceto talvez Elias, que poderia verdadeiramente reivindicar para si mesmo pelo menos três destas qualidades? Somente a evidência destas afirmações faz de Jesus mais que um profeta. Estas treze qualidades obviamente dão a Ele uma posição divina. Como já vimos, tanto o Alcorão como os muçulmanos rejeitam a divindade de Jesus completamente, mas a Bíblia proclama isso sem a mínima dúvida e com toda a evidência necessária. Vale à pena fazer um estudo disso: Jo 14:6; Cl 1:15-20; 1 Jo 5:20; Jo 10:25-33; Mt 26:63-64; Tt 2:11; Lc 7:48-50; Dn 7:13,14; Fp 2:5,6; Mt 14:32-33; At 20:27-28; Jo 1:10-12; Jo 5:21-27; Jo 20:26-29; Hb 1:1-4; II Co 4:4; Rm 9:4,5.

Baseados nestes textos bíblicos tente responder às perguntas seguintes:
1. O que de fato expressa o título “ilho de Deus”? Quais são os poderes que este título tem?
2. Quando foi que Jesus começou a ser o Filho de Deus?
3. O título “Filho de Deus” realmente significa que Jesus é Deus?
4. Que significa afirmar que Jesus é a imagem de Deus?
Não é somente o Novo Testamento que ensina que Jesus é o Filho de Deus; mesmo o Antigo Testamento afirma isso claramente, profetizando acerca do Messias que viria: “Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um ilho, e será o seu nome EMANUEL (Deus conosco).”(Isaías 7:14)
“Porque um menino nos nasceu, um ilho se nos deu;... e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”(Isaías 9:6)
O Senhor tem as naturezas divina e humana em si mesmo. A sua aparência era totalmente humana. Ele tinha de comer, beber, dormir; sentiu dores, tristeza e mostrou alegria. Ele também sentiu a necessidade de orar, mas foi a sua divindade que o capacitou a alimentar cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes, a curar os leprosos, os aleijados, os paralíticos e os cegos, a ressuscitar os mortos, a acalmar a tempestade, a perdoar pecados, a andar sobre as águas e a ressuscitar dentre os mortos.

c. O islã rejeita a crucificação de Jesus e a Sua expiação
Talvez a resistência mais forte do Islã seja contra a crucificação  e morte do nosso Senhor:  “E por terem dito: ‘Matamos o Messias, Jesus, o ilho de Maria, o Mensageiro de Deus’, quando, na realidade, não o mataram nem o crucificaram: imaginaram apenas tê-lo feito. E aqueles que disputam sobre ele estão na dúvida acerca de sua morte, pois não possuem conhecimento certo, mas apenas conjecturas. Certamente, não o mataram.” (Sura 4:157)
“O Messias, o filho de Maria, nada mais é do que um Mensageiro, (...) ‘Adorareis, em vez de Deus, quem não vos pode nem prejudicar nem beneficiar?’.” (Sura 5:78-79)
Em muitos livros, panfletos, folhetos, cassetes e vídeos islâmicos, (alguns deles antigos e outros recentes) esta afirmação é fortalecida aparentemente como se fosse com base nas Escrituras. Alguns muçulmanos dizem que Jesus foi pregado na cruz, mas que não morreu lá. Então realmente não foi crucificado. Ele desmaiou, foi tirado naquele estado e recuperou-se no túmulo com a ajuda das mulheres. Outros dizem que Judas foi confundido com Jesus e crucificado. A palavra “crucificar” tem origem nas palavras latinas de “cruz” = cruz e “icere” = fixar. Afirmam que “crucificar” significa, então, fixar alguém numa cruz; não necessariamente a morte da pessoa na cruz; contudo, toda essa argumentação não faz sentido.
A cruz de Jesus sempre foi um escândalo, uma ofensa: “Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo cruciicado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos, mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.”( I Co 1:22-24). Em Gálatas 5:11, lemos acerca do “escândalo(ofensa) da cruz”. O que é tão ofensivo na cruz?
O sacrifício de Jesus Cristo na cruz mostra que o homem é completamente incapaz de ir ao céu, à presença de Deus, pela sua própria bondade e força. Jesus deixou isso  claro, quando disse:“... sem mim, nada podeis fazer.”(Jo 15:5) Paulo confessa:  “sei que em mim não habita bem algum.”
O homem precisava e precisa de Jesus, que se tornou o nosso sacrifício, que morreu em nosso lugar para abrir o caminho ao céu. O orgulho do homem faz que ele se rebele contra a sentença de Deus. Ele se ofende porque Deus não aceita seus esforços pessoais!

Expiação
Em Hebreus 9:22, lemos: “... sem derramamento de sangue, não há remissão.”Isto, naturalmente, refere-se ao sangue de sacrifícios. O Antigo Testamento ensina isso em toda a parte:“... é o sangue que fará expiação...”(Lv 17:11). “Expiação” significa basicamente, reconciliação; é a restauração de uma relação quebrada. Negar o sacrifício de Jesus na cruz, ou fazê-lo parecer desnecessário, é uma forma de invalidar a única maneira de o homem ser salvo, segundo a Bíblia, e isto é exatamente o 
que o Alcorão faz ao negar a crucificação de Jesus no Sura 4: 157. 
Como este é um ponto crucial, devemos gastar algum tempo para estabelecer a verdade acerca da crucificação e da morte do Senhor Jesus Cristo:

• Quase um terço dos Evangelhos tratam da última semana de vida de Jesus e da sua morte!
• O sacrifício de Jesus é a conclusão lógica dos ensinamentos do Antigo Testamento.
• O Antigo Testamento profetizou a morte de Cristo na cruz com detalhes enormes.
• Temos a narrativa de testemunhas oculares. Que sentido faria para eles inventar tal história?
• Cristo predisse a sua morte várias vezes.
• Existe evidência histórica aceitável da crucificação e da morte de Jesus. evidências da verdade.

Vamos ver em mais detalhes alguns destes aspectos acima mencionados:

a) relatórios de testemunhas oculares. Paulo refere-se a muitas testemunhas oculares para comprovar a ressurreição: “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos  nossos pecados, segundo as Escrituras,... e que foi visto... uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive, ainda, a maior parte...”(I Co 15:3-6)
O que o apóstolo Paulo parece estar afirmando é: se vocês não acreditam no que eu estou dizendo, tomem um barco de Corinto para Jope, vão a Jerusalém e perguntem a eles mesmos!
Pedro dá a evidência de testemunhas oculares: Somente imagine o que teria acontecido no im da pregação de Pedro no dia de Pentecoste, se não tivesse falado a verdade!  “A Jesus, nazareno, varão aprovado por Deus entre vós, com maravilhas, prodígios e sinais,... como vós mesmos bem sabeis; a este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos dos injustos.”(At 2:22, 23)
Lembrem-se de que isso foi somente sete semanas depois da crucificação! Se não fosse verdade, os ouvintes teriam dito: “Querido Simão Pedro, você deve estar sonhando! Quem foi crucificado e morto?”
Quando o Evangelho começou a espalhar-se, o povo de Jerusalém teria feito objeções à crucificação, em voz alta, se fosse mentira. Os judeus admitem a crucificação de Jesus (pois eles estavam lá!), mas negam que ele era o Messias. Muçulmanos admitem que Jesus era o Messias, mas negam que ele foi crucificado; porém eles não estavam lá, e as afirmações deles foram feitas 600 anos depois do próprio acontecimento.

b) Historiadores confirmam a crucificação
O bem conhecido historiador do primeiro século, Tácito, registrou que “o nome cristão vem a eles de Cristo, que foi executando no reino de Tibério, pelo procurador Pôncio Pilatos.”Tácito era um crítico bem agudo da fé cristã. O (quase) contemporâneo historiador judeu Flávio Josefo escreveu:  “Nesse mesmo tempo apareceu Jesus, que era um homem sábio, se todavia devemos considerá-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Era o Cristo. Os mais ilustres da nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e ele fê-lo crucificar. Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que vemos ainda hoje, tiraram seu nome.”(Flávio Josefo,  Antiguidades Judaicas, Livro Décimo Oitavo, parág. 772)

c) O cumprimento das profecias acerca de Jesus no antigo testamento são evidência abundante da veracidade da Bíblia.
Temos visto, ainda que rapidamente, o que “os profetas divinos predisseram”. Jesus, o Messias, veio a este mundo “segundo as Escrituras”, ou seja, como as Escrituras (o Antigo Testamento) haviam predito: 
• Ele nasceu 483 anos depois do decreto para edificar Jerusalém, após a destruição por Nabucodonosor, Dn 9:24-26. (ano 445 a.C.);
• Ele nasceria em Belém (Mq 5:2); cumprido em Lc 2:4ss;
• Nascido de uma virgem (Is 7:14): cumprido em Mt 1:18;
• Seria o próprio Deus (o que não significava que Deus também não estaria em todos os outros lugares!) (Is 7:14; 9:6): cumprido em Mt 1:18;
• Seu nome seria “Salvador” (= Jesus) (Is 49:1-8; 63:8): cumprido em Mt 1:21;
• Ele viria para salvar e curar (Is 35:4-5): cumprido em Mt 1:21; Lc 19:10;
• Jesus entraria em Jerusalém montado num jumento (Zc 9:9): cumprido em Mt 12:1-9;
• Seria traído por um amigo (Sl 41:9): cumprido emMt 27:3-8; Mt 14:10; 21:43-44;
• Seria vendido por 30 moedas de prata (Zc 11:12) cumprido em Mt 26:15;
• Seria julgado e executado, mas não por males que houvesse feito! Ele morreria em favor de outros (Is 50:6; 53:1-12): cumprido em Jo 18:19;
• As suas mãos e pés seriam traspassados (Sl 22:1,7-17): cumprido, conf. Jo 18:19;
• Os seus vestidos seriam divididos, e sortes seriam lançadas sobre a sua túnica (Sl 22:18): cumprido em Jo 18:19;
• O Santo não veria corrupção (Sl 16:10): cumprido em Lc 24:1-11;
• Seria elevado ao Céu para se sentar à mão direita de Deus (Sl 110.1): cumprido em Mt 26:64; Hb 1:13;
• Ele voltará, e todos os habitantes de Jerusalém  olharão para aquele a quem traspassaram (Zc 12:10).
Estas profecias foram entregues entre os anos 100 e 1500 A.C. Todas descrevem em detalhes admiráveis algo impossível de prever, mas que se cumpriu em todos os detalhes. Alguém precisa esperar ainda mais evidências quanto à veracidade da vida, morte e ressurreição de Jesus? O próprio Deus inspirou os profetas antigos para que, depois de as profecias serem cumpridas, nós pudéssemos saber que tudo isso era verdadeiro e ordenado por Deus. Por causa destes sinais divinos podemos perfeitamente contar com a veracidade da Bíblia.

Os argumentos mais comuns que os muçulmanos citam, quanto à veracidade do Alcorão, são: a beleza de estilo no árabe original, a impossibilidade aparente de um homem iletrado como Maomé compô-lo, e a reivindicação de ser seu conteúdo perfeito; contudo, não nos são suficientes à luz do que aqui tem sido exposto brevemente, quanto às bases para nossa fé cristã. 

Por fim, afirmo com firmeza que nós, cristãos, não somente sabemos aquilo em que cremos, mas também sabemos porque cremos!

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